<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921</id><updated>2012-01-18T23:21:33.888Z</updated><category term='Ciência'/><category term='Islamismo'/><category term='Romance'/><category term='Actualidade'/><category term='História'/><category term='Ecologia'/><category term='Saúde'/><category term='Sociedade'/><category term='Religião'/><category term='Literatura'/><category term='Nota do autor do Site'/><category term='Clássico'/><category term='Viagem'/><category term='Matemática'/><category term='Ética'/><category term='Medicina'/><category term='Humor'/><category term='Ensaio'/><category term='Jornalismo'/><category term='Biografias'/><category term='Poesia'/><category term='Política'/><title type='text'>AMOR  PELOS  LIVROS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>67</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-9091406864325004883</id><published>2012-01-18T23:02:00.007Z</published><updated>2012-01-18T23:21:33.895Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Pxk624T92Z8/TxdRZFBsnKI/AAAAAAAAATE/KLQfUZQsge0/s1600/GALOPIM.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Pxk624T92Z8/TxdRZFBsnKI/AAAAAAAAATE/KLQfUZQsge0/s200/GALOPIM.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699113344748526754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Terra, Património da Humanidade&lt;br /&gt;A.M.Galopim de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.ancora-editora.pt/index1.htm"&gt;Âncora Editora&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente que existem autores portugueses que deveriam estar aqui presentes neste espaço que criei mas tem faltado o tempo para o fazer e assim tenho privilegiado sobretudo os escritores que vão publicando obras mais recentes juntamente com as novas edições que vão aparecendo de alguns clássicos mundiais. Uma ou outra excepção a esta regra aparece de vez em quando. E eis que o lançamento recente de uma obra de Galopim de Carvalho que não se integra neste espaço que criei sem distinção de temas ou de ideias. Mas há muito que o nome de Galopim de Carvalho deveria ter aqui o seu lugar. Para além de uma das mais notáveis figuras da nossa comunidade científica actual, Doutorado em Geologia e professor catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, foi director do Museu Nacional de História Natural e impulsionador de numerosas acções de divulgação e conservação do nosso património natural. Todos o conhecem como o defensor dos vestígios da existência dos dinossáurios em Portugal e acérrimo lutador pela conservação desses vestígios. E, sendo verdade, é ainda muito mais do que isso. É um acérrimo defensor deste planeta e nomeadamente de tudo o que diz respeito a este recanto que é o nosso pequeno país mas enorme porque cheio de riquezas naturais incalculáveis. E a prova imediata é por exemplo este livro que escolhi entre as suas várias obras publicadas. “A Terra, Património da Humanidade” demonstra bem o quanto devemos amar este planeta. E é com os seus vastos conhecimentos que nos descreve o que nele existe de grandioso, como se foi formando ao longo da sua evolução, viajando no espaço “Como Bola Colorida”, evocando nesta frase o poeta António Gedeão, o Professor Rómulo de Carvalho, a quem o livro é dedicado. Ambos que somos admiradores do nosso grande professor, também Galopim de Carvalho demonstra nesta obra o seu poder de comunicação, divulgando aos leitores numa linguagem simples e acessível tudo, ou quase tudo, o que a ciência conseguiu até agora descobrir e explicar sobre os grandes momentos da história da Terra. É como se estivéssemos a assistir ao aparecimento de um primeiro corpo celeste, inerte, sem vida, no qual – e isso nos vai explicando – se foram dando sucessivas modificações, desde o seu núcleo à crosta externa, interacção com outros corpos provenientes do espaço exterior, formação de massas continentais e sua fragmentação, tudo aquilo que iria preparar a chegada de células muito simples que iriam mais tarde dar origem aquilo a que chamamos organismos vivos. Daí para frente, já o caminho é mais conhecido, quando a certa altura aconteceu a existência de água, e depois, a formação dessas pequenas células, seguindo-se a atmosfera que iria permitir que aparecessem seres mais complexos que se foram formando e diversificando. E depois a Terra, sempre a Terra, permitiu também que eles por ela se espalhassem e se desenvolvessem ainda mais. Portanto é todo o início desse complexo sistema, aquilo a que vamos assistir nesta obra de Galopim de Carvalho, repleta de explicações que de outra forma poderiam parecer confusas mas que com a sua incansável maestria vamos assimilando com todo o gosto, quase sem darmos por isso, como se de um simples conto se tratasse. E é essa a ciência deste insigne Professor de Geologia. É isso que tem feito em todas as suas inúmeras conferências e em todos os projectos de divulgação a que se tem dedicado, alguns deles a que assistimos pessoalmente. Ele conhece e ensina a conhecer. Para além da transmissão do saber, abre-nos um mundo de perspectivas ainda maiores, no Dicionário de Geologia, a obra mais recentemente publicada e que conclui um projecto iniciado, há 40 anos, pelo Professor Carlos Teixeira no então Centro de Estudos de Geologia da Faculdade Ciências de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QSH_xBDarxY/TxdRvXEF_OI/AAAAAAAAATQ/rpMyTey5-7U/s1600/GALOPIM_DIC.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-QSH_xBDarxY/TxdRvXEF_OI/AAAAAAAAATQ/rpMyTey5-7U/s200/GALOPIM_DIC.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699113727547538658" /&gt;&lt;/a&gt; Mais do que um Dicionário, a forma como está organizado e escrito, ajuda-nos a compreender a razão da existência de muitos termos, necessários para uma melhor compreensão deste maravilhoso conjunto de matéria que constitui o solo que pisamos a nossos pés, que nos fornece a energia para os nossos alimentos, que perfuramos para dela extrairmos riquezas incalculáveis ou onde vamos construindo e erguendo os símbolos edificantes da nossa civilização. Assim a saibamos conservar por muitos anos e respeitar, tal como infere o conceito de um património da Humanidade. Bem-haja o autor por nos conceder o privilégio de melhor conhecer esse património.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2012/01/terra-patrimonio-da-humanidade.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-9091406864325004883?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/9091406864325004883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/9091406864325004883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2012/01/terra-patrimonio-da-humanidade.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Pxk624T92Z8/TxdRZFBsnKI/AAAAAAAAATE/KLQfUZQsge0/s72-c/GALOPIM.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4560550198900463312</id><published>2011-12-19T00:47:00.000Z</published><updated>2011-12-19T00:47:00.593Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CBndDJn5_34/TuaiVLvNivI/AAAAAAAAAS4/1fvJQ1YpNX0/s1600/A%2BULTIMA%2BTESTEMUNHA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-CBndDJn5_34/TuaiVLvNivI/AAAAAAAAAS4/1fvJQ1YpNX0/s200/A%2BULTIMA%2BTESTEMUNHA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685410064413592306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ÚLTIMA TESTEMUNHA DE AUSCHWITZ&lt;br /&gt;Denis Avey&lt;br /&gt;com Rob Broomby &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.clubedoautor.pt/ecmdemo/public/ClubeDoAutor/livros"&gt;Clube do Autor&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor viveu de facto os episódios trágicos descritos neste seu livro que escreveu em conjunto com o jornalista britânico do BBC World Service que fora em tempos correspondente em Berlim. Denis foi feito prisioneiro de guerra e de acordo com a Convenção de Genebra ficou num campo especial criado pelo regime nazi para o exército inimigo. Estava no entanto muito próximo do de Auschwitz e foi-lhe fácil constatar como eram tratados os judeus ali encarcerados, forçados a trabalhar até já não terem forças e conduzidos depois para as câmaras da morte. Ora não é de estranhar que Denis tenha sido distinguido numa recente cerimónia como um dos 27 heróis britânicos do Holocausto. Muitos de nós recordamos ainda de tudo o que soubemos sobre as perseguições e atrocidades dantescas cometidas pelo governo alemão durante a segunda Guerra Mundial. O Holocausto nos campos de concentração para judeus foi uma dos episódios mais vergonhosos levados a cabo pelo nazismo. Muitos de nós recordamos os filmes que foram feitos sobre esse período de verdadeiro horror na história recente da Humanidade. Conhecemos os nomes de muitos dos que lutavam para conseguir a fuga e a liberdade para o ocidente de homens, mulheres e crianças em permanente perigo de vida. Aristides Sousa Mendes que foi cônsul de Portugal em França, durante a ocupação, desafiou o governo português e salvou a vida de milhares de pessoas, das quais cerca de 10 mil judeus, tendo sido chamado de "o Schindler português", outro diplomata alemão que também salvou muitas vidas dentro de a própria Alemanha. Também conhecemos e lemos o célebre Diário de Anne Frank. O que nos conta Denis Avey é como, enquanto vigiava cuidadosamente o que se passava no campo vizinho de Auschwitz, conseguia ter uma vaga ideia do que ia acontecendo aos prisioneiros judeus. E por isso mesmo, no desejo de tomar pleno conhecimento daquilo que lhe chegava aos ouvidos, acabou por infiltrar-se no outro campo e trocar a sua espécie de farda pelas vestes de um judeu que se encontrava em perigo de vida devido à sua debilitante condição física e aos laços familiares que ao mesmo tempo o prendiam ao exterior. Com essa atitude, acabaria por salvar a vida do judeu mas viveu ele os horrores dos dias passados junto aos corpos dos que iam sendo enterrados meios vivos ou das cinzas que saiam das câmaras de incineração. Mais um livro sobre o Holocausto, poderão dizer alguns. Mas trata-se do relato dos horrores passados e funcionam como testemunho vivo daquilo que presenciou que aqui retrata. É talvez compreensível que não seja agradável reler ou voltar a relembrar o que se passou. Mas também convém que tudo isto não seja esquecido. Trata-se de um relato envolvente. Tudo ali foi vivido. É verídico. Uma obra a não perder para que a humanidade não volte a viver este tipo de episódios que colidem com os direitos fundamentais do Homem e com a dignidade da nossa existência, no respeito pelas ideias de cada um, contra a opressão e o racismo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/12/ultima-testemunha-de-auschwitz-denis.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4560550198900463312?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4560550198900463312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4560550198900463312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/12/ultima-testemunha-de-auschwitz-denis.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CBndDJn5_34/TuaiVLvNivI/AAAAAAAAAS4/1fvJQ1YpNX0/s72-c/A%2BULTIMA%2BTESTEMUNHA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4493061159512178694</id><published>2011-12-13T00:22:00.006Z</published><updated>2011-12-13T00:37:35.848Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9bDC-O1TAqQ/TuabcAhPXNI/AAAAAAAAASs/CL5bQvWtyvM/s1600/CIENTISTA%2BDISFAR%25C3%2587ADO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-9bDC-O1TAqQ/TuabcAhPXNI/AAAAAAAAASs/CL5bQvWtyvM/s200/CIENTISTA%2BDISFAR%25C3%2587ADO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685402485079891154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O CIENTISTA DISFARÇADO&lt;br /&gt;Investigando os pequenos acidentes do dia-a-dia&lt;br /&gt;Peter j. Bentley&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5814"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peter Bentley é um caso paradigmático do cientista que está sempre disposto a comunicar com todos aqueles que anseiam conhecer o que a ciência faz e as explicações para que os fenómenos aparentemente fechados ao comum dos cidadãos se tornem claros e compreensíveis. E para essa acção de difusão do conhecimento, contribuem os seus livros, as suas conferências e até a capacidade das novas tecnologias mantendo um blogue com o título de &lt;em&gt;&lt;a href="http://apps.peterjbentley.com/Blog/?d=01/2009"&gt;O Mundo de Peter J. Bentley &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;onde esclarece as dúvidas de quem o visitar. É de facto extraordinário como este homem doutorado em Genética Algorítmica e com uma licenciatura em Inteligência Artificial, responsável do departamento de Ciência Computacional do Colégio Universitário de Londres, colaborador permanente da Revista New Scientist e toda uma enorme actividade no ensino universitário, tenha conseguido tempo para nos descrever de uma maneira totalmente simples a natureza dos fenómenos que observamos no nosso dia-a-dia e aos quais dávamos até aí razões completamente aleatórias e sobretudo erradas. Não encontrávamos explicações para elas e portanto simplesmente aconteciam. Em grande parte dos casos, chegávamos a culpar-nos de isto ou aquilo nos acontecer ou então culpávamos a própria ciência. Como ele próprio diz, ainda podem existir pessoas que culpam os cientistas por terem inventado os computadores pois se o não tivessem feito não existiriam os respectivos vírus. E talvez outros pensem erradamente que se a ciência não existisse as nossas vidas seriam muito mais simples e portanto seríamos mais felizes. Ora é precisamente por estas e outras razões semelhantes que ele mantém uma actividade contínua a desmistificar a ciência e torná-la compreensível e acessível a todos. São igualmente suas as palavras em que reafirma que “a Ciência é nada mais, nada menos do que o melhor caminho para compreendermos o mundo à nossa volta”. Estivemos há momentos no seu blogue, que há pouco citámos, e encontrámos respostas muito recentes a perguntas que lhe foram feitas pelos visitantes das mais variadas classes e grupos etários. Um estudante faz-lhe uma pergunta sobre uma das suas últimas descobertas. Peter Bentley inventou recentemente uma forma de fazer um iPhone funcionar como um estetoscópio, aquele instrumento utilizado em medicina para observar as batidas do coração. O seu Iphone faz isso mesmo e até consegue um electrocardiograma. Extraordinário o que este homem consegue com os seus conhecimentos na área da Biologia e da Inteligência Articial! Já é um app da Aplle. Trazemos aqui um dos seus últimos livros a que deu o título de Cientista Disfarçado. Nestas páginas o autor investiga pequenos acidentes do nosso dia-a-dia, como por exemplo escorregar na casa de banho, deixar queimar uma torrada na torradeira e se a deve comer ou não. Alguém está cheio de pressa para sair de manhã e vai ao frigorífico e afinal o leite está azedo ou entrou na banheira demasiado cheia e a água saiu para fora (Lembra o grito soltado por Arquimedes na mesma situação quando afinal ele nem gostava de tomar banho, como está provado hoje em dia). E quantas vezes nos aconteceu parar de repente numa rua e perguntarmos a nós próprios: onde é que eu estou? Mas não, não se trata de Alzheimer. É algo muito comum que sucede repentinamente. O nosso cérebro estava, como é costume dizer-se, noutra onda. Ora para todas estas questões ou acidentes e muitos mais o Cientista Disfarçado tem uma resposta. Essa resposta é nos dada pela Ciência. Não existe nada de anormal. Explicado por Bentley, tudo se torna mais simples. Cada acidente é causado por uma falha tecnológica ou, mais habitualmente, por falharmos a nossa tecnologia, diz-nos com extraordinária clareza o autor neste sua obra que depois de começarmos a lê-la não paramos enquanto não chegarmos ao fim. É bom compreender a Ciência. Estou à vontade, não por querer arvorar em cientista, que o não sou, mas lembrando que durante vários anos realizei um programa de Rádio na Estação Oficial chamado “A Ciência ao Serviço do Homem”. Foram vários os debates a que assisti e coordenei. E com eles terei aprendido essa grande verdade. Tudo pode ser explicado (ou quase tudo) e quando é pela mão ou - melhor, neste caso – pelas palavras do autor deste livro, cientista de renome internacional mas que sabe falar ao público menos esclarecido, a Ciência torna-se algo que devemos respeitar e contribuir para que progrida sempre e nos revele aquilo que ainda temos de descobrir. O caminho será sempre em frente. Mais e mais, à descoberta dos segredos do Universo. Convido-vos a ler o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/12/o-cientista-disfarcado-peter-j-bentley.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4493061159512178694?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4493061159512178694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4493061159512178694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/12/o-cientista-disfarcado-investigando-os.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9bDC-O1TAqQ/TuabcAhPXNI/AAAAAAAAASs/CL5bQvWtyvM/s72-c/CIENTISTA%2BDISFAR%25C3%2587ADO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6960984377850302230</id><published>2011-11-25T19:25:00.005Z</published><updated>2011-12-10T19:35:05.822Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MGoxi-vlvyo/Ts_sjuEW6uI/AAAAAAAAASg/w54VxlPYEAU/s1600/NPODEMOSVEROVENTO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-MGoxi-vlvyo/Ts_sjuEW6uI/AAAAAAAAASg/w54VxlPYEAU/s200/NPODEMOSVEROVENTO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679017753543371490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NÃO PODEMOS VER O VENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Clara Pinto Correia&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.clubedoautor.pt/ecmdemo/public/ClubeDoAutor/livros"&gt;Clube do Autor&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos num livro sobre “Portugal Animal” lançado no espaço mais que indicado do Zoo da Lisboa, Clara chamou-me na dedicatória do que me ofereceu “alma irmã com deslumbramentos gémeos”. De facto eu estava muito longe dos conhecimentos dela, tal como hoje. Abandonei a Biologia e dediquei-me ao Jornalismo onde acabei por ficar. Mas éramos e somos em muitos aspectos “almas gémeas” pela dedicação que temos à Natureza que nos rodeia, eu mais no aspecto do mundo animal ou vegetal e do meio ambiente, mas ela, muito mais importante também, noutros estudos onde a sua carreira de Bióloga que, por não lhe ter sido possível fazer investigação em Portugal, cedo a obrigou a partir para os Estados Unidos onde no Departamento de Ciências Animais e Veterinárias trabalhou com a mais avançada equipa de investigação sobre clonagem animal. Foi essa a base para o pós-doutoramento. E, ao voltar a Portugal, trazia consigo as luzes que vieram iluminar alguns cérebros que então se envolviam em debates inconsistentes. Tudo isso daria origem a um pequeno livro cheio de respostas às perguntas mais pertinentes ao qual, desafiando os incrédulos, deu o título corajoso de “Clonai e Multiplicai-vos”. Ela sabia do que estava a falar. E apenas desejava esclarecer, acabar com medos e terrores. Era a sua veia de lutadora e analista dos possíveis perigos ou virtudes que mais tarde ou mais cedo poderiam ser realidade. E alguns foram de facto. Mais as virtudes por enquanto do que os perigos, cremos nós. &lt;br /&gt;Escreveu entretanto vários romances – e citando apenas alguns como o Adeus Princesa, Ponto Pé de Flor ou Os Mensageiros Secundários – todos eles grandes êxitos editoriais. Já nos Mensageiros ela enveredava acentuadamente por caminhos diferentes no domínio da Psicologia, o que agora se verifica mais uma vez. Digamos que é uma mulher de sucesso. Depois da Licenciatura em Biologia, doutorou-se em Biologia Celular. Cada vez mais interessada em entender as coisas mais íntimas do ser humano, viajou pela Ciência das Religiões e mais recentemente pela Filosofia da Ciência. Todo este percurso de conhecimentos vários e estudos sobre a matéria e a alma, haveria de culminar por agora numa obra em que consegue cruzar dois aspectos diferentes. Ao contar a história de Mariana, uma psicóloga, mãe de duas gémeas muito especiais, Clara Pinto Correia transforma o que poderia parecer apenas um romance, numa investigação que a personagem faz de aspectos obscuros do que se passou na Guerra Colonial, ao colocar nos diálogos apresentados verdadeiros depoimentos que a autora conseguiu sobre as mais estranhas missões do Exército Português em Moçambique, ainda hoje desconhecidos de muita gente sobretudo das camadas mais jovens. E isso já seria magnífico se não existisse ainda o encanto da sua escrita, ao mesmo tempo realista mas com traços de poesia que só quem conhece bem a C.P.C. pode compreender que não poderia deixar de o fazer. Ficamos presos do desenrolar desta história que nos é contada com a sua escrita fluida e até certo ponto “musical”, oferecendo de vez em quando diálogos onde acabam por ser desvendados os mais escondidos segredos do se passou nas estranhas guerrilhas com o inimigo e dos métodos utilizados pelo exército português. Mas tudo isso ficou e está agora no presente através dos traumas deixados dos que sobreviveram aos massacres de ambos os lados e vai lançar no desespero um dos outros personagens principais da história ao qual Mariana acabaria por ficar mais ligada. E, já que estamos no tempo da Net, C.P.C. estabelece que a relação entre os dois haveria de começar por uma troca de emails. Assistimos verdadeiramente interessados a esse desenrolar de cenas, por vezes desconcertantes e difíceis de acreditar. Afinal tudo o que ele diz terá sido mesmo verdade? Seria possível? Esta curiosidade só será satisfeita por quem ler esta excelente obra da minha alma gémea que em muito já me ultrapassou. Por isso mesmo a admiro e aconselho a leitura do seu último livro neste meu Amor Pelos Livros.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/11/nao-podemos-ver-o-vento-clara-pinto.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6960984377850302230?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6960984377850302230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6960984377850302230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/11/nao-podemos-ver-o-vento-clara-pinto.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-MGoxi-vlvyo/Ts_sjuEW6uI/AAAAAAAAASg/w54VxlPYEAU/s72-c/NPODEMOSVEROVENTO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2580359262379297331</id><published>2011-10-24T01:15:00.001+01:00</published><updated>2011-11-24T01:35:13.880Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-apHP3gKjVhk/Ts2dMA7nxWI/AAAAAAAAASU/R9ltC1H4f60/s1600/ajanrela%2Bdos%2Blivros2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 126px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-apHP3gKjVhk/Ts2dMA7nxWI/AAAAAAAAASU/R9ltC1H4f60/s200/ajanrela%2Bdos%2Blivros2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678367534918124898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;À Janela dos Livros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rui Beja&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.circuloleitores.pt/catalogo/1054694/a-janela-dos-livros"&gt;Temas e Debates/Circulo de Leitores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos anos que conheci o autor, precisamente no Círculo de Leitores, onde acompanhei todo o seu percurso até ao último cargo de Administrador. Já antes, como sócio, adquiria regularmente algumas edições que hoje povoam as minhas estantes e são, sem sombra de dúvida, das melhores leituras que é possível recomendar. Não porque as escolhi. Mas simplesmente porque o Círculo de Leitores pautou a sua gama de edições pelo que de melhor havia na literatura mundial, incluindo naturalmente os autores portugueses. Claro que, como um Clube de Livros que era, houve sempre a necessidade de ter entre os títulos editados obras que agradariam mais a uns do que a outros. E por isso mesmo, isso significava um êxito editorial no mercado português. Mas estou a afastar-me deste livro em si e sobre o qual haveria muito que dizer se o espaço e o talento não me faltassem. Tal como o subtítulo menciona, Rui Beja apresenta-nos não só a sua vivência dentro da editora como também a “Memória de 30 anos do Círculo de Leitores” que foi afinal quantos o Círculo comemorou em 2001. Uma Janela é sempre algo que se abre e esta abre-nos as portas do que se viveu naquela casa onde os livros passavam pelas várias etapas que lhes são específicas: desde a leitura atenta dos manuscritos à sua edição propriamente dita. Rui Beja, licenciado em Controlo Financeiro pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa iniciou a sua actividade no Círculo como Director Financeiro e assumiu o cargo de Presidente Administrativo em 1992. Extraordinário é como Rui Beja nos consegue conduzir ao longo da história de uma editora de Livros com o mesmo interesse que teríamos em ler um romance marcado por avanços e paragens momentâneas para escolher o melhor caminho, mas sempre conduzindo da melhor maneira a forma de tornar aquela editora uma referência nacional e internacional nos meios literários. Mas o extraordinário que Rui Beja nos consegue também dar neste seu livro e que considero de inegável interesse é como ele acompanha toda a história do Círculo e a sua de um rigoroso estudo histórico dos acontecimentos de carácter político e cultural que classificam um período muito triste e trágico da nossa história recente. As perseguições políticas a escritores, jornalistas e intelectuais que foram impedidos e alguns presos e traumatizados pelo fascismo. Tudo acompanhado de uma documentação cuidada que inclui extractos de ofícios, estatísticas, etc. Um trabalho admirável que nos reaviva a memória dos que viveram tais tempos e revela aos que vieram depois e não os conheceram nem lhes é por vezes contado como devia ser. Mas voltando ao Círculo, A Casa Mãe Bertelsmann, que tivemos oportunidade de visitar, acompanhando um anterior administrador mas certamente com o apoio de Rui Beja tinha um lema aliás citado no livro que afirmava “ A falta de velocidade é nos dias de hoje um luxo a que não nos podemos dar”. Estávamos então em 2000/2001. O Círculo era já um exemplo e não foi por acaso que em 1998 foi distinguido com o prémio da Revista Exame para a “ Melhor entre as Maiores” empresas no sector de “Edição, Informação e Artes Plásticas”. De facto e isso vamos constatando ao folhear este livro de Rui Beja, o Círculo de Leitores apostou fortemente numa área que tinha de lutar nesse tempo com uma taxa de 30 por cento de analfabetismo, contra uma censura cega que negava tudo o que fosse acesso ao conhecimento e à cultura. Conforme refere Francisco José Viegas, ao tempo pertencente aos quadros daquela casa dos livros, o Círculo de Leitores representava naquela época, ao pensarmos hoje nos poderes da Internet, “a verdadeira rede social erigida em nome da leitura, transformando os costumes portugueses e as paredes das casas de família, com as lombadas e colecções históricas que obrigaram milhões de portugueses a ler, a conhecer os nomes dos autores e a partilhar essa experiência entre pais, filhos (e) vizinhos”. Era a verdadeira fonte do conhecimento para os que queriam ir mais além no seu direito à cultura que se torna também um prazer. Mas um prazer que nos traz sempre algo que se fixa na nossa memória e que nos ajudará mais tarde a melhor reflectir, decidir e actuar. As diferentes ideias que, como Director Financeiro ou como Administrador, Rui Beja permitiu que fossem divulgadas e chegassem às mãos dos leitores contribuiram com toda a certeza para um Portugal mais culto e esclarecido. &lt;br /&gt;Como é natural, para compreendermos a personalidade de Rui Beja, ele dispõe nas primeiras páginas uma completa autobiografia e dela se inferem já muitas ideias que mais tarde viria a por em prática, depois fala-nos dos tempos difíceis em que era necessário lutar por elas e vencer, etapa a etapa, a rota que ele iria traçar, num trabalho dentro do Círculo de Leitores que sempre conhecemos com lealdade e respeito pelos seus colaboradores. Não será possível esquecer – pelo menos no meu caso – o sorriso aberto com o qual nos recebia durante os lançamentos que viriam a tornar-se grandes sucessos editoriais. Era fácil adivinhar, depois de com ele privarmos um pouco, que a sua forma de trabalhar dentro do Círculo era para além de exemplar um verdadeiro estímulo para todos dentro daquela casa darem o melhor de si e do que sabiam. E por isso a ele se devem certamente tais sucessos. Rui Beja era um exemplo a seguir. O Círculo foi até certo ponto o espelho da sua vontade e do seu saber. Cresceu com toda a certeza porque teve à sua frente pessoas que deram o melhor de si para que a cultura fosse elevada ao grau que merece. Lançaram-se novos autores, editaram-se os grandes clássicos da Literatura Portuguesa, traduziram-se os mais ilustres nomes da literatura mundial, não se esqueceu a História, a nossa e a universal, como não se esqueceram as grandes áreas da Ciência na sua vertente mais Técnica ou da Biologia, as Artes, os Ensaios, os livros práticos de divulgação eventualmente mais ligeiros, as religiões, e todo um vasto mundo cultural que hoje constitui o seu enorme catálogo de títulos, muitos deles de há muito esgotados. Rui Beja ficará sempre com um dos nomes que mais influenciou os êxitos que o Círculo de Leitores espalhou pelas nossas casas. Saiu no momento em que uma transformação se aproximava e que certamente não estaria de acordo com os seus critérios. Facilmente se compreende ao observar o que se passa nos dias de hoje. Mas aqui o que importa salientar é como neste livro fica extraordinariamente bem documentado todo o percurso desta verdadeira Casa dos Livros, que foi a sua e que representou uma parte da de todos nós. Rui Beja tinha e tem, posso afirmá-lo com toda a certeza, um grande amor pelos livros. Obrigado Rui Beja pelo prazer que me deu em ler esta obra que aqui coloco agora no meu Amor pelos Livros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler alguns excertos desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/11/janela-dos-livros-rui-beja.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2580359262379297331?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2580359262379297331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2580359262379297331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/11/janela-dos-livros-rui-beja-temas-e.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-apHP3gKjVhk/Ts2dMA7nxWI/AAAAAAAAASU/R9ltC1H4f60/s72-c/ajanrela%2Bdos%2Blivros2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2589877690328843156</id><published>2011-10-04T16:22:00.005+01:00</published><updated>2011-10-04T16:47:16.497+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clássico'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oCN3wGuiSSo/Tosn3qGL3UI/AAAAAAAAAR0/wQBAybxCWH4/s1600/PAIXAO%2BJANE%2BEYRE_r.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-oCN3wGuiSSo/Tosn3qGL3UI/AAAAAAAAAR0/wQBAybxCWH4/s200/PAIXAO%2BJANE%2BEYRE_r.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659661193867681090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PAIXÃO DE JANE EYRE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Charlotte Brontë&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/advanced_search_result.php?keywords=a+paix%C3%A3o+de+Jane+Eyre&amp;x=9&amp;y=7"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua Colecção Clássicos da Europa-América estão publicadas, tal como refere a própria editora, “aquelas obras que ultrapassam o ordálio temporal e que são hoje património da Humanidade”. Se a irmã, Emily Brontë, se tornou mais conhecida principalmente pelo seu romance “O Monte dos Vendavais” que igualmente foi transportado para a 7ª Arte, Charlotte foi a sensação do seu tempo ao lançar para o público &lt;em&gt;A Paixão de Jane Ey&lt;/em&gt;re que foi de imediato bem recebido e consagrado naquela época. Estávamos em 1847 e a crítica dividiu-se. Ou melhor, reconhecendo-se embora que as duas irmãs eram escritoras de génio indiscutível, a personagem Jane Eyre de Charlotte é uma figura que pela primeira vez resolve impor os direitos de independência da mulher que estavam muito limitados pela sociedade inglesa do seu tempo. Mas há dois aspectos que nem todos conhecem. Existe uma relação muito forte entre a vida da própria Charlotte e a personagem Jane do seu livro. Ambas viveram o drama do asilo e de um certo abandono familiar. Este e outros aspectos focados no seu livro são de facto autobiográficos. Charlotte viveu precocemente o que nos descreve e não devemos esquecer que a obra está escrita em forma de diário. São de facto muitas das suas recordações pessoais que ela nos conta. Jane e Charlotte são verdadeiramente umas lutadoras pelos seus mais puros ideais. Naturalmente que ao colocar aqui este clássico da literatura, os leitores mais jovens poderão interrogar-se sobre o interesse do tema e a forma como é descrita a acção da obra. Mas é necessário compreender que muitas das grandes obras da literatura mundial valem pela forma como foram escritas na época em que foram editadas mas sobretudo por nos transportarem aos valores que dominavam esses tempos vividos pelos respectivos autores. E isso é Cultura, infelizmente muito maltratada e até esquecida no mundo actual, preocupados que andamos com o estado a que chegou o desentendimento entre os povos e o desrespeito pelos valores humanitários, para não citar outras razões e factos. Este livro que foi lido e relido pelos jovens que hoje são adultos na casa dos 70/80, pode tornar-se uma forma de revisitar outros tempos, relembrar a própria História Mundial, mesmo assim não muito longe da actualidade, em que estes romances e outros do mesmo género foram as leituras preferidas. Estou portanto à vontade pela sua colocação nesta galeria do meu Amor pelos Livros para, como outros que a seu tempo, se a vida mo conceder, aqui ficarão também. Jane Eyre, cuja infância fora bastante infeliz, consegue subir pela sua força de autocontrolo, lutando contra a adversidade e sempre com a plena consciência de que haveria de encontrar o que ansiosamente procurava. É esta luta que sobressai na sua história e que Charlote Brontë descreve em toda a plenitude do seu génio literário. Foi bem-vinda esta reedição e vivamente aconselhamos a sua leitura a quem porventura não a tenha lido ou que a releiam aqueles para quem esta obra foi uma das suas preferidas em tempos passados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/10/paixao-de-jane-eyre-charlotte-bronte.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2589877690328843156?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2589877690328843156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2589877690328843156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/10/paixao-de-jane-eyre-charlotte-bronte.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oCN3wGuiSSo/Tosn3qGL3UI/AAAAAAAAAR0/wQBAybxCWH4/s72-c/PAIXAO%2BJANE%2BEYRE_r.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-1672456390746826164</id><published>2011-09-08T00:45:00.002+01:00</published><updated>2011-09-08T00:49:31.968+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BywYfilx2Sk/TmgCwugGp3I/AAAAAAAAARk/ab5lOBbWHtY/s1600/PALAVRAS%2BJSARAMAGO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-BywYfilx2Sk/TmgCwugGp3I/AAAAAAAAARk/ab5lOBbWHtY/s200/PALAVRAS%2BJSARAMAGO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649768768675948402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PALAVRAS PARA JOSÉ SARAMAGO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fundação José Saramago&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Editorial Caminho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro, lançado no dia do aniversário da Fundação José Saramago, reune alguns das centenas de textos que foram publicados em todo o mundo após a morte do grande Nobel da Literatura portuguesa. Pilar del Rio, nessa cerimónia onde se reuniram muitos dos autores e dos amigos de Saramago. Disse que foi extraordinariamente difícil fazer essa escolha tal era a quantidade de textos que foram escritos e que estavam guardados na Fundação. Assim depreendemos que se trata da escolha possível onde estão representados nomes da literatura e do jornalismo português, como também de países como Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá,  e por aí fora até ao Reino Unido e Uruguay, enfim ao todo 24 países. Assim, escritores, jornalistas, professores, críticos literários e mesmo políticos ali estão representados nas suas palavras mais ou menos eloquentes, mais ou menos literárias, mas todas elas transmitindo as suas diversas sensibilidades e sobretudo a admiração e o porquê dessa mesma admiração por aquele que era um amigo, um companheiro, um irmão ou um mestre e que tinha partido para uma viagem de onde não se volta. Que poderia eu escrever aqui, para além do muito que também tenho escrito sobre Saramago, para vos deixar este livro admirável no meu AMOR PELOS LIVROS. Nas Palavras para José Saramago está tudo dito - ou quase pois faltará sempre mais a dizer – sobre esta admirável figura que ficará para sempre na nossa História, quer pela importância imortal da sua obra quer pelos seus dotes humanistas de amor pela liberdade e pela paz, combatente sem limites da desigualdade, da corrupção, da miséria, da fome e das injustiças que pululam neste mundo em que vivemos. Amado por muitos, odiado por alguns que não souberam compreender a grandeza das suas virtudes expressas em palavras e gestos, José Saramago, para mim como felizmente para muitos mais por todo esse mundo, não morreu. Estará sempre vivo e presente na nossa memória e aqui fica nesta casa de &lt;strong&gt;Amor pelos Livros &lt;/strong&gt;porque foi por eles que se deu melhor a conhecer e se tornou amado e admirado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler alguns excertos publicados nesta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/09/palavras-para-jose-saramago.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-1672456390746826164?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1672456390746826164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1672456390746826164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/09/palavras-para-jose-saramago-fundacao.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BywYfilx2Sk/TmgCwugGp3I/AAAAAAAAARk/ab5lOBbWHtY/s72-c/PALAVRAS%2BJSARAMAGO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-740211320436310456</id><published>2011-09-08T00:27:00.005+01:00</published><updated>2011-09-10T16:16:22.126+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nxzWENlK-CI/Tmf-OPOTEPI/AAAAAAAAARc/rUlBGWVDKGk/s1600/A%2BCASA%2BDA%2BSABEDORIA_r.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-nxzWENlK-CI/Tmf-OPOTEPI/AAAAAAAAARc/rUlBGWVDKGk/s200/A%2BCASA%2BDA%2BSABEDORIA_r.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649763778117701874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A CASA DA SABEDORIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jonathan Lyons&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Editorial Presença&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Autor conta a história da célebre Casa da Sabedoria, dos califas que a apoiaram e das pessoas que nela trabalharam, a um ritmo absorvente e vibrante. E de facto, é extraordinário como foi entre os árabes que nasceram as grandes descobertas científicas daquele tempo e que depois foram trazidas para o ocidente. Neste livro está bem patente que ao longo da época medieval, ao contrário do que acontecia na Europa, as mais variadas áreas da cultura, desde a filosofia à matemática e a astronomia eram estudadas e largamente desenvolvidas pelas mentes dos sábios islâmicos que não se cansavam de inovar e apresentar soluções para problemas que intrigavam a humanidade. Aproveitando-se de um célebre académico cristão, chamado Adelardo, que viajou largamente pelo Oriente com o propósito de aumentar os seus conhecimentos, o autor acompanha-nos numa viagem espantosa às fontes de sabedoria que se centravam naquelas paragens longínquas, nomeadamente a célebre Biblioteca real de Bagdad, conhecida de facto como a Casa da Sabedoria. Ali se reunia toda a vasta série de descobertas originadas no pensamento oriental. É notável como a língua árabe foi durante muito tempo aquela que permitia uma troca valiosíssima de saberes e obras primitivamente escritas em idiomas ocidentais eram de imediato traduzidas para o árabe. Não existe aqui, nem essa foi a ideia do autor qualquer aprovação dos desmandos de etnias radicais e fundamentalistas que hoje fervilham nessas regiões. É curioso, no mundo actual e na presente crise, que parecem ambas dividir o Oriente e o Ocidente, concluirmos que os povos do outro lado desta barricada que se tem formado entre um mundo e o outro, foram de facto os iniciadores de todo o conhecimento que depois foi desenvolvido deste lado em que nos situamos. E é pena que não exista a paz e entendimento suficiente para tentarmos viver, num respeito mútuo pelas tradições particulares de cada um, sem coarctar a liberdade e respeitando os mais elementares direitos humanos. Não fosse de facto a crise actual e as divisões a que estamos a assistir e seria com um prazer muito maior que aqui deixaria esta Casa da Sabedoria no meu Amor pelos Livros, lugar que de facto merece pela verdade que nos transmite e pelos ensinamentos valiosos que nos traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/09/casa-da-sabedoria-jonathan-lyons.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-740211320436310456?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/740211320436310456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/740211320436310456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/09/casa-da-sabedoria-jonathan-lyons.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nxzWENlK-CI/Tmf-OPOTEPI/AAAAAAAAARc/rUlBGWVDKGk/s72-c/A%2BCASA%2BDA%2BSABEDORIA_r.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-8992594623929340804</id><published>2011-09-08T00:16:00.003+01:00</published><updated>2011-09-08T00:19:22.863+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--AGuFxIxs1k/Tmf7egxXweI/AAAAAAAAARU/ZdFFpw0tRNQ/s1600/OCTOPUS_r.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--AGuFxIxs1k/Tmf7egxXweI/AAAAAAAAARU/ZdFFpw0tRNQ/s200/OCTOPUS_r.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649760759171236322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conspiração OCTOPUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Daniel Estulin &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ed. A Esfera dos Livros&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Estulin tornou-se mundialmente conhecido com os livros em que descreveu tudo o que até aí tinha sido silenciado sobre as célebres reuniões dos membros do Clube Bilderberg. Neste mesmo espaço poderão rever as notas que então escrevi sobre essas obras. 3 milhões de obras vendidas em 75 países dão uma ideia do interesse despertado no público que ficou a saber como eram montados os cordelinhos da política – estava tentado a dizer “dos politiqueiros” – no mundo em que vivemos e sofremos. Quem são, como agem, quem os informa, enfim, tudo isso Estulin conseguiu investigar. E o certo é que desde então pouco se tem ouvido falar de tais reuniões. Desta vez, o consagrado jornalista e escritor, resolveu trazer-nos o seu primeiro romance no género Thriller . E nada de mais actual do que na grave crise económica que o mundo atravessa, descrever mais uma vez como uma poderosa organização secreta que dá pelo nome de Octopos, ou seja o Polvo, tenta reunir os códigos de contas dos grandes especuladores bancários, das enormes contas que uns tantos corruptos reuniram à custa do trabalho dos que mais sofrem. E embora as intenções de tal seita também não esteja imbuída dos mais elementares escrúpulos humanistas, o que o autor, com a sua enorme experiência de investigador, nos vai descrevendo são novamente os meandros de um mundo obscuro onde prevalecem os falsos valores que dominam a actualidade. O que poderia ser um simples thriller está baseado em informações seguras que ele conseguiu sempre obter. A crise mundial em que vivemos só poderia ser salva por um homem que no livro acaba por ser assassinado. Claro que nos fica a pergunta de como seria isso possível. Sonho imaginado de alguém que não é suposto poder existir e que conseguisse dominar todos os recantos onde se esconde todo o tipo de especulação que oprime os mais fracos e desprotegidos, não seria assim que o problema mundial se resolveria. Mas o livro vale pela descrição que novamente o autor consegue trazer-nos, agora sob a forma romanceada que pode e deve ser lida de modo diferente dos seus livros anteriores, do que se está passando à nossa volta. Digamos que é um outro modo de nos informar sobre aquilo que se passa. E talvez seja também um modo de nos ajudar a melhor pensar e reagir sobre a forma como sair deste fosso em que alguns, poucos, lançaram o resto da humanidade. Os resultados estão todos os dias nas notícias difundidas pelos órgãos da comunicação social sobre a situação nos mais diversos países, mesmo aqueles que até há pouco tempo julgávamos livres e ilesos do alcance de uma crise que tal como dizia alguém que muito admiramos, escritor insigne, muitas vezes aqui lembrado: “A crise actual não é uma crise económica. É uma crise de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/09/conspiracao-octopus-daniel-estulin.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-8992594623929340804?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8992594623929340804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8992594623929340804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/09/conspiracao-octopus-daniel-estulin-ed.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--AGuFxIxs1k/Tmf7egxXweI/AAAAAAAAARU/ZdFFpw0tRNQ/s72-c/OCTOPUS_r.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7870940306911280643</id><published>2011-08-07T23:24:00.007+01:00</published><updated>2011-09-10T16:18:27.085+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iuvmtsDLcG4/Tj8RxHV5z7I/AAAAAAAAAQc/AWZTase2f3Y/s1600/HISTORIA%2BDAS%2BCOISAS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-iuvmtsDLcG4/Tj8RxHV5z7I/AAAAAAAAAQc/AWZTase2f3Y/s200/HISTORIA%2BDAS%2BCOISAS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638244793973329842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A HISTÓRIA DAS COISAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Annie Leonard&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.presenca.pt/livro/nao-ficcao-e-ensaio/economia/a-historia-das-coisas/?fz=Listagem+Por+Pesquisa&amp;search_word=Sociedade Global"&gt;Editorial Presença&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário ler o que aparece em subtítulo descritivo neste livro de Annie Leonard, conhecida pelo seu activismo e ousadia na defesa de uma sociedade mais sustentável e menos consumista, para ter uma ideia da sua importância nas actuais circunstâncias do mundo em que vivemos. A autora pretende demonstrar “como a nossa obsessão pelo consumo excessivo está a destruir o planeta e o que fazer para mudar essa tendência”. Na crise actual que atravessamos e que já vem de há muitos anos atrás será bom que nos debrucemos sobre os exemplos que nos são apresentados, apesar de se referirem a uma vivência nos Estados Unidos que Annie Leonard presenciou e estudou. E aproveito também para mais uma vez, eu próprio referir um outro escritor que aliás tenho citado por várias vezes na minha actividade profissional ao longo dos últimos quarenta anos a respeito da sua obra mais conhecida. Ainda há cerca de um ano eu referia Vance Packard e Plétora – a sua cidade imaginária - num blogue &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(http://portudo-e-pornada.blogspot.com/2010/08/culpa-e-do-sistema.html&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) que assino juntamente com um grande amigo. Plétora era a cidade símbolo do consumismo cujos habitantes não tinham mais para fazer senão consumir, consumir, consumir em alto grau, de tal modo que os altifalantes, colocados às esquinas das ruas, aconselhavam dia e noite as pessoas a comprar mil e um produtos no supermercado mais próximo. No livro &lt;em&gt;A História das Coisas&lt;/em&gt;, as “coisas” (no original The Story of Stuff) são precisamente a série interminável de objectos, incluindo bugigangas e outros artefactos, cuja constante substituição não acrescenta nada de importante para o nosso quotidiano e muito menos para a nossa civilização. É evidente que a autora não pretende negar o progresso e a indústria que nos fazem chegar artigos inovadores, desde que eles não incluam como é muito vulgar acontecer, produtos tóxicos e perigosos para o meio ambiente. Mas o que teremos forçosamente de evitar é que persista a ideia de que temos de substituir algo que já temos por outro igual, apenas porque tem mais um pequeno botão insignificante que o torna mais cómodo ou aparece com um design mais atraente, ao gosto da moda, levados por uma publicidade enganosa mas muito eficiente para dar a volta aos nossos cérebros. Entretanto, tudo aquilo que deitamos para o lixo e que ainda estaria em condições de ser usado durante muito mais tempo, foi concebido com uma parte importante dos nossos recursos naturais que não são inesgotáveis. Annie Leonard constatou que devido à recessão económica que teve início em 2008 nos Estados Unidos se nota uma diminuição considerável do lixo que é colocado nos passeios. Apesar de ser um sinal positivo de que algumas pessoas estão a mudar o seu modo de vida, isso deve-se ao facto de terem sido obrigadas a comprar menos e a poupar o seu dinheiro. É pena que as acções para combater o desperdício não tenham partido de uma perfeita compreensão da necessidade de o fazer independente de haver ou não menos dinheiro mas trata-se a nosso ver de uma ocasião excepcional para criar em todos nós hábitos que serão absolutamente necessários para conservar este planeta em condições perfeita sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/08/historia-das-coisas-annie-leonard.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7870940306911280643?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7870940306911280643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7870940306911280643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/08/historia-das-coisas-annie-leonard.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-iuvmtsDLcG4/Tj8RxHV5z7I/AAAAAAAAAQc/AWZTase2f3Y/s72-c/HISTORIA%2BDAS%2BCOISAS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5800656614455301348</id><published>2011-07-31T16:58:00.008+01:00</published><updated>2011-08-13T01:58:13.743+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Medicina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CMmLaYCCKZM/TjV8KM_GYLI/AAAAAAAAAQE/CmY3r6GZPMk/s1600/A%2BMEDICINA%2BE%2BAS%2BMITOLOGIAS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-CMmLaYCCKZM/TjV8KM_GYLI/AAAAAAAAAQE/CmY3r6GZPMk/s200/A%2BMEDICINA%2BE%2BAS%2BMITOLOGIAS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635547023450464434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A MEDICINA E AS MITOLOGIAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mitos antigos e modernos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Armando Moreno&lt;br /&gt;Ed. Medilivro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra mais recente de Armando Moreno, o insigne Médico e Professor Catedrático da Universidade Técnica de Lisboa, vem acrescentar mais um trabalho à sua importante área de escritor a que igualmente se dedicou. Se é de realçar o seu curriculum médico nomeadamente na área da Ortopedia e respectiva cirurgia, com dezenas de trabalhos científicos e de investigação publicados, temos de salientar a sua extensa obra literária. E bastaria citar dois exemplos como O Mundo Fascinante da Medicina, em 12 volumes, e Médicos Escritores Portugueses de que foram feitos 12 episódios transmitidos pela RTP, onde também esteve presente noutras séries de programas, para ser de facto uma referência no meio médico nacional e internacional. A sua carreira de cirurgião ortopedista é bem conhecida pelas inovações criadas nesse domínio, em épocas onde eram raras tais intervenções com sucesso. Mas a sua bibliografia abrange também o romance, contos, poesia e teatro e vários ensaios literários. Conheço bem muitas das suas obras e têm um lugar seguro nas minhas estantes, amigos que somos, eu e o autor, diria mesmo mais do que amigos tão grande é a amizade que nos une, franca e leal. Mas mesmo que tal não acontecesse esta sua obra teria de ficar aqui “&lt;em&gt;receitada&lt;/em&gt;”, já que de um médico-escritor se trata, ressalvando no entanto como ele próprio o diz na badana da capa que nela “&lt;em&gt;o leitor não encontra descrições de patologias, muito menos de terapêutica&lt;/em&gt;”. &lt;em&gt;A Medicina e as Mitologias&lt;/em&gt; é o resultado evidente dos seus conhecimentos na área da Medicina e de um exaustivo trabalho de pesquisa nos mitos da História Antiga e Moderna. O autor extrai da comparação entre o mito e o pormenor existente na realidade médica a sua conclusão lógica. A excelência dos comentários com que finaliza a sua análise, seja ela médica ou simplesmente social, é bem demonstrativa da personalidade do autor. Exímio na escrita como o foi na medicina, onde foi galardoado com prémios internacionais pelas suas intervenções, Armando Moreno não deixa de nos surpreender, aliando ao vértice da exactidão histórica a transposição para preocupações actuais de carácter humanístico e social. Dir-se-ia que estamos muitas vezes perante um historiador e um crítico. Como ele próprio afirma na Introdução “&lt;em&gt;a finalidade dos Comentários, a propósito de cada Mito e de cada área médica, consiste, antes de tudo, em trazer para a modernidade os Mitos que, sendo representantes da tradição popular, se encontram, em muitos casos, vivos entre nós. Como interpretar nos nossos dias o Mito da Pandora? Que significado pode assumir o mito de Prometeu na vida moderna?”&lt;/em&gt; De facto, é na descrição e na sua análise que vamos surpreender-nos com temas e factos que estariam esquecidos por muitos de nós ou mesmo nos seriam totalmente desconhecidos. Se quase todos sabem o que significa o Calcanhar de Aquiles, onde se situa esse órgão no corpo humano e quem foi Aquiles, muitos não conhecerão porque era frágil aquela parte quase escondida do nosso pé. E também serão muitos os leitores que desconhecem a relação entre Poirot e a Anatomia do Pâncreas. São mais de 3 centenas de mitos que se estendem pelas Mitologias Clássica, Celta, Nórdica, Egípcia, Árabe e outras, como ainda ao culto mariano e santos populares que se estendem pelos 6 capítulos em que a obra está dividida abrangendo a Anatomia, Fisiologia, Cirurgia e outras especialidades médicas, assim como temas relacionados com a saúde. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CUZuNm7rlUo/TjV9TWcOgxI/AAAAAAAAAQM/WBLBH0fYcHs/s1600/CUPIDO%2BE%2BPSIQUE_FRAN%25C3%2587OIS%2BGERARD_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 114px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-CUZuNm7rlUo/TjV9TWcOgxI/AAAAAAAAAQM/WBLBH0fYcHs/s200/CUPIDO%2BE%2BPSIQUE_FRAN%25C3%2587OIS%2BGERARD_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635548280119001874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De salientar ainda as muitas reproduções a cores de grandes obras da Pintura Universal, ilustrando naturalmente alguns dos mitos. Haveria muito mais razões para justificar a presença d’ “A Medicina e as Mitologias” e do seu autor Armando Moreno neste espaço de Amor pelos Livros. Na impossibilidade de enumerá-las todas resta-me a esperança de que, por falta do meu engenho, a análise simples que aqui faço seja suficiente para despertar o interesse dos leitores. Este livro tem ainda uma característica importante nos dias de hoje: é a possibilidade de o ir lendo de vez em quando, conforme a nossa disponibilidade de tempo, sem o perigo de perder a continuidade necessária numa história ou no enredo de um romance. Isto, embora estando cientes de que o entusiasmo pela novidade e pelo que vamos aprendendo nas mais de 400 páginas nos levará bem depressa a chegar ao seu termo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/07/medicina-e-as-mitologias-armando-moreno.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5800656614455301348?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5800656614455301348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5800656614455301348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/07/medicina-e-as-mitologias-mitos-antigos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CMmLaYCCKZM/TjV8KM_GYLI/AAAAAAAAAQE/CmY3r6GZPMk/s72-c/A%2BMEDICINA%2BE%2BAS%2BMITOLOGIAS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2403977952441792980</id><published>2011-06-18T21:00:00.003+01:00</published><updated>2011-06-25T20:20:56.659+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nota do autor do Site'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;NOTA DO AUTOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Gil Montalverne&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este local que criei com muito carinho e dedicação tem estado sem actualização normal mas isso não significa que esteja encerrado. Por razões que se prendem com o excesso de trabalho e porque foi e continua a ser meu desejo colocar aqui os títulos com a minha análise pessoal, o que me obriga a ler com atenção o seu conteúdo, eles estão comigo mas não tive oportunidade de fazer essa análise convenientemente, o que penso será resolvido em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto abri uma excepção que se segue a esta nota com um texto da minha autoria que assinala o aniversário do falecimento de José Saramago, o Grande Homem e ilustre escritor, cuja Biografia, por simples coincidência, é precisamente a mais recente obra colocada neste espaço. &lt;br /&gt;À vossa atenção, se o desejarem, ficam as palavras que lhe dediquei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2403977952441792980?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2403977952441792980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2403977952441792980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/06/nota-do-autor-este-local-que-criei-com.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-8892036518326660666</id><published>2011-06-18T20:08:00.001+01:00</published><updated>2011-06-25T20:14:09.128+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gDYWSlPodKU/TgYzBjSdv8I/AAAAAAAAAP8/rvP3swNwMPA/s1600/SARAMAGO_FUNDA%25C3%2587%25C3%2583O_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-gDYWSlPodKU/TgYzBjSdv8I/AAAAAAAAAP8/rvP3swNwMPA/s200/SARAMAGO_FUNDA%25C3%2587%25C3%2583O_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622237286564216770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ATÉ SEMPRE SARAMAGO!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Gil Montalverne&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz hoje um ano que ele partiu. Para onde não sabemos ao certo. O que temos a certeza é que só ele conhecia pois como escreveu no Memorial do Convento "&lt;em&gt;…não subiu para as estrelas, se à terra pertencia". &lt;/em&gt;Numa cerimónia que hoje teve lugar em frente à Casa dos Bicos, futura sede da Fundação, reunindo familiares e amigos, tal como era seu desejo, Pilar depositou parte das suas cinzas junto à oliveira centenária vinda de Azinhaga da Fonte, sua terra natal, junto da qual se sentava quando ali se deslocava e que existia desde os seus tempos de menino. Em vez de uma estátua está à sua sombra um banco de jardim - "para que as pessoas ali se possam sentar, recordar o escritor ou ler as suas obras". Inscrita no chão está igualmente a frase que cita no seu romance. Ali, à sombra da sua Oliveira e junto às suas cinzas, a que pelas mãos do Presidente da Câmara de Lisboa foi depositada terra que veio de Lanzarote, onde terá vivido uma das fases mais felizes da sua vida, fica-nos em todos um sentimento único de que estamos com ele. Ele estará sempre connosco. Saramago, o homem que mais do que a si próprio amava toda a humanidade, não partiu. Até sempre Amigo! Até sempre, Saramago. &lt;br /&gt;Faz amanhã um ano que eu “estive com ele” como sempre. E então encontrei-me a escrever assim:&lt;br /&gt;A notícia apareceu de repente, inesperada para muitos de nós, embora sabendo que o teu estado de saúde, ou de doença, nestes últimos tempos não augurava nada de bom. Mas como a esperança é a última coisa a desaparecer, pensávamos que mais uma vez irias recuperar. Assim não aconteceu. A notícia anunciou o teu falecimento às 12.30 deste dia 18 de Junho. Mas uma coisa é certa: ao resolver partir para onde - como tu acreditavas - nada existe, a morte não te levou. Tal como dizia o poeta “és daqueles a quem a lei da morte libertou”. Não morrerás porque os homens como tu são verdadeiramente imortais. Não apenas – e já seria muito – pelo merecido Prémio Nobel que honrou a Literatura Portuguesa, inscrevendo o teu nome nessa lista de grandes celebridades mundiais que ficarão para as gerações futuras, nem pelos outros grandes prémios com que foste distinguido e os mais diversos doutoramentos Honoris Causa, mas pelas obras que nos deixaste, pela coerência do teu pensamento, pela tua paixão em prol das liberdades e dos direitos de toda a comunidade, pelo teu profundo humanismo, pela bondade expressa nos teus actos, pelo teu olhar em defesa dos mais desfavorecidos. É curioso até como chegavas não só a respeitar como até por vezes a amar os teus próprios inimigos. Uma alma grande como a tua faz-nos realmente falta. Lamento não poder ler mais nenhuma das tuas obras que haverias ainda de nos legar. Terei de limitar-me a reler as que escreveste e que tenho comigo. Reler os teus cadernos onde deixaste, em minha modesta opinião, o teu verdadeiro retrato, as tuas preocupações com o caminho que o mundo ia percorrendo, desmascarando as vilanias que o povoam ou enaltecendo quem defendia a verdade e a justiça. Ali, nesses escritos diários, está sempre e sempre toda a grandeza do homem que és (ia a dizer que foste), aquele homem que não esqueceu nunca os dias da sua infância pobre e simples apesar de ter subido tão alto, o teu enorme e profundo sentido do que é ser um homem verdadeiramente Bom, a tua preocupação permanente em encontrar soluções para o que julgamos ter perdido. &lt;br /&gt;A última mensagem deixada no teu blogue que ia sendo actualizado nestes últimos tempos por ti, pela Pilar e pela Fundação mas nestes dois últimos casos com os textos que são teus, fica bem como sinal das tuas preocupações com o mundo actual e com um conselho que talvez valha a pena seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim é de facto Querido Amigo (se me permites). Precisamos de pensar e reflectir. Precisamos de encontrar as ideias que tendem em faltar-nos, sobretudo se apenas pensarmos em nós próprios. É preciso, como tantas vezes disseste, olhar bem à nossa volta e repensar o que andamos a fazer. Isto, se quisermos reencontrar a verdadeira felicidade perdida. É que ela só existirá quando a virmos reflectida em tudo à nossa volta. E por estar convencido - e certamente não sou o único – que ao continuar a ter-te a meu lado com o que escreveste e com o que és (novamente ia a dizer “que foste”) é que te digo com toda a sinceridade: Até Sempre Saramago!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-8892036518326660666?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8892036518326660666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8892036518326660666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/06/ate-sempre-saramago-gil-montalverne-faz.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gDYWSlPodKU/TgYzBjSdv8I/AAAAAAAAAP8/rvP3swNwMPA/s72-c/SARAMAGO_FUNDA%25C3%2587%25C3%2583O_1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-1935156333604244129</id><published>2011-03-29T00:29:00.010+01:00</published><updated>2011-06-01T23:01:25.782+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-w9FiMyMh_Lw/TZEadH3ngLI/AAAAAAAAAPw/k8BHKkaYU_4/s1600/SARAMAGO%2BBIOGRAFIA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-w9FiMyMh_Lw/TZEadH3ngLI/AAAAAAAAAPw/k8BHKkaYU_4/s200/SARAMAGO%2BBIOGRAFIA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589277700174348466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JOSÉ SARAMAGO – Biografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;João Marques Lopes&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.guerraepaz.net/conteudo.aspx?caso=ecommerce&amp;lang=pt&amp;id_object=712&amp;name=BIOGRAFIA---JOSE-SARAMAGO"&gt;Guerra e Paz Edições&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma “pequena” Biografia de José Saramago (“pequena” porque tem apenas 165 páginas sobre a vida de uma grande Homem). Isso não desmerece, naturalmente, o autor nem o biografado. Foi escrita e publicada antes do falecimento do Nobel da Literatura Portuguesa. Entre os títulos já publicados pelo autor, Licenciado em Filosofia pela Universidade de Letras de Lisboa, contam-se as biografias de Almeida Garrett, Eça de Queirós e Fernando Pessoa. Mas esta é na verdade a primeira biografia de um dos escritores mais importantes da Literatura Portuguesa. José Saramago nunca escondeu, antes pelo contrário, os primeiros anos da sua vida nascido na Aldeia da Azinhaga, Golegã, num meio dos rurais mais desfavorecidos, numa casa de terra batida que já pertencera ao seu avô, guardador de porcos. Nas muitas crónicas e artigos que escreveu, sempre relatou em pormenor as dificuldades passadas nesses primeiros anos, assim como viria a contar, ao mesmo tempo que comentava episódios da actualidade com aquela independência e agudeza que sempre caracterizou a sua obra, momentos difíceis da sua meninice que por vezes chegavam a ser apresentados com certa nostalgia como se afinal tivessem sido importantes – e foram certamente – para a sua formação intelectual. É que ele também tivera os seus sonhos como qualquer criança e sobretudo aprendera a conhecer o que significa a existência da desigualdade que separa os homens entre si. Mais tarde, quando desempenhava funções no Diário de Notícias, saía ao fim da tarde para ir passar longas horas, até lhe ser permitido, numa das salas de Leitura do Palácio Galveias, devorando as mais variadas obras dos grandes escritores e pensadores, o que de certo contribuiu para o conhecimento mais profundo do significado da vida e dos verdadeiros valores humanitários. Adorado por muitos e odiado por alguns que nunca aceitaram a sua independência e a sua defesa dos valores em que acreditava, combatendo a mentira e a falta dos mais elementares princípios éticos, Saramago permaneceu igual a si próprio até aos últimos momentos. Como já aqui dissemos neste mesmo espaço do AMOR PELOS LIVROS, no próprio dia em que viria a falecer, ao escutar os comentários feitos por alguns dos seus amigos que em voz baixa, num recanto do quarto onde ele se encontrava deitado, falavam sobre a crise actual, Saramago ainda foi capaz de juntar o seu dizendo: &lt;em&gt;“Não se trata de uma crise económica mas de uma crise de valores”. &lt;/em&gt;Que lucidez extraordinária a daquele homem ao qual restavam apenas algumas poucas horas de vida. Mas afastei-me da essência desta Biografia publicada antes da sua morte e à qual só agora tive acesso. É a Biografia possível para definir perfeitamente o que foi o seu trajecto de vida, a sua acção em defesa dos ideais muito próprios em que acreditava, um pouco do histórico do muito que deixou escrito, para além dos seus livros memoráveis, em jornais e revistas da época, em Portugal e nos outros países. O autor relembra portanto para além das suas obras mais significativas, as crónicas no “&lt;em&gt;Jornal do Fundão&lt;/em&gt;” e na “&lt;em&gt;Capital”&lt;/em&gt; ou a crítica literária que fazia na &lt;em&gt;“Seara Nova”. &lt;/em&gt;Em todo esse vasto mundo que descrevia e nos personagens que criou, Saramago mostrou o reflexo de muitas das suas lutas, das afrontas de que foi alvo por pensar como pensava e escrever como pensava, sempre fiel à verdade em que acreditava e desmascarando o que muitas vezes se esconde sob falsas crenças e atitudes. Faltará por certo escrever a grande Biografia da sua vida, para tornar mais fácil o muito que ele próprio deixou escrito sobre ela. Mas esta Biografia de João Marques Lopes merece ser lida por quem queira conhecer o essencial do seu trajecto até praticamente aos últimos dias da sua vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/03/biografia-jose-saramago-joao-marques.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-1935156333604244129?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1935156333604244129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1935156333604244129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/03/jose-saramago-biografia-joao-marques.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-w9FiMyMh_Lw/TZEadH3ngLI/AAAAAAAAAPw/k8BHKkaYU_4/s72-c/SARAMAGO%2BBIOGRAFIA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2298920733429235569</id><published>2011-03-24T18:23:00.007Z</published><updated>2011-03-26T00:01:00.757Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matemática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-pvegGaHfAOI/TYuNiJvK2tI/AAAAAAAAAPo/ZE7HttuRQSU/s1600/HISTORIA%2BDA%2BMATEMATICA_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-pvegGaHfAOI/TYuNiJvK2tI/AAAAAAAAAPo/ZE7HttuRQSU/s200/HISTORIA%2BDA%2BMATEMATICA_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5587715380552063698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA DA MATEMÁTICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Victor J. Katz&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.montra.gulbenkian.pt/content.aspx?contentid=72105620-DD28-4EF8-837C-613E476802C3&amp;channelid=09C58C48-FE8C-4579-8503-7C4EB51D6C36&amp;schemaid=F4925399-2C83-4518-84D3-9C84DDCF3706"&gt;Fundação Calouste Gulbenkian&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de mim ter a pretensão de vir aqui “dissertar” sobre o conteúdo deste livro. Então porquê a sua inclusão neste espaço? O ensino da Matemática tem sido desde há vários anos objecto e tema para os mais variados debates e muitas das causas das fraquíssimas notas dos nossos alunos dos primeiros anos do ensino secundário nessa matéria foram sendo apresentadas como devidas ao fraco ou mesmo mau ensino da matemática. Foram nomeadas comissões de personalidades ligadas ao ensino, à ciência, filosofia, pedagogia e a muitos outros ramos do saber, inclusive da literatura, a fim de resolver essa situação. De um modo geral, a questão que acabava sempre por se colocar era o porquê da falta de interesse dos alunos pela Matemática. E muitos concordaram que seria necessário criar nos jovens uma apetência de carácter mais rigoroso do interesse que a Matemática sempre teve, tem e continuará a ter em quase todos os problemas do nosso dia-a-dia, qualquer que seja a ocupação ou a formação universitária. Ela está e estará sempre presente para resolver os problemas, tecnológicos ou não. Victor Katz, Doutorado em Matemática e professor emérito da Universidade de Colúmbia, dedicou-se à História da Matemática e sua utilização pedagógica, sendo autor de conceituados livros de estudo sobre as teorias da Matemática e de interessantes artigos nesse âmbito na Revista &lt;em&gt;American Scientist&lt;/em&gt;. Victor Katz recebeu o Prémio Watson Davis da Sociedade de História da Ciência, por este seu livro agora traduzido por uma equipa de tradutores proposta pelo Prof. Nuno Crato, com revisão e uniformização do Prof. Jorge Nuno Silva do Departamento de História e Filosofia da Universidade de Lisboa. Esta obra preenche exactamente os fundamentos que presidem a criação pela Fundação Gulbenkian da sua colecção de Manuais Clássicos, destinados a auxiliar estudantes e professores que nem sempre conseguem encontrar as obras necessárias para o incentivo e auxílio nas matérias que pretendem estudar ou melhor compreender o seu alcance a nível social. O próprio Victor Katz escreve no prefácio que “&lt;em&gt;o conhecimento de história da Matemática mostra aos estudantes que a matemática é um empreendimento humano importante. A Matemática não foi criada em forma polida com que aparece nos livros de texto, foi antes desenvolvida muitas vezes de forma intuitiva e experimental respondendo à necessidade de resolver problemas. A evolução dos conceitos matemáticos pode ser utilizada com sucesso na sensibilização e motivação dos estudantes de hoje.&lt;/em&gt;” &lt;br /&gt;Se outras razões não existissem isto bastaria para que esta obra pertencesse ao Amor pelos Livros mas existem outras razões. Pelo que já nos foi dado ler e apesar das restrições impostas pela formação profissional que não possuo nesta área, posso garantir que nas cerca de mil e cem páginas encontrei nos diversos capítulos em que a obra está dividida muita informação que para além de curiosa me ajuda a ter uma noção completamente diferente da própria História das diversas civilizações nas quais a Matemática teve sempre um papel importante. Desde escrita em plenas rochas, placas de argila ou papiros por cuidadosos escribas há milhares de anos antes de Cristo, é fantástico como ela presidia a muitas decisões que tinham de ser tomadas pelos soberanos ou sacerdotes para os mais variados fins. Era necessário calcular por exemplo o nº de operários ou de pães para os alimentar a fim de construir edificações, algumas das quais ainda hoje podemos admirar. E se isso foi por exemplo feito na Mesopotâmia 3.500 a.C. também foram encontrados registos nos famosos “&lt;em&gt;ossos oráculo&lt;/em&gt;”, curiosos fragmentos de ossos com inscrições gravadas, datados de 1.700 a.C. na China, durante a dinastia Shang. Ficamos melhor informados de como foi sempre um problema de contagem a noção da matemática mais simples, desde por exemplo a conhecida anotação por barras sucessivas para representar números. Mas desde os primórdios que os chineses já usavam potências de 10 num sistema multiplicativo. A variedade é possível para qualquer pessoa com um mínimo de conhecimentos poder encontrar valiosas contribuições para os aumentar. Existem por exemplo dois capítulos dedicados à Astronomia e Matemática, Biografias de destacadas figuras em caixas separadas, tópicos especiais como por exemplo a discussão da influência egípcia na matemática grega. Encontramos a cada passo a explicação real de muitos probleminhas que nos são muitas vezes apresentados em jornais e revistas como curiosidades do mundo da matemática sob a forma de entretenimento. Quantas pessoas que conhecem livro de poemas Rubaiyat de Omar Khayyam, traduzido em quase todos os idiomas como uma das maravilhas da Poesia Persa, saberão que ele foi também um dos grandes matemáticos do seu tempo? Platão, o grande filósofo, discípulo de Sócrates, foi também um geómetra excepcional que ajudou a resolver pelo menos um problema, onde eram necessárias noções de cálculo, durante uma curiosa visita ao Egipto. Tratava-se por exemplo nessa época de saber como duplicar um cubo, isto é um cubo que tivesse o dobro do volume do original, Isto num tempo em que não se conhecia a operação de raiz cúbica nem tampouco de raíz quadrada. No tempo da civilização Inca, ainda sem qualquer linguagem escrita, já existia um sistema de numeração lógico fazendo os registos por meio cordas e nós. A obra também inclui um capítulo dedicado ao nosso grande matemático Pedro Nunes. E ao longo da História da Matemática também já nos tempos mais próximos se fala de alguém, o matemático Babbage, que foi segundo se julga o primeiro criador de uma máquina que viria dar a origem ao nosso computador actual. E naturalmente vem depois Alain Turing e por aí fora até aos dias de hoje. Portanto, creio que consegui demonstrar o interesse para todos os que desejarem ampliar os seus conhecimentos em ler algumas partes desta obra, sendo que outras serão efectivamente mais indicadas para estudantes e professores dessa matéria tão importante que é a Matemática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/03/historia-da-matematica-victor-j-katz.html    "&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2298920733429235569?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2298920733429235569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2298920733429235569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/03/historia-da-matematica-victor-j.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-pvegGaHfAOI/TYuNiJvK2tI/AAAAAAAAAPo/ZE7HttuRQSU/s72-c/HISTORIA%2BDA%2BMATEMATICA_2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4105802032081981977</id><published>2011-03-22T18:04:00.003Z</published><updated>2011-03-26T23:18:31.079Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Kk8E6NgWCzE/TYjlXgfo3cI/AAAAAAAAAPg/UNjvd485QTU/s1600/DIGA%2BADEUS%2BAOS%2BMITOS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Kk8E6NgWCzE/TYjlXgfo3cI/AAAAAAAAAPg/UNjvd485QTU/s200/DIGA%2BADEUS%2BAOS%2BMITOS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586967529775488450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diga Adeus aos Mitos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dr. AAron  Carrol / Dra.Rachel Vreeman&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.guerraepaz.net/conteudo.aspx?caso=ecommerce&amp;lang=pt&amp;id_object=723&amp;name=DIGA-ADEUS-AOS-MITOS!"&gt;Ed. Guerra e Paz&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral quase podemos afirmar que a maior parte das pessoas sabe o que é um mito. E quando a pergunta lhes é feita responderá de imediato que se trata de algo que não é verdade. O problema mais importante é quando não se sabe distinguir o mito da realidade. E ao longo de toda a história do homem na terra ele sempre necessitou de acreditar nos seus mitos. Sempre teve necessidade de acreditar em qualquer coisa para viver mais feliz, para esconder os seus medos, para justificar fenómenos que não compreendia. E assim mesmo antes de ser conhecida a escrita, nasciam relatos simbólicos, passados oralmente, de geração em geração, narrando e explicando determinados factos ou fenómenos. Não é necessário lembrar a mitologia grega ou romana, para só citar duas delas, onde se encontram bem definidos os deuses e deusas nos quais o povo acreditava. E não queremos entrar mais profundamente neste tema para não concluir como desse modo nasceram todas as religiões antigas e actuais. Digamos portanto que, embora, quase sem excepção, tenham dado origem a guerras e carnificinas e mesmo actualmente nos radicalismos que subsistem tal continue a verificar-se não é desses mitos que os autores deste livro resolveram falar. Como médicos e professores na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, eles dedicaram as suas investigações a um outro tipo de mitos que têm a ver com o nosso corpo e com a nossa saúde. Quase todas as pessoas ouvem ou pensam diariamente em coisas sobre o nosso corpo e a nossa saúde que não são verdade. A maior parte delas não foram sequer testadas ou foram cientificamente comprovadas falsas. E no entanto continuamos a vê-las nas revistas ou na televisão e ouvi-las até em reuniões de amigos. Mascar pastilha elástica ajuda a lavar os dentes ou os “andarilhos” ajudam os bebés a andar mais cedo são apenas dois dos mais de 80 mitos que este livro vos convida a esclarecer. E a sua utilidade é de facto enorme. Os mitos apresentados estão na sua grande parte comprovados pela ciência. E mesmo alguns cuja positividade possa não estar plenamente esclarecida e reconhecendo que nem sempre é possível provar uma negação de que algo possa não vir a acontecer, tal não quer dizer que se deva esperar que aconteça. Apesar de, como médicos que são (e sabemos como isso é comum acontecer), nem sempre o que eles dizem é a verdade absoluta, quando existem provas irrefutáveis estarão sempre do lado da ciência. Muitos destes mitos aqui apresentados foram anteriormente publicados no &lt;em&gt;British Medical Journal &lt;/em&gt;em 2007 provocando as reacções mais contraditórias. Mas, como sabemos, existirá sempre alguém que não suporta a queda de um mito. É difícil, claro, destruir algo que foi contado e ouvido durante centenas, senão mesmo milhares de anos. Os dois autores têm a noção de que é vulgar hoje em dia existir muita gente que considera que nem sempre os médicos possuem a solução exacta para resolver determinados problemas. Mas o certo é que eles baseiam as suas respostas a esses casos na sua aprendizagem e nos seus conhecimentos para melhor os poderem resolver. E com base em tais deduções estarão com toda a certeza muito perto da verdade. Pelo menos melhor do que aqueles que o não são. Os leitores devem estar preparados para aceitar os factos relatados que foram cientificamente comprovados. E se num caso ou noutro tal não acontecer, ficamos a saber que, pelo menos, nada há de concreto sobre a matéria. E tal como dizíamos atrás, sempre que não seja possível ter provas de que determinado facto possa não vir a acontecer não significa que ele aconteça. Num tempo em que se tem um enorme acesso a muita informação médica não é lógico que nos deixemos influenciar por crenças que dizem respeito à nossa saúde e bem-estar. Devemos portanto pôr fim aos mitos e neste livro estão alguns bem presentes ainda no nosso dia-a-dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/03/diga-adeus-aos-mitos-dr-aaron-carroll.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4105802032081981977?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4105802032081981977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4105802032081981977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/03/diga-adeus-aos-mitos-dr.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Kk8E6NgWCzE/TYjlXgfo3cI/AAAAAAAAAPg/UNjvd485QTU/s72-c/DIGA%2BADEUS%2BAOS%2BMITOS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7983708644664746287</id><published>2011-03-14T01:18:00.015Z</published><updated>2011-03-14T20:25:17.806Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_EyzDAsISnk/TX1tmRM3d8I/AAAAAAAAAPQ/PF_BQF_89iE/s1600/UMA%2BDOR%2BSILENCIOSA_ar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-_EyzDAsISnk/TX1tmRM3d8I/AAAAAAAAAPQ/PF_BQF_89iE/s200/UMA%2BDOR%2BSILENCIOSA_ar.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583739617229109186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma Dor Silenciosa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Francisco Guerra&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.livrosdhoje.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=44081"&gt;Editora Livros d'Hoje&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de dois anos, trouxe a este mesmo espaço um livro a que me referi na altura como desejando não ter tido necessidade de o citar, melhor dizendo, que ele não tivesse sido escrito ou alguém não tivesse tido necessidade de o escrever. Bernardo Teixeira, uma das vítimas do Processo Casa Pia resolvera divulgar a sua história, ao mesmo tempo que se interrogava &lt;a href="http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/porque-mim-bernardo-teixeira-esfera-dos.html"&gt;Porquê a Mim?, &lt;/a&gt;título do livro. Fora já testemunha no processo que se arrastava há anos perante o espanto da esmagadora maioria do povo português. Abandonado pela família quando tinha 11 anos, Bernardo fora entregue aos cuidados daquela instituição onde acabou por ser violentamente abusado e usado quando era suposto que o Estado o devia proteger. O livro foi leitura obrigatória para quantos acompanhavam o desenrolar do processo. Mas Bernardo não foi o único a testemunhar. Já depois do recente julgamento que terminou como todos sabemos com algumas condenações, adiadas por interpelação de recursos dos arguidos e enquanto aguardamos de novo o que se seguirá, é bom que se leia a história comovente de outra vítima que sofreu atrozmente os abusos violentos dos pedófilos envolvidos e que, sem citar os seus nomes, não é difícil reconhecer nas suas palavras. Francisco Guerra, considerado a principal testemunha do processo Casa Pia, muitas vezes citado como FG, conta-nos em “Uma Dor Silenciosa” a terrível história que, como confessa, destruiu os seus sonhos de criança. Exactamente. É que por mais cruel que infelizmente, algumas vezes e pelas mais diversas razões, a infância possa ser, todas as crianças constroem os mais belos sonhos que desejam ver realizados no futuro. Francisco Guerra foi retirado da guarda da família com cerca de 5 anos de idade e é toda a história a partir desse instante que ele nos conta, culminando com o enorme sofrimento que passou na sua passagem pela Casa Pia, de cujo processo se tornou a principal testemunha. Com alteração dos nomes dos envolvidos, revela todo o desenrolar do seu infortúnio durante a infância e porque resolveu contribuir para que se fizesse a justiça possível. São estas as palavras em que explica as razões porque resolveu escrever este livro: &lt;em&gt;“A primeira de todas é para que a Casa Pia não seja esquecida e não deixe de estar na mira do país inteiro e, sobretudo, de quem deve zelar por ela (…) Em segundo lugar para que toda a gente saiba a verdade do que realmente se passou, em terceiro, e esta a menos importante de todas as três razões, porque talvez seja uma maneira de conseguir encerrar um capítulo muito triste e muito doloroso da minha vida. Embora saiba que nunca conseguirei esquecer o que se passou…”&lt;/em&gt;Com prefácio da Dra. Catalina Pestana eis um livro que não deveria ter sido possível contar como história verídica porque esta não deveria existir num mundo onde todas as crianças estivessem a salvo da maldade dos homens. É esse o mundo que todos deveríamos fazer o possível por construir. E por isso aqui aconselho a sua leitura. Para que a verdade seja conhecida e porque, infelizmente, como tudo leva a crer, a rede internacional de pedofilia continua activa em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/03/uma-dor-silenciosa-francisco-guerra.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7983708644664746287?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7983708644664746287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7983708644664746287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/03/uma-dor-silenciosa-francisco-guerra.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-_EyzDAsISnk/TX1tmRM3d8I/AAAAAAAAAPQ/PF_BQF_89iE/s72-c/UMA%2BDOR%2BSILENCIOSA_ar.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4887811511777484979</id><published>2011-02-10T02:54:00.005Z</published><updated>2011-02-10T03:02:08.878Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DHCefxit6r8/TVNTwCOrD-I/AAAAAAAAAPI/7E96uZ4YBOU/s1600/OS%2BDONOS%2BDE%2BPORTUGAL.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-DHCefxit6r8/TVNTwCOrD-I/AAAAAAAAAPI/7E96uZ4YBOU/s200/OS%2BDONOS%2BDE%2BPORTUGAL.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571889248684675042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OS DONOS DE PORTUGAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jorge Costa, Luís Fazenda,&lt;br /&gt;Cecília Honório, Francisco Louçã,&lt;br /&gt;Fernando Rosas&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.edicoesafrontamento.pt/novidades.html"&gt;Edições Afrontamento&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgo que serão poucas as pessoas que possam interrogar-se sobre o que significa de facto este título, apesar de alguns dos seus autores serem bem conhecidos da vida Política e Universitária. Não vou portanto debruçar-me sobre ideologias ou tendências políticas de cada um deles. Estamos perante um trabalho que julgamos criterioso e honesto das relações entre a vida política e o capital. Se alguém tivesse dúvidas sobre o que é isto de existirem Donos de Portugal afirmando que donos somos nós todos ou o Estado, que somos nós, ou então que é isso de existir um governo que numa república democrática também não deverá ser dono desse país e portanto não deveria haver donos porque ninguém, pelo menos após o 25 de Abril, poderia ser dono de Portugal. Ora é precisamente aí que nos enganamos. Existem de facto diversas personalidades – se assim lhes podemos chamar – que são de facto donos do nosso país. Donos porque são eles afinal que detém o poder, que tomam decisões que nos afectam, que se colocam acima de qualquer outra entidade que até pode ter sido eleita para nos governar. E o curioso é que, como os autores muito bem o demonstram, tem sido sempre assim. E alguns dos donos actuais descendem mesmo de outros donos de algumas décadas passadas. Este livro apresenta-nos a história da acumulação da riqueza e do seu poder desde 1910 até ao presente. De como nasceu, como foi protegida, como se protegeram entre si, como efectuaram ligações matrimoniais para garantir ainda maiores lucros e mantê-los confinados a uma burguesia que foi engordando cada vez mais sem se preocupar com o facto de ter explorado o trabalho de outrem em seu único proveito. Claro que tal só foi possível através de favorecimentos e privilégios que lhes foram concedidos por razões óbvias de contrapartidas e compadrios que acabavam sempre por aumentar o número dos detentores desse poder sobre o país. Se antes do 25 de Abril, eles seriam em menor número, sofreram nos primeiros anos da revolução um ligeiro desaire mas regressaram em força e aumentaram de sobremaneira a sua capacidade de domínio, atingindo hoje um escandaloso número muito elevado de algo a que alguém já chamou – não é o caso deste livro – a máfia portuguesa. Dos tabacos às lotarias da finança, acumulando latifúndios cada vez mais vastos, foi ao longo das décadas um acumular de riquezas sem modernizar, que aliás dá o título ao capítulo II deste livro. Aproveitamento da mão-de-obra barata, tudo sob a complacência dos governantes. Decidi não citar aqui nomes bem conhecidos das várias famílias que enriqueceram e enriquecem actualmente, sendo-lhes permitidos todos os processos na sua ascensão que parece – e insisto que parece - não ter fim. Um dos autores, dirigente político de esquerda adiantou numa entrevista que "Os donos de Portugal são os donos dos governos”,  “uma história permanente do apoio do Estado à formação da riqueza”. “É uma oligarquia financeira fortíssima, protegida pelo Estado, apoiada pelo Estado, financiada pelo Estado, vivendo de rendas do Estado, uma grande família que tem dominado Portugal ao longo de 100 anos”. As fortunas das famílias citadas neste livro – nomes bem conhecidos de todos nós – na banca, nos seguros, no sector auto, no cimento ou nos adubos, no imobiliário e no turístico, no grande comércio como no petróleo e por aí fora, são feitas por vezes através de cruzamentos entre elas, vendas e compras de acções, dinheiro que rende lucros de milhões de euros, ao passar de mão em mão, por vezes no espaço breve de alguns meses. No entanto não se conhece muito bem onde acaba por ir parar. Será que é mesmo dinheiro? Nomes que fizeram parte de recentes governos encontram-se à frente de grandes empresas, curiosamente em muitos casos ligadas ao estado. Inalamos um cheiro acre a pura corrupção. Os valores esquecem-se. E de facto parece que tudo se processa como uma continuidade que vem de há muto neste país, com ligações externas, claro, porque isso lhes convém. Dentro e fora, protegem-se uns aos outros. Esta obra, ao traçar como a força económica foi dominante ao longo de cem anos da nossa história, apesar de todas diferenças no contexto político recordou-me algo que muitas vezes me chega à memória recente onde aquele que a si próprio se denominou Presidente do Conselho e se julgava ser o único dono de Portugal, já permitia à sua volta alguns senhores da alta burguesia que enriqueciam os bolsos e que hoje ainda fazem parte de uma faixa de grandes fortunas que se tornou mais vasta e poderosa, pois o chamado capitalismo liberal o permitiu. Na minha modesta opinião, apesar das diferenças que encerram em relação naturalmente ao nosso estado democrático e a muitos outros países do ocidente, os recentes acontecimentos no Egipto e o despontar de outros semelhantes em países árabes seus vizinhos, demonstram que chega sempre um momento em que os povos resolvem erguer a sua voz e dizem “basta”. Abaixo os donos que lhes tiram tudo a que têm direito e não lhes é permitido. E mais ou menos pacificamente, se possível, o tempo acabará por chegar. Vale a pena conhecer “Os Donos de Portugal” e compreender como foi possível que eles se fixassem e se agarrassem como lapas à sua rocha dourada. A maré chegará um dia, que pode não estar assim tão longe, para os varrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href=" http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/02/os-donos-de-portugal-jorge-costa-luis.html   "&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4887811511777484979?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4887811511777484979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4887811511777484979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/02/os-donos-de-portugal-jorge-costa-luis.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DHCefxit6r8/TVNTwCOrD-I/AAAAAAAAAPI/7E96uZ4YBOU/s72-c/OS%2BDONOS%2BDE%2BPORTUGAL.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7043053026170084690</id><published>2011-01-31T02:54:00.006Z</published><updated>2011-02-24T23:24:51.925Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TUYlFFWq7kI/AAAAAAAAAO4/wUMpvMe41nc/s1600/R%25C3%2593MULO%2BCAPA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TUYlFFWq7kI/AAAAAAAAAO4/wUMpvMe41nc/s200/R%25C3%2593MULO%2BCAPA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568178758557036098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MEMÓRIAS&lt;/strong&gt; Rómulo de Carvalho&lt;br /&gt;Coord. Frederico de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gulbenkian.pt/index.php?article=2873&amp;format=404"&gt;Fundação Gulbenkian&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com um misto de prazer e muita dificuldade que vou aqui falar mais uma vez daquele a quem chamo “meu querido Professor”. Como devo então falar deste livro de Memórias que ele próprio ia escrevendo a partir de certa altura da sua vida para, como nelas confessa por diversas vezes, ser lido mais tarde pelos seus tetranetos e que está agora à nossa disposição numa cuidada edição, a que o seu filho, Frederico de Carvalho, juntou imagens que se encontravam dispersas e que agora aparecem reunidas no fim da obra? Frederico de Carvalho, construíu também um índice remissivo por pensar que teria utilidade para o leitor que pretendesse localizar facilmente este ou aquele assunto ou nome de personagem, sobretudo importante para quem pretender servir-se das “Memórias” como instrumento de estudo e trabalho. É de facto um prazer para este seu aluno plenamente convencido de que Rómulo de Carvalho, pelo lugar que sempre ocupou na minha vida e na minha memória, a ele lhe devo com toda a certeza muito do que sou. Mas é com dificuldade que encontrarei as palavras exactas para classificar esta obra que certamente representa algo de muito valioso para a história do nosso país durante o período que abrange toda a vida deste professor, pedagogo, poeta e humanista, contada a partir do momento em que nasceu, para o que recorreu naturalmente a consultas dos jornais da época, até aos últimos dias. A propósito recordo que durante as suas aulas no Liceu Pedro Nunes, toda a turma estava concentrada em escutar o que dizia com uma atitude completamente diferente do que acontecia em outras disciplinas. Será que é necessário explicar tal atitude daqueles jovens? Muito simplesmente todos estavam presos das suas palavras na forma como nos explicava os fenómenos da química e da física. Era algo de maravilhoso o que conseguia transmitir-nos. Era a sua eloquência simples e o seu saber mas também a sua bondade e a sua ternura. Foi provavelmente por eu ter pertencido à Estação Emissora do Liceu Pedro Nunes, da qual Rómulo de Carvalho era Director e estava sempre pronto a ajudar-nos e a entusiasmar-nos no que fazíamos, que a minha vida acabou mais tarde por se mudar da Faculdade de Ciências onde cursava os primeiros anos de Engenharia para a paixão da Rádio, tornando-me profissional da C.S. Mas voltemos a este livro de memórias. Não consegui ainda ler na totalidade as 500 páginas onde nos descreve (e a mim me leva a recordar até algumas coisas que tinha esquecido) factos ocorridos durante a sua infância (e como era a vida na cidade ou fora dela como eu ainda conheci), desde o modo como se batia à porta de um prédio com uma peça em forma de mão presa a ela ou um ou mais toques num badalo puxado por um arame (os repenicados para os lados esquerdos dos andares) até ao modo de chamar o merceeiro da rua a partir da janela. O dia-a-dia da vida na cidade, que ele observava e descreve, pode daqui a alguns anos ser uma verdadeira surpresa para quem o ler. E daí a importância histórica que o livro tem se outras não houvesse. Como ele próprio escreve numa simples folha de caderno escolar (reprodução em fac-simile): “Memórias que para instrução e divertimento de seus tetranetos escreveu certa pobre criatura que, entre milhares de milhões de outras, vagueou por este mundo na última centúria do segundo milénio da era de Nosso Senhor Jesus Cristo”, Rómulo de Carvalho está a contar aos seus prováveis leitores (e nem imaginaria que este conjunto de memórias viesse a ser transformado num livro) algo de muito pessoal e íntimo, utilizando as palavras cuidadas da sua escrita única e nunca igualada de um verdadeiro pedagogo que sabia como ensinar e prender a atenção dos seus alunos para lhes transmitir conhecimentos ou, melhor ainda, a forma de os saberem apreender no futuro. Constantemente, ao longo dos vários capítulos que ele próprio definiu, dirige-se particularmente aos tetranetos, citando mesmo muitas vezes o facto de que no tempo deles já nada daquilo subsistirá e constituirá certamente um mistério de como a vida e os costumes eram no seu tempo, como ele a viveu e assim descreve. O livro tem ainda a riqueza de reproduzir fotografias, recortes de jornais, ilustrações, cartões-de-visita (como o da parteira que assistiu ao seu nascimento), cartas, alguns poemas, etc. que ele guardou durante a sua vida e que estão hoje depositados na Biblioteca Nacional. A ideia de escrever as suas memórias apareceu já numa idade adiantada, mais precisamente em Junho de 1985, ao regressar de uma intervenção cirúrgica a que fora sujeito num hospital, embora, como também declara essa ideia lhe teria aparecido de há um certo tempo. E então confessa que “isto só me interessa a mim, e quando nisto falo aos filhos dos netos dos meus netos é na vaguíssima esperança de acharem graça em imaginar a figura de um seu antepassado movimentando-se num ambiente que muito pouco se deverá parecer com o seu, expondo sentimentos que o tempo tornará ridículos. E prossegue dizendo e descrevendo quase o momento do seu nascimento em 24 de Novembro de 1906, data anual que por decisão, no aniversário dos 90 anos, em 1996, foi decidida, pelo reconhecimento do mérito da sua obra, como Dia Nacional da Cultura Científica. Agnóstico, que respeitava as crenças de muitos dos seus amigos e até familiares, desafecto ao salazarismo e crítico do regime ditatorial em que o país viveu durante 50 anos, a sua análise a muitos dos acontecimentos ocorridos desde os tempos da Monarquia até ao 25 de Abril e aos dias difíceis que se lhe sucederam, é todo um rico manancial de factos observados, vividos e sentidos, com a clareza da liberdade de pensamento, não sujeito a ideias ou partidos. Ele próprio apenas, na sua simplicidade e no seu verdadeiro sentido humanista de preocupação com o ser humano, de o compreender, mesmo que tivesse de o aceitar ou criticar. É de facto uma visão do mundo e da história, como poucas vezes tem acontecido ser descrita com o notável pormenor que enriquece o conhecimento. E temos depois António Gedeão, o poeta, que escrevia poemas para si próprio e depois rasgava mas que um dia numa espécie de concurso numa Associação resolve fazer um teste para sentir como reagiam e se surpreende de tal modo que passa a publicar com esse nome que também se transformou num ícone da poesia dos oprimidos ou dos sonhadores desses tempos. Daí para o sucesso das adaptações às canções foi um pequeno passo. E estão registadas no livro as suas transmissões e entrevistas nas Rádios, os recitais, as inúmeras conferências dadas durante a sua vida. Como foi possível que um professor dedicado com todo o coração à arte de ensinar conseguisse preencher de modo tão intenso as suas horas livres com a variedade infinita da escrita e das suas actividades em prol do seu semelhante? O visitante a este espaço dirá certamente que ainda não consegui dizer o que queria. E é verdade. Adivinhava essa dificuldade. E difícil vai ser também escolher os excertos que sempre escolho para estes livros que amo. O livro estará com toda a certeza à vossa espera. E ficarão maravilhados e presos à sua leitura, tanto como eu, de tal modo o interesse se desdobra página a página. Tal como é meu hábito referir-me a Rómulo de Carvalho. Obrigado, meu Querido Professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler excertos desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/01/romulo-de-carvalho-memorias-coord.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7043053026170084690?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7043053026170084690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7043053026170084690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/01/memorias-romulo-de-carvalho-coord.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TUYlFFWq7kI/AAAAAAAAAO4/wUMpvMe41nc/s72-c/R%25C3%2593MULO%2BCAPA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-3027310717736303469</id><published>2011-01-19T20:56:00.005Z</published><updated>2011-01-19T21:23:48.058Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TTdRyUsEGcI/AAAAAAAAAOw/wLuXKrKUnzk/s1600/O%2BLIVRO%2BDA%2BCONSCIENCIAar2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 127px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TTdRyUsEGcI/AAAAAAAAAOw/wLuXKrKUnzk/s200/O%2BLIVRO%2BDA%2BCONSCIENCIAar2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564005789628373442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O LIVRO DA CONSCIÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;António Damásio&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.bertrand.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=273116"&gt;Temas e Debates – Círculo de Leitores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundialmente reconhecido neurocientista que há muitos anos saiu de Portugal e resolveu radicar-se nos Estados Unidos onde ocupa actualmente o lugar de Professor da cátedra de Neurociência, Neurologia e Psicologia da Universidade de Southern California, onde dirige o Brain and Creativity Institute, há mais de 30 anos que juntamente com sua mulher Hanna, também neurocientista, estuda a mente e o cérebro humanos. As suas investigações e os livros publicados mereceram os mais variados prémios e distinções entre os quais o Prémio Príncipe das Astúrias e recentemente o Prémio Internacional Honda Prize pelo esforço pioneiro e notável no domínio da Neurociência. Notavelmente reconhecido pelo público e pela crítica logo a partir do seu primeiro livro o Erro de Descartes (Damásio defendeu que contrariamente à afirmação “&lt;em&gt;Penso – Logo existo&lt;/em&gt;” o que faz sentido é dizer “&lt;em&gt;Existo – Logo penso&lt;/em&gt;”), seguiram-se O Sentimento de Si e Ao Encontro de Espinosa. n’O Livro da Consciência Damásio apresenta-nos as suas reflexões sobre como é que o cérebro constrói a mente e como é que torna essa mente consciente. No entanto ele próprio confessa que “seria disparatado partir do princípio que é hoje possível obter uma resposta definitiva”. Claro que existem diversas teorias antigas e recentes que abordam os problemas relacionados com essas questões e sobretudo de que forma nascem os sentimentos e tentam explicar a complexidade da real formação  daquilo a que cada um de nós chama o nosso “eu”. Mas Damásio vai por outro caminho e além de nos explicar com uma clareza acessível aos leitores comuns a forma como é construída a estrutura do cérebro de forma a que seja possível a existência de um ser consciente e a formação dos mais variados sentimentos, está ao mesmo tempo a estabelecer a ligação possível entre a biologia e a cultura. É curioso o autor ter colocado na epígrafe um poema de Fernando Pessoa que, como ele afirma, tanto trabalhou a consciência. “&lt;em&gt;Minha alma é uma orquestra oculta; não sei que instrumentos a tangem, cordas e harpas, tímbales e tambores dentro de mim. Só me conheço como sinfonia&lt;/em&gt;” (do Livro do Desassossego). E também cita o grande físico Feynmam: “&lt;em&gt;O que não consigo construir não consigo compreender&lt;/em&gt;”. É como se afinal se tratasse de uma tentativa para ir mais além e descortinar o que nos obriga a desconhecer. E para isso nada melhor do que analisar os dados conhecidos, reflectir sobre eles e no fundo, como confessa, chegar à conclusão de que há muita coisa que não sabemos mas gostaríamos muito de saber. Uma coisa é certa. O livro está repleto de conhecimentos que nos ajudam a compreender melhor esta quase crise existencial que nos seria apetecível entender de facto mas apenas está a uma certa distância de lá chegar. E sobretudo aprende-se muito com este livro de Damásio. Ele não é apenas o professor a falar para os seus alunos da Universidade numa aula de neurociência. Ele está connosco, mesmo os que possam não saber nada do assunto, de como as células ou os mais pequenos organismos possuem estruturas específicas para seguir em determinada direcção – porquê uma e não a outra. Mas mesmo sem ir por aí, questões como a razão porque nem sempre o nosso &lt;em&gt;eu&lt;/em&gt; controla as nossas decisões, mistérios que podem ser desvendados, podendo embora conduzir a outros para os quais não conhecemos o significado. O brilhante neurocientista ensaia a relação entre sentimentos e consciência. Nem sempre o que parece óbvio culmina na verdade. Não me atreveria a dizer que o autor chegaria à conclusão socratiana de “&lt;em&gt;só sei que nada sei&lt;/em&gt;”. E é precisamente pelo seu saber, pela sua investigação e pelo que nos revela neste livro tão magnífico que vale a pena lê-lo. Aprendemos de facto, sobretudo os que nada sabem. Vai ser um novo êxito editorial. Disso estamos certos.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Para ler um excerto deste livro clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/01/o-livro-da-consciencia-antonio-damasio.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-3027310717736303469?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3027310717736303469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3027310717736303469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/01/o-livro-da-consciencia-antonio-damasio.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TTdRyUsEGcI/AAAAAAAAAOw/wLuXKrKUnzk/s72-c/O%2BLIVRO%2BDA%2BCONSCIENCIAar2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-1601242726036812292</id><published>2011-01-13T15:00:00.005Z</published><updated>2011-01-15T01:08:48.661Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TS8XHJhGkmI/AAAAAAAAAOo/BGe4nkGcPLY/s1600/OS%2BSENHORES%2BDA%2BSOMBRA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TS8XHJhGkmI/AAAAAAAAAOo/BGe4nkGcPLY/s200/OS%2BSENHORES%2BDA%2BSOMBRA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561689476407136866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OS SENHORES DA SOMBRA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Daniel Estulin&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5792"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O premiado Jornalista de Investigação e autor do best-seller “Toda a Verdade sobre o Clube de Bilderberg” vem mais uma vez revelar-nos as ligações mais tenebrosas existentes entre governos, serviços secretos, grandes empresas, entidades bancárias e – imaginem – traficantes de droga e terroristas todos em conjunto com as famílias nobres de Bilderberg envolvendo numa ardilosa teia os destinos do mundo actual. Preparam ou alimentam as guerras que mais convêm aos seus desígnios, colaboram na lavagem do dinheiro dos mais temíveis traficantes e metem no bolso dos senhores da sombra fortunas incalculáveis para o comum dos mortais. As revelações obtidas por Estulin através dos seus informadores, muitos deles vivendo no interior das reuniões de Bilderberg mas também prisioneiros que acabaram por ser apanhados nas operações delineadas pelos senhores da sombra e tornando-se por isso criminosos indefensáveis, acabam por nos deixar estupefactos perante o que se passou por exemplo – e só para citar dois casos – no envenenamento inexplicável do antigo espião da KGB Litvinenko, ou nos acontecimentos da guerra do Kosovo. Litvinenko, envenenado por um raro elemento radioactivo a mando pretensamente de Putin, teria sido vítima de outras origens que tinham todo o interesse em colocar numa posição pouco agradável o antigo primeiro-ministro da Rússia. Os kosovares recebiam armas a troco de toneladas de droga que seguiam depois para a Europa Ocidental, vendidas por muitos milhares de milhões de dólares que encheram os bolsos das elites europeias. Nada disto fora divulgado e provado até agora com documentação obtida por Daniel Estulin. Relembremos no entanto que já em Junho de 2010 Estulin falou pela primeira vez no Parlamento Europeu sobre o Clube Bilderberg. Neste livro agora publicado fica de facto demonstrada como se formou uma espécie de Companhia Mundial LTD decidida a utilizar todos os seus poderes para tomar decisões que passam a afectar imensamente a vida económica das Nações, sendo que os governos ficam limitados na sua responsabilidade directiva. Estulin não deixa de reafirmar que uma aristocracia eletista da Europa e dos Estados Unidos consegue manipular o planeta criando uma rede de cartéis que são mais poderosos do que as próprias nações, destinada a controlar as necessidades vitais do resto da humanidade. Parece quase inacreditável que um grupo de Senhores tenha incluído no seu seio os mais poderosos grupos financeiros que dominam de tal modo as trocas do seu mercado de modo a levar à falência quem desejam, tanto empresas como as próprias nações que estão mesmo na origem da chamada actual crise mundial. Estulin não deixa de nos esclarecer, na intenção de nos levar a acreditar que é necessário uma união de toda a cidadania que conserva os seus reais valores humanitários de modo a evitar a constante supremacia dos Senhores da Sombra. O livro encontra-se dividido em 6 capítulos: 1 - Conspiradores, 2 - A violação económica da Rússia, 3 - A guerra do Club Bilderberg no Kosovo, 4 - A vulnerabilidade dos negócios do costume, 5 - Mercador da Morte? e 6 - O Bluff nuclear. No final são ainda apresentados uma série de Documentos e fotografias que ajudam a demonstrar a veracidade das suas afirmações. Aproveitamos para lembrar aos leitores interessados a que utilizem os seus momentos de melhor reflexão para o fazerem, sendo da maior utilidade que recolham regularmente algumas notas a fim de conseguirem acompanhar melhor as diversas explicações que o autor vai apresentando. Tudo é apresentado e identificado com datas e locais onde são descritos os acontecimentos. A sensação final com que ficamos é que de facto desde há muito que o mundo na sua globalidade se encontra nas mãos de uns tantos senhores, não poucos por acaso, e que só uma acção de perfeita consciência do que se está passando e da tomada das medidas necessárias para contrapor aos seus desígnios nos poderá libertar de um trágico final. É necessário que estes factos revelados por Daniel Estulin sejam conhecidos e compreendidos por todos nós. Leia e divulgue é aquilo que melhor se pode aconselhar. Quanto maior for o número dos que tomarem consciência do que se está a passar maior será a força para deter os Senhores da Sombra. Caso contrário, passaremos todos a ser simples escravos de uma elite devoradora dos nossos direitos e do nosso bem estar. Estaremos sujeitos às suas guerras engendradas para nos distrair do essencial e perderemos a total liberdade de decidirmos o nosso próprio futuro. Os Senhores da Sombra tomá-lo-ão a seu cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/01/os-senhores-da-sombra-daniel-estulin.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-1601242726036812292?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1601242726036812292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1601242726036812292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/01/os-senhores-da-sombra-daniel-estulin.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TS8XHJhGkmI/AAAAAAAAAOo/BGe4nkGcPLY/s72-c/OS%2BSENHORES%2BDA%2BSOMBRA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-1686168048821467126</id><published>2011-01-04T19:13:00.005Z</published><updated>2011-01-07T16:59:26.412Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TSNxgonjBYI/AAAAAAAAAOg/4MBGmQvxIwE/s1600/UM%2BREF%25C3%259AGIO%2BPARA%2BA%2BVIDA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TSNxgonjBYI/AAAAAAAAAOg/4MBGmQvxIwE/s200/UM%2BREF%25C3%259AGIO%2BPARA%2BA%2BVIDA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558411170578367874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UM REFÚGIO PARA A VIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nicholas Sparks&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=" http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-romantico/um-refugio-para-a-vida/?fz=Listagem+Por+Pesquisa&amp;search_word=sparks "&gt;Ed. Presença&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá talvez quem se interrogue sobre as razões do sucesso deste romancista que agora lança a sua 17ª novela, certamente destinada a tornar-se mais um best-seller. Não é por acaso que seis delas foram adaptadas ao cinema e outras se preparam para seguir o mesmo caminho. Antes de tentar obter uma resposta, lembremo-nos que em Portugal a célebre “Message in a bottle”, o título original de “As palavras que nunca te direi”, já incluída neste espaço, vai presentemente na 54ª Edição. A explicação não parece fácil se nos debruçarmos sobre o seu trajecto literário. Nicholas Sparks que desde muito novo, ainda estudante numa Universidade de Notre Dame na Califórnia, escreveu uma novela que não conseguiu publicar, o mesmo acontecendo com uma segunda novela escrita já depois do seu licenciamento em economia, acabou por ser descoberto por uma editora que analisou profundamente um terceiro título, o célebre Diário de uma Paixão, e resolveu representá-lo e vender os direitos à Warner Books, tornando-se best-seller do New York Times numa única semana. Finalmente  apareceram as referências no New York Times e os prémios. Finalmente, o público podia rever nas suas palavras a profundidade dos seus sentimentos. Nicholas Sparks, analisa com realismo o drama humano que por vezes atravessa inesperadamente as nossas vidas, quando o mistério daquilo a que muitas vezes erradamente se chama destino, nos faz balançar entre os apelos do coração e a frieza da razão. E é precisamente porque ele nos explica que o coração acaba por vencer, mesmo quando tudo parece desabar nas nossas vidas, por mais difícil que sejam as contradições encontradas, que alcançamos aquela serenidade de espírito, sempre desejada por todos os que anseiam encontrar a felicidade. Os seus leitores habituais já estão habituados a que Sparks lhes conte algo que na realidade poderia acontecer a qualquer deles. Se gostariam ou não que isso lhes acontecesse exactamente é o que duvido, tal a intensidade dos dramas sofridos. Mas quase passar pela experiência e no final ficar com uma sensação de que algo de maravilhoso foi vivido é quanto lhes basta. Particularmente neste romance alguém procura de facto um refúgio numa comunidade diferente daquela onde a vida não lhe sorriu e, pelo contrário, lhe retirou a vontade de criar novos laços afectivos. Contrariamente a essa tomada de decisão, acaba por integrar-se e prender-se a uma nova paixão. E é perante isso que irá acontecer a luta entre o seu promissor presente e o passado que continua a persegui-la. Como vencer essa luta é o que nos vai descrever Sparks em “Um Refúgio para a Vida”. O estranho segredo com o qual chegara acaba por ser desvendado e entra mesmo em conflito com a sua vida presente. Será que afinal temos todos de aprender a viver com as nossas sequelas por mais profundas que sejam? Até que ponto nos temos que submeter a um passado que não queremos ou alcançar a libertação por mais penosa que seja? Fica o convite para o lerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2011/01/um-refugio-para-vida-nicholas-sparks.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-1686168048821467126?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1686168048821467126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1686168048821467126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2011/01/um-refugio-para-vida-nicholas-sparks-ed.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TSNxgonjBYI/AAAAAAAAAOg/4MBGmQvxIwE/s72-c/UM%2BREF%25C3%259AGIO%2BPARA%2BA%2BVIDA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5279000788130049695</id><published>2010-12-13T23:40:00.005Z</published><updated>2010-12-13T23:55:06.030Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clássico'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQavsZ8l2KI/AAAAAAAAAOM/w1OJgWOZhd4/s1600/foto-livro-ca-mensagem-750pixeis_ar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 169px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQavsZ8l2KI/AAAAAAAAAOM/w1OJgWOZhd4/s200/foto-livro-ca-mensagem-750pixeis_ar.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550316768194844834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MENSAGEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.centroatlantico.pt/titulos/desafios/mensagem.php3"&gt;Ed. Centro Atlântico&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a Hora! Assim termina essa extraordinária obra que o poeta dedicou à sua Pátria e onde descreve a sua origem e passado, esquecendo o presente mas visionando o futuro deste país. Terá sido essa a ideia que presidiu à criação. Tendo publicado em vida vários poemas dispersos por jornais e revistas literárias, a Mensagem viria a ser o único livro que se permitiria publicar antes de morrer, a pedido de um membro do regime, seu amigo, mas que haveria de ser retirado por não possuir o número mínimo de páginas requerido para concorrer ao Prémio Antero de Quental. Viria a receber um outro Prémio especialmente criado para si. Ao longo do tempo, os estudiosos e críticos pessoanos não se cansaram de elogiar o significado da Mensagem. São muitos e variados esses estudos e naturalmente importantes para a compreensão do significado da Mensagem. Pessoa tem sido considerado mais importante na literatura poética do que o próprio Camões com os Lusíadas ou pelo menos igualmente importante. Para o grande público, no entanto, a Mensagem é uma espécie de símbolo criado pelo poeta dos heterónimos mas ao lê-la é por vezes difícil compreender o tão profundo ela se enraíza no que nos pertence ou pertenceu e na visão que o autor pretendia dar do seu país que um dia havia de renascer. Já depois de lhe ser atribuído o tal prémio especial, é o próprio Pessoa que realça o profundo simbolismo que esta obra encerra num modo onde poderemos percepcionar os seus desejos de uma fraternidade universal. Ora é esta profundidade que por vezes escapa ao comum dos leitores. Por isso “É a Hora”, quando decorrem as celebrações do 75º aniversário da sua morte, de aparecer uma edição especial da responsabilidade da Centro Atlântico que nos oferece para além do grande poema épico o acompanhamento na página adjacente do significado das palavras ou expressões utilizadas pelo poeta. Até onde chega afinal o sentido verdadeiro que ele lhe quis dar. E é esse contributo valiosíssimo, da responsabilidade de duas licenciadas em Filologia Românica, Auxilia Ramos e Zaida Braga. Sabia por exemplo o que significam exactamente aquelas estrofes tão conhecidas: “Ó mar salgado, quanto do teu sal/ São lágrimas de Portugal!” e que depois termina com a frase: “Para que fosses nosso, ó mar!”? Pois cada estrofe ou conjunto de estrofes está explicada de forma acessível e compreensível para todos, de modo a não prejudicar minimamente a leitura fluente do poema épico. Uma Mensagem a não perder, esta que descreve talvez o que de mais verdadeiro existe na condição universalista de ser português. Mas terá de ser bem compreendida para lá chegarmos. E, não sendo a única, é essa a grande virtude desta magnífica edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/12/mensagem-fernando-pessoa.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5279000788130049695?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5279000788130049695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5279000788130049695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/12/mensagem-fernando-pessoa-ed.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQavsZ8l2KI/AAAAAAAAAOM/w1OJgWOZhd4/s72-c/foto-livro-ca-mensagem-750pixeis_ar.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2814201576146823354</id><published>2010-11-27T22:35:00.002Z</published><updated>2010-12-16T00:16:31.246Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQlDMOY-k0I/AAAAAAAAAOU/bRW2vErkfPQ/s1600/O%2BANJO%2BBRANCO_ar2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQlDMOY-k0I/AAAAAAAAAOU/bRW2vErkfPQ/s200/O%2BANJO%2BBRANCO_ar2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5551041893011198786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ANJO BRANCO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José Rodrigues dos Santos&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/?q=C/BOOKSSHOW/2545"&gt;Ed. Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que mais admiro na obra de José Rodrigues dos Santos tem sido a sua grande capacidade de nos prender no desenrolar dos acontecimentos que relata, quer sejam de carácter ficcionista ou parcialmente verídicos. Para mim que não sou crítico literário mas um leitor atento e entusiasmado – ia quase a confessar apaixonado – como se cumpre afinal este espaço dedicado ao meu Amor pelos Livros, é essa uma das facetas que deve caracterizar um romancista. E José Rodrigues dos Santos que vai com este livro no seu 8º romance tem sido como tal reconhecido pelo público que esgota as numerosas edições que têm sido feitas dos vários títulos. Não estamos nem minimamente convencidos que tal seja devido ao facto de ser igualmente um jornalista de grande mérito como por vezes é afirmado em relação a outros colegas seus, também jornalistas, que publicando obras de certo valor literário não conseguem obter os mesmos êxitos. Portanto algo de diferente, obviamente, se passa com os romances de José Rodrigues dos Santos. A construção literária, fluida e correcta, acompanha uma história que pode ou não ser verosímil mas que o leitor aceita como tal. Em obras anteriores, nomeadamente a Fúria Divina, a documentação foi criteriosamente investigada, resultando num misto de ficção e realidade em que o leitor mergulha, para compreender alguns dos aspectos menos conhecidos do fundamentalismo islâmico que, como sabemos é um assunto eminentemente actual. Desta vez, temos o que alguns poderiam chamar um livro sobre as raízes de alguém que conhecemos muito bem – creio que o autor confessou que estava ali o retrato de seu Pai. O Anjo Branco é um médico que na sua estadia em Moçambique, resolve criar um sistema inédito de auxílio aéreo às populações mais carenciadas e desprotegidas. De repente vê-se confrontado com a Guerra Colonial. Mas para José Branco era indiferente o lado em que se encontravam. A sua missão era humanista e universalista. José deslocava-se num pequeno avião para onde quer que fosse necessária a sua presença. E assim nasceu no mato uma espécie de lenda. O romance descreve portanto o panorama vivido nessa antiga colónia portuguesa, num dos momentos mais difíceis da nossa história recente. Realidade ou ficção, em alguns aspectos, só o autor o sabe. Um grande amigo meu, igualmente médico, que fez serviço em Moçambique, nesses tempos, recorda efectivamente a presença daquele a quem a população chamava o Anjo Branco, aquele que descia de um avião, chegado do céu, vestido de branco, para sarar as feridas abertas pelo terror da guerra. Mesmo que tenha sido uma espécie de homenagem a esse homem a quem o autor estava ligado (José Rodrigues dos Santos nasceu em Moçambique) este seu novo romance não deixa de nos fascinar pela forma como está escrito e pelos sentimentos de abnegação e verdadeiro amor ao próximo que consegue transmitir-nos e que tão importantes são hoje para uma possível mudança radical no mundo em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/12/o-anjo-branco-jose-rodrigues-dos-santos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2814201576146823354?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2814201576146823354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2814201576146823354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/11/o-anjo-branco-jose-rodrigues-dos-santos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQlDMOY-k0I/AAAAAAAAAOU/bRW2vErkfPQ/s72-c/O%2BANJO%2BBRANCO_ar2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-3796715946464200926</id><published>2010-11-18T23:54:00.002Z</published><updated>2010-12-10T16:57:32.373Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQFtAD0pvDI/AAAAAAAAANU/9UPKK4zEirQ/s1600/NAS%2BSUAS%2BPALAVRAS_ar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 124px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQFtAD0pvDI/AAAAAAAAANU/9UPKK4zEirQ/s200/NAS%2BSUAS%2BPALAVRAS_ar.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5548836063690734642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NAS SUAS PALAVRAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José Saramago&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=43939"&gt;Ed. Caminho&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é, assim o podemos considerar, o derradeiro livro de José Saramago. Numa recolha do que disse ou escreveu, a partir de 167 fontes de entrevistas e livros, feita pelo seu amigo Fernando Gómez Aguilera, poeta, ensaísta e filólogo, apresenta-se, se é que para alguns é necessário, o verdadeiro retrato desse homem que para além de um grande vulto da literatura portuguesa, foi sempre o espelho do que há de mais digno num ser humano. Fiel às suas convicções humanistas de defesa dos direitos do homem, de ser a voz dos mais pobres e sacrificados deste mundo cruel em que vivemos mas também da capacidade de criticar quando entendeu que o devia fazer, sempre considerando que a ética (nas suas palavras) “é a coisa mais bonita da humanidade”, estão neste livro fragmentos do seu pensamento que nos ajudam a entender melhor o que somos como seres humanos. &lt;br /&gt;Esqueçamos as divergências políticas ou religiosas em alguém que sempre pautou o seu comportamento pela capacidade de ser livre e de saber dizer não. Aqui, nestas páginas deste livro, n’As suas palavras, todos podem encontrar o verdadeiro Saramago e talvez até as razões porque teve de escrever sobre assuntos que alguns consideravam – e por ventura ainda consideram – intocáveis. Para ele, que considerava que entre os direitos do homem também pode e deve haver o direito à heresia, arrisco-me a dizer que teria a obsessão de procurar a verdade dos factos e das coisas, o porquê da história contada ao longo dos tempos, uma tentativa de se esclarecer e de esclarecer os outros com algo que poderia muito bem ser a verdade encontrada. Mas Saramago nunca pretendeu impor as suas ideias. Apenas as defendeu com as únicas ferramentas que um ser humano digno deste nome deve usar: a voz e a escrita. Pela escrita recebeu o Nobel da Literatura com o qual honrou mais o seu país do que o impressionou a si próprio, não se preocupando em mudar as suas ideias ou as suas relações com o mundo e com as pessoas. Pela voz foi possível muito mais: denunciar injustiças, fazer a análise crítica das circunstâncias em que o mundo vive e isto em qualquer hora, em qualquer lugar porque, segundo ele, a Vida está sempre noutro lugar e é necessário caminhar ao seu encontro. Foi isso que fez. Caminhou onde quer que fosse necessário. Utilizando as veredas tortuosas que se deparam quando se quer ir mais além, ao fulcro das questões por vezes ocultadas para que dificilmente sejam reveladas as suas pecaminosas origens, Saramago não poupou palavras e revelo-as ao mundo. Aí estão para os que quiserem conhecer a verdade. Saramago ainda conseguiu fazer a revisão deste livro. Pilar del Rio no dia da apresentação da obra, revelou à assistência que enchia a Sala do Palácio Galveias uma frase dita pelo marido pouco antes do seu falecimento, quando juntamente com alguns dos seus amigos se falava sobre a crise actual num recanto do quarto onde o escritor estava deitado, pensando-se até que ele não estaria a ouvir. Mas estava. E então todos o ouviram dizer: “Esta crise não é uma crise económica, é uma crise moral”. Já não foi a tempo de ser publicada nesta edição. Mas sairá na próxima. Medite-se bem nesta verdade com que Saramago resolveu selar os seus últimos momentos, sempre preocupado com o mundo que continuaria a girar mesmo depois dele partir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/12/nas-suas-palavras-jose-saramago.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-3796715946464200926?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3796715946464200926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3796715946464200926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/12/nas-suas-palavras-jose-saramago-ed.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TQFtAD0pvDI/AAAAAAAAANU/9UPKK4zEirQ/s72-c/NAS%2BSUAS%2BPALAVRAS_ar.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-8611929593056894325</id><published>2010-09-25T17:50:00.004+01:00</published><updated>2010-09-25T19:02:37.300+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TJ4qHwbMnJI/AAAAAAAAAM8/OiDT6sHTd0M/s1600/Jardim+Republica_apl+.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TJ4qHwbMnJI/AAAAAAAAAM8/OiDT6sHTd0M/s200/Jardim+Republica_apl+.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520896505949232274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JARDIM REPUBLICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pedro Foyos&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorial-hesperia.pt/"&gt;Editorial Hespéria&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não foi fácil a história dos momentos que se viveram antes e depois da implantação da Republica que este ano se comemora. Nem todos os conservadores se comportavam como o meu Avô que sendo monárquico e um médico ilustre que também ficaria conhecido como figura importante na luta pela autonomia dos Açores, pagava do seu bolso a um dos seus filhos, ainda durante os últimos tempos da Monarquia, a edição de um pequeno jornal clandestino defendendo a Republica, do qual era responsável o meu Pai, ao tempo estudante em Coimbra. Foram duras e acesas as lutas entre os conservadores e os reformadores livres-pensadores do novo regime implantado a 5 de Outubro. Mais ou menos conhecidas as diversas manifestações ocorridas, através de relatos publicados nos jornais da época, alguns assinados por figuras ilustres da nossa literatura, o escritor Pedro Foyos resolveu revelar um dos factos históricos talvez mais ignorado mas que ilustra bem a irracionalidade de certas motivações. O autor dos recentes &lt;em&gt;Criador de Letras &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Botânica das Lágrimas &lt;/em&gt;é um excelente investigador que não desdenha a sua faceta jornalística de renome e consegue juntar, numa obra, a documentação histórica e rigorosa com a ficção fantástica. O seu Jardim Republica é uma obra encantadora. E esta classificação estende-se ao fenómeno de a sua leitura nos encantar ao ponto de não pararmos sem atingir a última página. E se não fosse suficiente o facto de ser uma obra que enaltece o amor pela Natureza que nos rodeia, defendendo a sua preservação para garantir a vida na Terra, existe a magia do autor ao descrever o que foi a história pela criação do Dia da Árvore. &lt;br /&gt;De facto, o culto da árvore marca de forma insofismável a transição do regime monárquico para a Republica. E conforme nos descreve Pedro Foyos, nasce um aproveitamento político para acusar os republicanos de uma idolatria ateísta pelos novos deuses e de odiosos destruidores da moral cristã. Figuras eminentes da cultura portuguesa tentam desmentir tais falsidades interrogando os conservadores sobre como foi possível imaginar que Deus tivesse criado a árvore para depois se arrepender.  &lt;br /&gt;Começando pela descrição ficcionada de como uns tantos inimigos da recente Republica lançavam o seu ímpeto destrutivo contra tudo o que era espécie vegetal e invadiam pela calada da noite os locais onde tinham decorrido as plantações integradas no recém-criado Dia da Árvore, o autor descreve como em pleno Jardim Botânico todas as plantas se organizam para derrotar os vândalos invasores. E depois deste seu conto fantástico, Pedro Foyos apresenta-nos na segunda parte desta obra uma série de documentos que são o verdadeiro testemunho histórico dos acontecimentos que foram consolidando as celebrações do Dia da Árvore e levaram já após o 25 de Abril à sua passagem para Dia Mundial da Floresta.&lt;br /&gt;Assinalemos como factor que muito enriquece esta obra a cuidada ilustração a preceito para um conto fantástico e a reprodução de registos iconográficos de vária ordem publicados na época, tudo razões mais do que suficientes para recomendar a sua leitura como algo imperdível e por isso merecedor da nossa classificação em Amor pelos Livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/09/jardim-republica-pedro-foyos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-8611929593056894325?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8611929593056894325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8611929593056894325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/09/jardim-republica-pedro-foyos-editorial.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TJ4qHwbMnJI/AAAAAAAAAM8/OiDT6sHTd0M/s72-c/Jardim+Republica_apl+.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7539671074020413841</id><published>2010-08-25T17:40:00.001+01:00</published><updated>2011-01-07T16:23:58.760Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clássico'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TJ4nDsNvrwI/AAAAAAAAAM0/mT1JsoDyTmo/s1600/O+PRINCIPEZINHO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 143px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TJ4nDsNvrwI/AAAAAAAAAM0/mT1JsoDyTmo/s200/O+PRINCIPEZINHO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520893137564708610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PRINCIPEZINHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Antoine de Saint- Exupéry&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://mhij.pt/audiolivro/o-principezinho/"&gt;MHIJ Editores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um dos livros que não agrada apenas aos mais novos por ficarem encantados com a história daquele Principezinho que aparece ao autor em pleno deserto dizendo ter vindo de um asteróide para saber como se vive na Terra. E passamos a assistir a um diálogo em que ele conta o que já lhe aconteceu, interrogando-o sobre o significado de muito do que já tinha observado e que não conseguira compreender. Saint-Exupéry vai tentando explicar-lhe o que sabe e o que imagina saber, pois nem todas as perguntas têm uma resposta lógica para o Principezinho. Aliás o pequenino herói também lhe conta muito do que se passa lá por cima no seu e noutros asteróides que também visitou. Ao reler agora este livro ou escutá-lo em CD pela voz de Pedro Granger num audiolivro, teremos de nos esquecer que para os dias de hoje, quando o homem já viaja em sofisticadas naves espaciais que lhe dão a conhecer o espaço extra-terrestre, a história poderia parecer não ter sentido. Mas Saint-Exupéry foi no seu tempo muito mais além do verdadeiro sentido das coisas e dos homens do seu tempo. Humanista por formação, este homem que também foi aviador que viveu na realidade aventuras várias tocando em muitos pontos do globo, tendo aliás desaparecido na sequência de um estranho desastre nunca completamente esclarecido e muitas vezes envolvido nas mais curiosas experiências, delicia-nos nas páginas desta obra com extraordinárias conclusões sobre a humanidade e de como o homem que a integra pode ou não reagir. E de facto, acabo por concluir que muita coisa de que não me apercebi neste livro que li na minha infância, me aparece agora com grande evidência, demonstrando um autor que tinha muito mais para dar no seu Principezinho do que apenas uma história infantil. Afinal sempre é verdade que &lt;em&gt;“«Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos...». &lt;/em&gt;Como em muitas das suas outras obras que nos deixou, Saint-Exupéry também aqui não deixa de fazer o seu apelo a uma união de todos os homens, independentemente da sua raça, religião ou idioma. E a sua intenção era sem dúvida que, ao ler o seu livro, os jovens aprendessem a sentir e a defender desde pequenos esses valores tão importantes e cada vez mais nos dias que actualmente vivemos. O valor supremo da solidariedade está bem patente ao afirmar: &lt;em&gt;“«Quando nos deixamos prender a alguém, arriscamo-nos a chorar de vez em quando...». &lt;/em&gt;E como gostei de voltar a sentir-me criança e ao mesmo tempo absorver muito do que outrora não me apercebi mas que talvez – e humildemente o digo – tenha influenciado a minha formação, saúdo esta nova edição e faço votos para que seja lida por todos, sobretudo os mais jovens, alheados de boas leituras, contribuindo afinal para conseguir um futuro que desejamos mas que infelizmente ainda não soubemos criar. A esperança é a última coisa a morrer. Isso sabemos. E apesar de tudo o que se espelha hoje à minha volta, ainda resiste em mim. Não pretendo com isto dizer que não existam autores na literatura infantil actual que defendem princípios iguais mas o Principezinho de Saint-Exupéry é um verdadeiro clássico que merece conservar o seu lugar no nosso tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ouvir um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/09/o-principezinho-antoine-de-saint.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7539671074020413841?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7539671074020413841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7539671074020413841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/09/o-principezinho-antoine-de-saint.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TJ4nDsNvrwI/AAAAAAAAAM0/mT1JsoDyTmo/s72-c/O+PRINCIPEZINHO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-470696974344119839</id><published>2010-08-12T22:50:00.002+01:00</published><updated>2010-08-12T23:08:25.968+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TGRu3d-hT3I/AAAAAAAAAMk/ekhtebng434/s1600/O+PARADOXO+DO+AMOR.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TGRu3d-hT3I/AAAAAAAAAMk/ekhtebng434/s200/O+PARADOXO+DO+AMOR.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504646543772307314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PARADOXO DO AMOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pascal Bruckner&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5772&amp;osCsid=n3fvb4pjvu8fc02sm3j2unk334"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Este livro é mais uma contribuição valiosa para conhecermos melhor o porquê do Paradoxo do amor, assim conhecido e definido por ele se contrariar a si próprio. Acontece, tem a sua duração mais ou menos limitada e depois, talvez devido a uma contrariedade ou mais do que uma, provocada por certas inibições no comportamento normal do ser humano, desvanece, passa por fases mais obscuras ou mesmo desaparece. E afinal terá sido sempre assim? O amor de hoje é diferente do de outros tempos? Como seria no homem primitivo? E como classificar os mais diversos tipos de amor, o amor materno, o amor por um Deus, o amor à vida, o amor aos outros? Será que nestes casos também se perde alguma coisa, em troca? Mas vejamos o que a maioria pensa.&lt;br /&gt;Qual de nós não tem uma opinião sobre o significado do Amor? Todos aspiram a vivê-lo um dia ou a continuar a vivê-lo para aqueles que julgam – julgam digo bem – ter encontrado já esse sentimento e estar a desfrutá-lo. Os adultos recordam com certeza as histórias dos livros infantis sobre um príncipe e a sua amada que terminavam todas de igual modo com aquela frase “e viveram felizes para sempre”. Significava isso que o seu amor não terminaria nunca. Os jovens de hoje já não lêem essas histórias e até sabem que o amor chegará mas não têm a certeza de que durará para sempre. E no entanto, assistimos a entrevistas com idosos que dizem que já vivem felizes há muitos anos, vivendo intensamente o seu amor. Claro que poderá haver excepções. Mas a regra não é de facto essa. O amor desaparece mais tarde ou mais cedo e fica qualquer coisa que muitos intitulam de amizade. E daí a confusão. Porque será que amor morre? Se é que morre. Depois temos os romances imortais de Romeu e Julieta, Orfeu e Euridice e muitos mais. Grandes amores sem dúvida, embora ficcionados, mas com um final infeliz. Temos também os poetas que nos falam do verdadeiro amor, que dedicam os seus poemas aos seus entes queridos, desejando amá-los para todo o sempre. Enleados em tudo isto e muito mais, para não nos alongarmos, vamos formando pessoalmente a nossa opinião. E no entanto não conseguimos explicar porque razão é que ele desaparece. Sabemos que é mentira ao que nos conta a História sobre os Grandes Amores. Sabe-se agora que não terá sido totalmente como nos contaram os amores entre D. Pedro e D. Inês. Já há largos anos que deixou de ser tabu falar no sexo e utiliza-se também o termo amor carnal. Para o diferenciar – diz-se – do amor platónico, sendo que esta expressão não tem nada a ver com o conceito de amor na filosofia de Platão. Mas adiante. O que será que este autor nos diz mais do que outros que o antecederam? Ao longo dos tempos muitos têm sido os autores que se têm debruçado a explicar o paradoxo do Amor. E para além do amor entre dois seres humanos sempre aproveitaram naturalmente para falar da parte mística, do amor divino respeitante ao que pode existir numa qualquer religião. Só para citar um caso, Vaugham Lee debruçou-se mesmo sobre os sufistas de uma ordem Islâmica persa Naqshbandi apresentando as razões da existência também do paradoxo do amor divino. E também ali, como nas restantes religiões, o amor ao outro confunde-se com a perda da liberdade. Ora se quem ama o divino deverá ser amado por Ele, porquê então esse Ele lhe vai proibir a liberdade. E a história que aproveitámos para exemplo, todos a conhecem repetida nas restantes religiões. Mas falemos deste livro de Pascal Bruckner que não deixa igualmente de referir as contradições ou paradoxos dentro da religião cristã, chegando mesmo a citar Santo Agostinho a respeito do problema da sexualidade. O Santo imaginava as cópulas de Adão e Eva no Paraíso antes do pecado original e inventa mesmo a sexualidade sem libido. Mas para o autor como para todos nós, isso nada tem a ver com o significado do amor verdadeiro, total. Bruckner não deixa, é claro, de nos recordar, relatando com factos históricos a evolução ou revolução que aparece na nossa sociedade, principalmente a partir das ideias do Maio de 68, sendo que algumas permaneceram e foram aceites nos dias de hoje por uma certa camada da população mas ao mesmo tempo condenadas por outra. É que o amor e as relações humanas são de facto a parte mais paradoxal do ser humano. E Bruckner, como outros, refere por exemplo que no amor podemos encontrar ao mesmo tempo a maior das forças e as mais profundas tristezas. Mas contrariamente a outros autores que se interessaram pelo paradoxo do amor no plano geral da humanidade e da falta dela, este ensaísta, várias vezes premiado pelas suas obras, dedica-se sobretudo neste livro ao amor, na sua parte de relação entre dois seres. E não deixa de nos recordar como, contrariamente ao que julgavam os que o conceberam desde Engels a muitos teóricos do século XX, o casamento por amor não veio afinal a contribuir para que acabasse a prostituição e o adultério, tal como a desejada libertação sexual da década 60/70 não iria conduzir-nos ao verdadeiro encontro com o sublime. O curioso é que a conquista a partir do século XVII de se passar a escolher quem amamos e a amar quem nós queremos não nos trouxe a liberdade, salvo naquele pequeno período da revolução de Maio e alguns anos que se seguiram. Será que é assim tão impossível conjugar os dois desejos que nos trariam a felicidade? A solução tem sido encontrada no adultério, tanto do homem como da mulher mas é uma das principais razões da dissolução do casamento. Como encontrar resposta para tantas questões. Desejamos o outro para sermos felizes mas desejamos igualmente a liberdade cuja perda parece ser afinal o preço a pagar pelo amor. Mas se aquele que ama é amado, deveria haver da parte do outro a compreensão e o amor suficiente para o aceitar tal como é, desde que isso nunca atingisse, como por vezes é hoje corrente, o uso da violência. Neste caso, não há amor verdadeiro. Ou será que o amor traduzindo uma certa violência, nos mistérios da posse, para atingir o máximo de prazer se confunde depois com o ultrapassar do humano? Num plano completamente diferente, quase todos os que se têm debruçado a estudar o amor estão de acordo em que apesar de ele poder ser entendido de diferentes formas - e nesse caso teremos de o considerar como algo de abstracto – ele será um sentimento por excelência de todo o ser humano, sendo vital para as nossas vidas, a tal ponto que sem ele não sobreviveríamos. Apesar de se poder morrer de paixão, ansiamos por ela mas desejamos ao mesmo tempo ser livres. Mas a paixão domina. Sabemo-lo todos. Tudo isto faz parte do paradoxo do amor que tem sido intensamente estudado, analisado e exposto. E este livro de Pascal Bruckner, debruçando-se sobre aspectos tão vastos, impossíveis de aqui descrevermos, é um contributo que recomendamos. Não porque se encontre a solução que não parece fácil mas porque é uma obra completíssima para compreendermos a realidade: o homem evoluiu mas o mesmo não aconteceu com o amor. Perante isso, preparemos o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um extracto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/08/o-paradoxo-do-amor-pascal-bruckner.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-470696974344119839?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/470696974344119839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/470696974344119839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/08/o-paradoxo-do-amor-pascal-bruckner.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TGRu3d-hT3I/AAAAAAAAAMk/ekhtebng434/s72-c/O+PARADOXO+DO+AMOR.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4126023088181835413</id><published>2010-07-22T18:26:00.009+01:00</published><updated>2010-07-22T18:51:26.392+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TEh_rv6JF8I/AAAAAAAAAL4/RTc_eJo27HA/s1600/DI%C3%81LOGOS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TEh_rv6JF8I/AAAAAAAAAL4/RTc_eJo27HA/s200/DI%C3%81LOGOS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496783734777124802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIÁLOGOS PARA O FIM DO MUNDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Joana Bértolo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/cache/html/show_produto__q1obj_--_3D73882__--_3D_area_--_3Dcatalogo__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;Editorial Caminho&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil a leitura deste livro da jovem escritora curiosamente licenciada em Belas Artes e presentemente a fazer o seu doutoramento em Berlim. Distinguida já com vários prémios, um deles atribuído precisamente a este título quando ainda na sua fase de manuscrito (Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho –2009) a fundamentação do júri salientava uma desenvoltura de linguagem, originalidade na construção narrativa e a variedade de registos (…) denotando um louvável poder de comunicação. Mesmo antes de termos tido conhecimento destes fundamentos, também encontrámos nestas páginas um inegável poder de concentração dos mais variados sentimentos, ligados por factos que já aconteceram e de que temos conhecimento como de algumas interrogações que todos nós fazemos sobre o incompreensível futuro que sempre nos espera ou espreita à esquina do caminho a percorrer. Joana Bértolo não pretende dar respostas mas sim levar-nos a pensar sobre uma imensidade de questões que habitam o vasto oceano das nossas vidas. E por essa razão dissemos há pouco que não era fácil a sua leitura mas talvez até por isso mesmo exista a vantagem de o fazermos e não sendo um livro cujas páginas se devoram aguardando o momento de as voltar merece que paremos de vez em quando para avaliar até que ponto nos revemos nelas ou revemos até o próprio mundo em que vivemos. Escrita original, sem  dúvida, a pouco e pouco vamos querendo  viajar com Joana Bértolo pelos caminhos que vai traçando nas suas descrições. E para que tudo estivesse mais completo nem a música deixa de estar presente. Seja ela pressentida no convés de um navio que soubemos ter naufragado há muito tempo como na grandeza de um compositor que ficará na eternidade enquanto dela tivermos no Quase seria levado a dizer que em vez de um romance, ali coexistem vários romances. O amor está naturalmente presente numa curiosa história que transversalmente cruza as mais variadas situações. Mas onde estará o Futuro do Amor? E onde o Futuro se ele já é agora? Desse modo Joana convida-nos a procurar respostas que ela nunca teve a pretensão de dar. Mas a pouco e pouco e à medida que a acompanhamos nestas páginas dos seus Diálogos – que o são de facto não só entre as diversas personagens como sobretudo entre nós próprios e a autora – concluímos que é uma obra que merece o seu destaque neste nosso Amor Pelos Livros. Diálogos para o Fim do Mundo são de facto Diálogos para o nosso presente. Um presente que foi Ontem, é hoje mas também é já amanhã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/07/dialogos-para-o-fim-do-mundo-joana.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4126023088181835413?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4126023088181835413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4126023088181835413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/07/dialogos-para-o-fim-do-mundo-joana.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TEh_rv6JF8I/AAAAAAAAAL4/RTc_eJo27HA/s72-c/DI%C3%81LOGOS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2866901474660914413</id><published>2010-07-08T20:20:00.005+01:00</published><updated>2011-01-07T16:27:22.427Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TDYligi3TwI/AAAAAAAAALw/ZXh-No9N0bQ/s1600/RATINGS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TDYligi3TwI/AAAAAAAAALw/ZXh-No9N0bQ/s200/RATINGS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491618070406844162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RATINGS&lt;br /&gt;50 Perguntas e Respostas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Ferreira&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.centroatl.pt/titulos/desafios/ratings.php3"&gt;Centro Atlântico&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vinda a público de notícias sobre a crise económica mundial e mais particularmente sobre as que afectam de modo individual os diversos países como é o caso de Portugal, fez aparecer com frequência através da Comunicação Social e nas diversas intervenções de membros do governo ou de representantes dos partidos o termo rating e indicações dadas por agências de rating. A situação do país era assim fornecida de um modo absolutamente novo para grande parte das pessoas. Não era o governo que o dizia. Ele também se baseava em tais números ou datas ou então negava que fossem verdadeiros e reais. O mesmo acontecia com as opiniões dos diversos comentadores. Alguns espíritos mais esclarecidos recordavam-se de ter ouvido o termo aplicado por exemplo a audiências televisivas ou limites para certas actividades ligadas ao consumo. Em traços largos sabiam que rating é a avaliação de alguma coisa em termos de qualidade, como por exemplo o lugar ocupado por um certo filme no universo dos que estão a ser exibidos num determinado período de tempo. Mas que isso ditasse as previsões para o crescimento ou diminuição de uma crise económica era de facto algo de novo. Qual a razão de todo o sistema financeiro mundial estar relacionado com os ratings indicados por agências especializadas. Mas para não darem sinal da sua ignorância, poucos se interrogavam sobre o seu real significado ou porque apareceram de repente. E afinal, o necessário era que alguém nos explicasse o que eram ou são de facto os famosos ratings, quem os avalia e como e porquê aparecem. Foi razão suficiente para chamarmos aqui a vossa atenção para este livro da Centro Atlântico onde Eduardo Ferreira, licenciado em Gestão e Administração Pública pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, com  presença de jornalista em vários orgãos da Comunicação Social e de analista em organismos de gestão responde de forma sucinta e muito explícita a uma série de perguntas que afinal andamos muito a fazer nos últimos tempos: São 50 perguntas e as respectivas 50 respostas que nos são apresentadas, desde a simples explicação do que é um rating e quais as principais agências de rating até, entre outros pormenores, às metodologias aplicadas para classificações que terão – ou já estão a ter – um impacto significativo na vida de milhões de pessoas. Claro que podemos ter já a noção de que um rating é algo que uma entidade, organismo ou estado que se encontram numa posição de credores encomendam a uma agência especializada – ficamos a saber que são 3 as mais conceituadas – a fim de conhecer a situação financeira do seus devedores. Mas até que ponto é que isso pode ser fiel ou falível e influenciar a governação dos visados? Porque é que há quem defenda que o seu uso devia ser fortemente restringido e porque é que a Grécia foi forçada a assinar um acordo com o FMI e Portugal pode ser o alvo seguinte dos especuladores? Qual é afinal o valor da dívida portuguesa e qual será a evolução das suas  taxas de juro? E depois de muitas mais perguntas e respostas, será que as agências de rating  têm alguma utilidade ou poderíamos viver num mundo sem elas? Vamos conhecer alguns dos seus erros e de quem consegue afinal tirar vantagens dos valores ditados pelas agências. Será que é necessário dizer mais alguma coisa para ficarmos suficientemente esclarecidos? Claro que sim. Basta que aceitem o nosso convite para ler este livro sobre um tema mais do que actual e de que depende muito ou mesmo a quase totalidade do nosso futuro: Ratings – 50 Perguntas e 50 Respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/07/ratings-50-perguntas-e-respostas.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2866901474660914413?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2866901474660914413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2866901474660914413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/07/ratings-50-perguntas-e-respostas.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TDYligi3TwI/AAAAAAAAALw/ZXh-No9N0bQ/s72-c/RATINGS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7764816655952151383</id><published>2010-06-23T20:38:00.004+01:00</published><updated>2010-06-23T20:59:51.387+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TCJjMv6b3eI/AAAAAAAAALo/I2STEyUIwAw/s1600/FIL%C3%93SOFOS+NO+DIV%C3%83.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TCJjMv6b3eI/AAAAAAAAALo/I2STEyUIwAw/s200/FIL%C3%93SOFOS+NO+DIV%C3%83.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486056366761827810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OS FILÓSOFOS NO DIVÃ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Charles Pépin&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5749"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos sabemos que as ideias por vezes defendidas por algumas pessoas nem sempre são coincidentes com as suas verdadeiras preocupações e com aquilo que na realidade sentem na sua mente. Claro que felizmente essa não é a regra geral e acontece sobretudo na política mas já se registaram até casos de individualidades das mais variadas áreas mesmo com escritores. O que passaram para o papel e ficou às vezes para a posteridade não coincidia com as suas reais convicções. Vá lá saber-se porquê! Mas será que quando se trata de filósofos, grandes nomes históricos cujas teses nos habituámos a respeitar, podendo ou não concordar com elas em todos os seus aspectos, cometeram igual pecado? Poder-se-á perguntar se tal seria concebível ou antes pelo contrário as suas teses filosóficas eram precisamente o produto das suas mais intrínsecas preocupações. E quando esses filósofos são nomes como Platão, Kant ou Sartre, a nossa curiosidade sobre as causas que os levaram a defender as suas teorias é ainda maior. Pois foi o que Charles Pépin, jovem escritor e professor agregado de Filosofia no Liceu do Estado da Legião de Honra de Saint-Denis e no Instituto de Estudos Políticos de Paris resolveu investigar baseado, conforme ele explica no seu livro “Os Filósofos no Divã”, num criterioso conjunto de fontes históricas, textos autobiográficos, cartas dos próprios filósofos, obras biográficas e até no caso de Sartre, de entrevistas. Charles Pepin afiança-nos que nada foi inventado. E assim imaginou um encontro ou melhor vários encontros desses três personagens estendidos num divã em casa de Freud. Junta-se assim a Psicanálise à Filosofia e assistimos ao processo do regresso às suas vivências passadas, aos seus afectos e contradições, desde a infância à execução das obras que nos deixaram. Só Freud de facto os poderia fazer revelar a verdade. E isso é tão importante como afinal poder compreender o legado das suas ideias. As teorias de Platão, Kant e Sartre aparecem-nos à luz de uma mais completa transparência e Pépin oferece-nos de facto um livro fascinante e maravilhoso que se lê com enorme agrado. O leitor encontra-se na posição de verdadeira testemunha dessa sucessão de entrevistas em que personagens tão célebres confessaram num divã as suas preocupações. E no desenrolar das situações que viveram e que perante nós - através de Freud claro ou através da análise de Charles Pépin – recordam e de algumas obsessões que por vezes os atingiram mais profundamente, acabamos por conhecer melhor o que eram tais celebridades como homens e como conduziram as suas vidas. Com esse aditivo não é de estranhar que assimilemos também melhor a profundidade das suas ideias que se consumaram nas suas teses filosóficas, desde o idealismo de Platão ao significado do dever para Kant e naturalmente às mais recentes teorias defendidas por Sartre num momento muito próximo de nós e que até muitos de nós chegámos a viver. Uma obra que se lê com um prazer inegável, razão mais do que suficiente para aqui figurar e deixar a todos o convite para acompanharem estas três grandes figuras no livro de Charles Pépin “Os Filósofos no Divã”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler excertos desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/06/os-filosofos-no-diva-charles-pepin.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7764816655952151383?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7764816655952151383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7764816655952151383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/06/os-filosofos-no-diva-charles-pepin.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/TCJjMv6b3eI/AAAAAAAAALo/I2STEyUIwAw/s72-c/FIL%C3%93SOFOS+NO+DIV%C3%83.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4998783212457659652</id><published>2010-05-05T16:37:00.003+01:00</published><updated>2010-05-05T16:45:03.768+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S-GRSS1uCaI/AAAAAAAAALY/B3UI2FYMDio/s1600/MITOS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S-GRSS1uCaI/AAAAAAAAALY/B3UI2FYMDio/s200/MITOS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467811166085319074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MITOS URBANOS E BOATOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Susana André&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=%20187"&gt;A Esfera dos Livros&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente se recorda do tempo em que se dizia que um boato nascido numa ponta da cidade de Lisboa levava 15 minutos a chegar ao limite oposto. Hoje em dia, algo que nasce em qualquer ponto do país estará dentro de muito poucos segundos algures na Austrália ou no Japão e naturalmente em qualquer ponto do globo. A velocidade a que uma história, por mais inverosímil que possa parecer, é difundida por todos os países apenas depende de uma ligação à Internet. É esse o grande veículo de comunicação do presente que nos traz a verdade mas também difunde a mentira. O modo como se propagam os boatos, através do correio electrónico, faz com que possam parecer verdadeiros de tal modo são inúmeros os testemunhos que vão chegando de todos o lado. “O boato fortaleceu-se com as novas tecnologias “ diz Miguel Sousa Tavares no prefácio ao livro da jornalista Susana André sobre Mitos Urbanos e Boatos. &lt;br /&gt;O parentesco entre o Mito e o Boato&lt;br /&gt;é algo de muito subtil, sendo que o mito pode subsistir durante mais tempo que o boato e tornar-se uma lenda que pode passar de geração em geração. Por vezes sofre uma ligeira adaptação às condições momentâneas mas a sua origem continua incerta a vaguear de boca em boca, algumas delas garantindo que os próprios donos viveram tais peripécias ou pelo menos conhecem muito de perto quem as viveu. Susana André reúne neste seu livro uma longa série de mitos e boatos que alguns de nós chegámos de certo modo a vivenciar e até por vezes a ajudar a difundir, tão convincentes e adaptados ao nosso tempo eles nos pareceram. Numa época em que todo o cuidado é pouco devido à falta de segurança de certos sectores onde nos deslocamos ou de produtos que usamos. Onde algo que se diz ser a última descoberta para resolver este ou aquele problema é mais tarde demonstrado falível, somos levados a acreditar em todo e qualquer alerta que nos chegue de repente ao conhecimento, quer por uma voz amiga ou uma comunicação electrónica de alguém que conhecemos e que se apressa a que esse mesmo alarme chegue o mais rapidamente possível aos seus amigos. Portanto a história de uma determinado produto químico que entra na preparação de uma pasta dentífrica poderia bem ser afinal um veneno perigoso. Alguém que anda em certo lugar da cidade a proceder a assaltos sistemáticos pode muito bem ser possível. Enfim, Vamos ter possibilidade de conhecer neste livro um grande número de “histórias”, algumas bem recentes, juntamente com a explicação encontrada pela autora para o seu aparecimento e, mais ainda, nos mitos em que se basearam e que já correram o mundo noutra forma e noutras épocas. Quem não se lembra da Guerra dos Mundos, o programa radiofónico com que Orson Welles lançou certo pânico em 1938 com os Marcianos a descerem em Nova York, depois o saudoso Matos Mais, 20 anos depois, através da Rádio Renascença e mais recentemente o boato de que teriam aparecido marcianos em Carcavelos. Este boato tinha as suas raízes nos dois acontecimentos anteriores, apesar de estes terem sido devidamente anunciados como teatro radiofónico. Já o caso da urina de rato nas latas de conserva ou o das agulhas infectadas pelo vírus da Sida nas cadeiras dos cinemas nasceram precisamente dos nossos receios actuais. Susana André explica-nos como nascem, porque nascem, como vivem e como morrem, no caso de chegarem a morrer, os boatos postos a circular à nossa volta. É uma análise e um estudo que a autora divide em vários sectores desde o sexo ou a morte até à arma política. É de facto uma obra curiosa e elucidativa que nos faz estar mais bem preparados para futuros boatos e repetições engenhosas de certos mitos urbanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler excertos desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/05/mitos-urbanos-e-boatos-susana-andre.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4998783212457659652?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4998783212457659652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4998783212457659652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/05/mitos-urbanos-e-boatos-susana-andre.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S-GRSS1uCaI/AAAAAAAAALY/B3UI2FYMDio/s72-c/MITOS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-3160706887746906654</id><published>2010-04-22T18:58:00.003+01:00</published><updated>2010-04-22T19:05:08.000+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S9CPEQqZojI/AAAAAAAAALQ/YgmYiKcXPiA/s1600/O+CADERNO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 128px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S9CPEQqZojI/AAAAAAAAALQ/YgmYiKcXPiA/s200/O+CADERNO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463023651355468338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O CADERNO - 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José Saramago&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/cache/html/show_produto__q1obj_--_3D72781__--_3D_area_--_3Dcatalogo__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;Editorial Caminho&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta colectânea dos textos escritos por Saramago no seu blog entre Março e Novembro de 2009 mais uma vez confirmam o que já tinha dito em relação ao seu Caderno editado 1 ano antes com aqueles que marcaram o início da sua adesão à blogosfera em Setembro de 2008. Aliás ele transferiu precisamente para este suporte as crónicas, críticas e análises do quotidiano que tinha iniciado nos seus Cadernos de Lanzarote quando para ali se mudou na sequência da censura ao livro &lt;em&gt;O Evangelho Segundo Jesus Cristo &lt;/em&gt;para o Prémio Europeu da Literatura. Lembremos que ele próprio confessava então tratar-se de uma espécie de Diário que tinha prometido escrever num caderno de papel reciclado que para o efeito lhe tinha sido oferecido numa visita dos seus cunhados María e Javier. E assim foi de facto. O escritor passou a transmitir para o papel as suas preocupações, mesmo as mais íntimas, dando-nos a oportunidade para o conhecer ainda melhor, fora da grande criatividade dos seus romances mais que consagrados, todos eles conduzindo afinal ao desfecho evidente de alcançar em 1998 o Prémio Nobel da Literatura. Mas debruçando-me mais sobre este segundo Caderno, confesso ainda maior admiração que aquela que já sentia pelo Homem Saramago. Com uma simplicidade extraordinária, o grande escritor despe as suas mais características vestes literárias para com a mesma clareza de princípios humanísticos nos oferecer o teor das preocupações que afinal todos deveriam sentir nesta aldeia global em que estamos a passar os nossos dias. Acreditem os que eventualmente me estão a ler que desejo declarar com toda a humildade possível que eu próprio me senti desejoso de assinar por debaixo de cada um daqueles textos diários. Que me desculpem portanto a ousadia. Claro que muitos dos casos referidos e que foram primitivamente colocados no seu blog não poderiam estar no meu pensamento. O que pretendo dizer é que de tal modo me impressionaram que eu desejaria tê-los pensado e isso é quanto basta para sentir o enorme prazer de os descobrir nesta leitura de um Saramago, extremamente humano e totalmente longe daquela figura que tantas vezes é injustamente atacada. E isso principalmente porque ele tem a coragem de expor as suas ideias pouco concordantes com as dos seus inimigos políticos e religiosos. Claro que também aqui ele não deixa de as revelar com a mesma ou ainda maior honestidade com que sempre o faz. Também aqui se revolta contra a opressão, a tortura, a burguesia corrupta e a mesquinhez, as ditaduras de toda a espécie que pululam em várias partes do globo, enfim tudo aquilo que contraria os direitos do homem e a liberdade. E também aparecem as suas críticas a uma religião que não respeita ela própria aquilo que diz defender. Mas a força principal do Caderno de Saramago reside - e não me canso de o repetir - na grandeza dos princípios que defende e que Umberto Eco muito bem define no prefácio que escreveu para a edição italiana: “ &lt;em&gt;eu diria que nestes breves escritos Saramago continua a fazer a experiência do mundo tal como ele é, para depois o rever a uma distância mais serena, sob a forma de moralidade poética (e às vezes pior do que é – embora pareça impossível ir mais longe)”&lt;/em&gt; … &lt;em&gt;“para não falar (e eis o retorno aos grandes temas da sua narrativa) de quando da análise do quotidiano salta para os grandes problemas metafísicos, para a realidade e a aparência, para a natureza da esperança, para como são as coisas quando não estamos a olhar para elas.” &lt;/em&gt;Que razões mais necessitaria eu para colocar o Caderno de Saramago no meu Amor Pelos Livros? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/04/o-caderno-2-jose-saramago.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-3160706887746906654?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3160706887746906654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3160706887746906654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/04/o-caderno-2-jose-saramago-editorial.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S9CPEQqZojI/AAAAAAAAALQ/YgmYiKcXPiA/s72-c/O+CADERNO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6965192044539509267</id><published>2010-04-04T23:08:00.004+01:00</published><updated>2010-04-05T16:31:58.945+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S7kM5YmxPzI/AAAAAAAAALI/Mgj_UKV8sQc/s1600/MAN%C3%8DACOS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S7kM5YmxPzI/AAAAAAAAALI/Mgj_UKV8sQc/s200/MAN%C3%8DACOS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456406603533205298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MANÍACOS DE QUALIDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Joana Amaral Dias&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=%20181"&gt;A Esfera dos Livros&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Portugueses célebres na consulta com uma psicóloga” é o subtítulo deste livro que justifica de imediato o porquê de existirem maníacos de qualidade. Eles são então célebres e portanto é suposto neles existir qualquer espécie de qualidade, seja ela cultural, política ou social. Mas ao mesmo tempo neles existem ou melhor foram reconhecidos no seu tempo pequenos ou grandes distúrbios mentais, levando uma vida que muitos analisaram e apelidaram das mais diversas formas. Joana Amaral Dias, figura mediática bem conhecida, licenciada em Psicologia Clínica, docente e terapeuta familiar, com vastos conhecimentos adquiridos pela sua experiência e pela presença assídua nos areópagos da especialidade, resolveu debruçar-se sobre a vida de alguns portugueses que entraram em diversos ramos da nossa história. De todos eles, desde D.Afonso VI(dado como louco), Marquês de Pombal (um obsecado ou desequilibrado) ou a Rainha D. Maria I (considerada doida), mas também Fernando Pessoa (preocupado com a sua sanidade mental), Antero de Quental(que se suicidou) e João César Monteiro (o cineasta excêntrico), alguma coisa portanto sabíamos sobre o seu comportamento mais ou menos estranho. Menos conhecidos como portugueses célebres seriam Ângelo de Lima e António Gancho. Perante uma lista considerável de grandes vultos da nossa história com assinaláveis perturbações psíquicas ou como tal considerados e sentindo a necessidade de efectuar uma escolha que tivesse uma representatividade para a finalidade que se propunha neste seu livro, Joana Amaral Dias decidiu-se por dois critérios. Em primeiro lugar todos eles deveriam possuir “&lt;em&gt;indícios fortes de grande sofrimento psíquico&lt;/em&gt;” mas o conjunto escolhido deveria também preencher a necessária “&lt;em&gt;diversidade&lt;/em&gt;” que permitisse abranger um vasto leque de uma certa tipologia apelidada por uns de desvios de personalidade e por outros de verdadeira doença psíquica. A loucura é um tema recorrente na história da humanidade sendo até muito comum dizer-se que “de génio e de louco todo o mundo tem um pouco”. Seria natural portanto que figuras mais proeminentes ficassem também conhecidas pelos seus eventuais actos de uma certa loucura. E tudo isso seria igualmente uma classificação de terceiros. A investigação cuidada de Joana Amaral Dias vai mais longe e na impossibilidade de sentar num divã as personagens do livro baseia-se não só nos muitos documentos históricos mas também registos biográficos e mesmo auto-biográficos, diários, cartas, etc. É um trabalho muito honesto e tanto quanto possível correcto sobre a verdade do que foi dito e escrito mas sobretudo – e isso é importante – do que teria sido sentido pelos personagens que chamou para este livro. Em certos casos – e sempre que tal foi possível - eles aparecem mesmo num discurso directo quase parecendo que estamos a assistir a uma sessão de psicanálise. Quase nos permitimos dizer que a autora assim o entendeu de tal modo os vultos estudados nos aparecem nas páginas que oferece à nossa leitura. Nada foi ignorado - ou muito pouco - do que disseram terceiros, que pudesse ter importância para a análise feita. Digamos que esta obra se lê com a consciência de que ficamos mais conhecedores dos actuais conhecimentos sobre o que se passa no universo da mente humana apesar de Joana Amaral Dias nos afirmar que poderão existir alternativas às interpretações apresentadas. No entanto, quanto a nós, este estudo sobre alguns “Maníacos de Qualidade” que fazem parte da nossa História contribui firmemente para o nosso enriquecimento cultural. E por isso aconselhamos vivamente a sua leitura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/04/maniacos-de-qualidade-joana-amaral-dias.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6965192044539509267?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6965192044539509267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6965192044539509267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/04/maniacos-de-qualidade-joana-amaral-dias.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S7kM5YmxPzI/AAAAAAAAALI/Mgj_UKV8sQc/s72-c/MAN%C3%8DACOS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5632887915952190760</id><published>2010-03-17T17:18:00.005Z</published><updated>2010-03-17T17:27:13.145Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S6EPEHx9lqI/AAAAAAAAALA/CH01HOHW-RI/s1600-h/cria%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S6EPEHx9lqI/AAAAAAAAALA/CH01HOHW-RI/s200/cria%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449653587577509538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A CRIAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E.O. Wilson&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=2164"&gt;Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É interessante encontrar um dos mais eminentes Biólogos da actualidade, defensor incontestável das teorias evolucionistas que defende com grande convicção a ideia de que elas não são na sua essência contrárias à existência de uma qualquer religião. Este facto não é muito vulgar, apesar de não constituir uma excepção à regra. Criacionistas e evolucionistas sempre se têm defrontado nos areópagos de várias conferências, parecendo irreconciliáveis as duas ideias. O Professor de Harvard, laureado com uma notável colecção de prémios e de distinções por todo o mundo científico, escreveu há já alguns anos um livro que então foi editado entre nós em que faz um apelo para salvar a vida na Terra. O livro voltou recentemente a ser falado, talvez motivado pelas recentes comemorações que assinalaram em todo o mundo a 1ª edição d’A Origem das Espécies de Charles Darwin e do bicentenário do seu nascimento. Wilson é naturalmente um darwinista e a sua intenção nesta obra, ao demonstrar a evidência da teoria da evolução, defende que não podem ser as fronteiras entre a religião e o ateísmo que podem obstar a que lado a lado não possam lutar ambos os seus seguidores pela conservação da biodiversidade neste planeta que é afinal o único que temos para viver. O livro é escrito numa espécie de conversa do autor com um pastor religioso. Em cada um dos capítulos, abordando temas e teses importantes para a explicação da existência da vida, desde a formação das primeiras moléculas até ao aparecimento do Homo Sapiens, ele principia sempre dirigindo-se ao seu convidado, o pastor católico, colocando-se igualmente ao seu lado e no seu oposto para concluir que alguns dos principais problemas com que a humanidade se debate nos dias de hoje poderiam ser resolvidos se fosse conseguida uma espécie de aliança, onde fossem respeitados os princípios básicos de cada uma das partes, mas lutando por um objectivo comum. A ciência e a religião podem conciliar-se nesta finalidade, mas a Criação de E. O. Wilson deve ser igualmente lida por todos aqueles que desejam aprofundar os seus conhecimentos sobre aspectos menos conhecidos da Biologia, como apareceram e se formaram as diversas espécies, as que desapareceram e as que estão em perigo de desaparecer, tudo enfim que nos pode levar a repensar ou confirmar a certeza de que algo pode e deve ser feito para salvar a vida na Terra. Segundo ele e com facilidade o demonstra, se eliminássemos todos as inúmeras espécies de insectos – e muitas desaparecem diariamente – seria o suficiente para que o resto da vida e da humanidade desaparecessem da face da Terra. Será que ainda pode existir alguém que duvide disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/03/criacao-edward-wilson.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5632887915952190760?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5632887915952190760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5632887915952190760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/03/criacao-e.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S6EPEHx9lqI/AAAAAAAAALA/CH01HOHW-RI/s72-c/cria%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6106526522921297256</id><published>2010-03-12T03:44:00.026Z</published><updated>2010-03-24T23:12:46.215Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clássico'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5m5TtFi-0I/AAAAAAAAAKY/57C1kiOU7Qs/s1600-h/ALICE+NO+PA%C3%8DS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 178px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5m5TtFi-0I/AAAAAAAAAKY/57C1kiOU7Qs/s200/ALICE+NO+PA%C3%8DS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447588972452838210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lewis Carroll&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5723&amp;osCsid=ok1hkhchq3467nvr3rlk7epq21"&gt;Publicações Europa América&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.101noites.com/index.php?page=shop.product_details&amp;flypage=shop.flypage_down&amp;product_id=108&amp;category_id=3&amp;manufacturer_id=&amp;option=com_virtuemart&amp;Itemid=31"&gt;101 Noites&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De repente, algo aconteceu que fez com que esta estrela se acendesse. Estou a referir-me naturalmente à obra mais conhecida de Lewis Carroll. Foi como um conto de fadas. &lt;br /&gt;Só que Alice no País das Maravilhas não é bem um conto de fadas e também não é a obra principal de Lewis Carroll, cuja vida teve aspectos talvez mais importantes embora de menor sucesso nas multidões. Conto para Crianças também é pouco, se assim o definirmos. Creio que é um conto que pode ser lido por crianças e adultos.&lt;br /&gt;Mereceu aliás os elogios da rainha Vitória e de Oscar Wilde. O êxito estrondoso quando da sua publicação em 1865 iria sendo repetido em sucessivas edições, transposto para o cinema por Walt Disney e mais recentemente por Tim Burton. A história de Alice ao mundo maravilhoso está recheada de elementos e de curiosidades, através das mais diversas personagens transfiguradas em animais, que as crianças – mesmo as dos dias de hoje – muito apreciam. E é bom que vão criando esses laços de admiração pelo mundo animal, preparando-as talvez para melhor os protegerem numa época em que a sua protecção é cada vez mais necessária, de tal forma foram os abusos feitos pelo homem ao longo dos séculos. Há portanto razões mais do que suficientes para este livrinho, considerado erradamente como apenas “infantil”, figurar aqui no meu Amor pelos Livros. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5m-rhuRr1I/AAAAAAAAAKw/gdWudcFzwPM/s1600-h/ALICE_AUDIO_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 184px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5m-rhuRr1I/AAAAAAAAAKw/gdWudcFzwPM/s200/ALICE_AUDIO_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447594879277444946" /&gt;&lt;/a&gt; E bem-haja este aparecimento de um livro da minha infância na edição adaptada para Audiolivro pela Editora 101 Noites e da obra integral impressa pela Publicações Europa-América na sua colecção de Clássicos juntamente com &lt;em&gt;“Alice do Outro Lado do Espelho”&lt;/em&gt;(que podem consultar &lt;em&gt;&lt;a href="http://osnovoslivros.blogspot.com/2010/03/alice-do-outro-lado-do-espelho-lewis.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;), na sequência criada por Lewis Carroll. Tanto o audiolivro em 2 CDs, livro para ouvir num total de cerca de 2 horas, como o impresso para uma leitura normal, conforme o gosto ou a necessidade de cada um, são em dois modos diferentes, um regresso a um mundo de encantar. Cremos que foi por um feliz acaso que uma das personagens escolhidas por Lewis Carroll é o Dodó. Dodo, já desenhado como um pato de grandes dimensões, foi uma das aves, que o homem precisamente dizimou por completo durante as suas viagens ao extremo oriente, aproveitando a sua falta de agilidade e a enorme fonte de alimento, embora – relatam as crónicas – pouco apetitoso. Hoje apenas restam exemplares nas vitrinas dos Museus. Os diálogos são extraordinariamente bem conseguidos e exercem uma grande atracção, pelo seu conteúdo, ao mesmo tempo enternecedor e fantástico. E há muitas coisas para as crianças aprenderem como seja a transformação da Lagarta ou as lições de moral da Duquesa. Lê-los é esquecermos por momentos o que vai no mundo real que nos rodeia e isso faz-nos bem para descansar o espírito. Mas há mais coisas para se dizer da obra e do autor. Alice existiu realmente. Não teria vivido aquela história, claro, mas terá ouvido algo de muito parecido quando apenas com 3 anos de idade e durante um passeio com Charles Dodgson, o verdadeiro nome de Lewis, lhe pediu que lhe contasse uma história. Alice era uma das três filhas de um colega e grande amigo de Charles, em Oxford, onde ambos eram professores, chamado Henry Liddell. E dessa história nascida de improviso terá nascido a inspiração para o seu primeiro grande romance. Alice in Wonderland. A esse seguir-se-iam muitas outras obras. Mas Lewis Carroll ou Charles Dodgson foi um eminente matemático que se distinguiu na área da lógica e um fotógrafo reconhecido que se dedicou ao retrato de algumas celebridades de então, como é o caso de escritores, poetas, cientistas, professores, etc. Para além de obras sobre Geometria e Álgebra, foi sobre Lógica que Charles mais se tornou conhecido e por largo tempo protagonista de muita polémica, a tal ponto chegavam as suas conclusões ou deduções na matéria. Entre os diversos livros e textos académicos para estudantes e igualmente para os seus pares, veio a explorar os limites da lógica num texto publicado na revista Mind sobre o Paradoxo Carroll e intitulado “O que é que a Tartaruga diz a Aquiles”. Não vamos entrar em pormenores, o que acontece – e Lewis o demonstrou tal como o fizera anteriormente um filósofo grego – é que Aquiles nunca conseguiria ultrapassar a mais lenta das tartarugas desde que ela iniciasse a corrida antes dele. Para quem estiver interessado basta tentar procurar este assunto na Internet. Outro exemplo de Lewis: Qual dos relógios regista o tempo mais fielmente? Um que se atrasa um minuto por dia ou um que não funciona? Contrariamente ao que o nosso visitante poderá pensar, Lewis demonstra que é precisamente aquele que não funciona. E o facto é que tem mesmo razão. Muito da sua lógica está afinal inscrito no próprio livro de Alice. Mas tudo isto a propósito de deixar ficar bem claro que Lewis Carroll não foi só importante por este magnífico romance que a todos aconselhamos chamado “Alice no País das Maravilhas” que agora entra no meu Amor pelos Livros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas-lewis.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ouvir um excerto do audiolivro clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas-lewis_12.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6106526522921297256?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6106526522921297256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6106526522921297256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/03/alice-no-pais-das-maravilhas-lewis.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5m5TtFi-0I/AAAAAAAAAKY/57C1kiOU7Qs/s72-c/ALICE+NO+PA%C3%8DS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7461851647291172310</id><published>2010-03-09T02:22:00.003Z</published><updated>2010-03-09T02:28:22.692Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5WxUOLORtI/AAAAAAAAAKA/JfovpIOzHvk/s1600-h/jackpot.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5WxUOLORtI/AAAAAAAAAKA/JfovpIOzHvk/s200/jackpot.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446454285335152338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O JACKPOT CÓSMICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paul Davies&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=2180"&gt;Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi este exactamente o título que o autor escolheu no seu original em língua inglesa. Cremos que de qualquer modo s seus leitores, nomeadamente nos Estados Unidos e no Reino Unido, compreenderam, como nós aqui em Portugal o temos de aceitar, que se trata de algo de maravilhoso para o nosso bem estar possível neste Universo. O Cosmos oferece-nos um jackpot, Assim o saibamos compreender e aceitar, Paul Davies é um físico e cosmólogo conceituado internacionalmente, autor de variadíssimos artigos e livros de divulgação na sua área (alguns deles editados igualmente pela Gradiva) mas usando em todos eles um estilo muito claro para que todos facilmente entendam a complexidade que parece às vezes – e assim é de facto – existir nesta questão da descoberta do Cosmos. Ele vai mais além do que Sagan, sem dúvida este também com muito mérito, mas nos dias de hoje as mais recentes descobertas modificaram um pouco o que se pensava de certas etapas mais obscuras do nosso universo. E dizemos nosso porque para além deste Davies nos apresenta o conceito de multiverso pois se "alguma das leis ou constantes físicas que regem o universo tivessem um tudo-nada diferentes, a vida tal como a conhecemos seria impossível". O nosso universo é apenas afinal um de um número infinito de universos. E só estamos aqui e nos sentimos vivos porque recebemos um jackpot cósmico. Claro que isto levanta problemas sobretudo de carácter religioso para tudo o que é crença numa entidade sobrenatural. Mas Davies não pretende com isso exaltar a polémica e excitar os ânimos. A sua intenção - e consegue-o se o lermos atentamente – é explicar-nos o que as mais recentes descobertas nos trouxeram no domínio do conhecimento para que possamos usufruir deste planeta num universo único que curiosamente ao nascer de um big-bang já teria tudo muito bem organizado nas mais ínfimas partículas para que acontecesse a vida e “acontecessemos” nós. Michio Kaku, um dos mais eminentes e respeitados cientistas dos nossos dias, autor de numerosas obras essenciais para muitos estudantes das universidades, participando em programas televisivos e documentários de Ciência na BBC, disse a propósito deste livro de Paul Davies que se tratava de algo verdadeiramente hipnótico. Lê-se como um romance policial. Impossível parar de virar as páginas. E porque sinto exactamente o mesmo, tal é a clareza e o entusiasmo com que o autor nos explica o encantamento que o leva a concluir que o nosso universo é mesmo bom para a vida é que aqui o deixo ao dispor dos visitantes no meu Amor pelos Livros. De facto todos nós ganhámos um Jackpot cósmico. E eu juntaria, dadas as minhas mais que conhecidas ideias de defesa do ambiente, que vale mesmo a pena não estragar mais – e já o fizemos demasiado por largo tempo – o único planeta que temos para viver e deixar às futuras gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/03/o-jackpot-cosmico-paul-davies.html "&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7461851647291172310?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7461851647291172310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7461851647291172310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/03/o-jackpot-cosmico-paul-davies-gradiva.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5WxUOLORtI/AAAAAAAAAKA/JfovpIOzHvk/s72-c/jackpot.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5210771163406087040</id><published>2010-02-25T20:30:00.005Z</published><updated>2010-02-25T20:53:18.430Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Matemática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S4bfCsVLsMI/AAAAAAAAAJo/S-u5Qvos230/s1600-h/clube+da+hipotenusa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 133px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S4bfCsVLsMI/AAAAAAAAAJo/S-u5Qvos230/s200/clube+da+hipotenusa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442282437076562114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O CLUBE DA HIPOTENUSA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Claudi Alsina&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.planeta.pt/"&gt;Planeta&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Clube da Hipotenusa é mais um livro de Matemática que nos entra pela porta do Amor pelos Livros. E alguns daqueles que aqui regularmente nos lêem pensarão que deve existir uma razão para que eu sinta uma certa inclinação para gostar de livros de Matemática. Se por um lado esse gosto existe, devo confessar que nem eu próprio compreendo a verdadeira razão. A minha formação académica não tem muito a ver com a matemática apesar de hoje se saber – e é verdade – que tudo ou quase tudo tem a ver com ela. Sem a matemática como poderia avançar a ciência? Como seria possível estarmos a percorrer estas auto-estradas da informação? Para tudo afinal existe uma equação que explica os mais diversos fenómenos. E depois existe sobretudo a questão dos números. Mas pessoalmente esta forte inclinação, tanto quanto me lembro, talvez seja explicada por ter sido dos poucos alunos da antiga Politécnica (Faculdade de Ciências de então) que conseguiu ter um 16 na cadeira de Álgebra Superior com o temível e exigente Vicente Gonçalves. Mas entremos então no Clube da Hipotenusa onde o catedrático de Matemática da Universidade da Catalunha nos apresenta “um divertido passeio pela história da matemática através das suas anedotas mais hilariantes”. Claro que umas serão mais hilariantes do que outras, algumas serão meras curiosidades pois nem todas de facto fazem rir mas o certo é adquirirmos conhecimento. Nem tudo aconteceu como pensávamos. Os grandes matemáticos tinham naturalmente as suas fraquezas e algumas não eram assim muito aceitáveis em termos de princípios morais. Mas enfim, os grandes matemáticos eram também homens como quaisquer outros. E não é isso que os fará cair do pedestal. Descem apenas alguns degraus. A propósito sabe quais são os livros que mais se vendem no mundo? Acredito que vai responder: os romances. Pois está enganado. São os livros de Matemática. Bom, mas também fica a saber que antes dos Maias terem “descoberto” Colombo e tudo o mais que o navegador lhes quis mostrar, já 2.000 anos antes os maias iam desenvolvendo um sistema avançado de numeração, de calendário e de cálculo astronómico. Mas entre muitas mais coisas ficará a saber se Arquimedes costumava de facto usar a banheira. Quais as matemáticas aplicáveis às relações sexuais? Porque razão os números foram anteriores às letras? Dois grandes matemáticos resolveram o mesmo problema sem terem notícia um do outro. A qual deles atribuir a descoberta? Enfim, como diz o autor, o Clube da Hipotenusa colocado no meu Amor pelos Livros pode contribuir para romper o tabu das matemáticas antipáticas e apresentar a sua face amável e humana. Divirta-se a lê-lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/02/o-clube-da-hipotenusa-claudi-alsina.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5210771163406087040?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5210771163406087040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5210771163406087040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/02/o-clube-da-hipotenusa-claudi-alsina.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S4bfCsVLsMI/AAAAAAAAAJo/S-u5Qvos230/s72-c/clube+da+hipotenusa.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5973836848330523175</id><published>2010-02-16T20:15:00.013Z</published><updated>2010-03-21T22:10:20.075Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S3r9dn1UjzI/AAAAAAAAAJQ/BScG4B1E7XM/s1600-h/mem%C3%B3rias+do+jornalismo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S3r9dn1UjzI/AAAAAAAAAJQ/BScG4B1E7XM/s200/mem%C3%B3rias+do+jornalismo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5438938185353957170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MEMÓRIAS VIVAS DO JORNALISMO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fernando Correia &amp; Carla Baptista&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/cache/html/show_produto__q1obj_--_3D73786__--_3D_area_--_3Dcatalogo__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;Ed.Caminho&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do amor à profissão ao Amor pelos Livros, é perfeitamente lógico que este livro teria que merecer aqui um destaque especial. E não sei bem o que mais admirar. Por um lado, temos a criteriosa escolha que foi feita pelos autores para ouvir as memórias de jornalistas que já vêm de época recuada, concretizando nestas "Memórias Vivas do Jornalismo" um velho sonho de realizar uma antologia com os entrevistados possíveis e nem sempre obedecendo – como eles próprios confessam na Introdução - a uma estrutura de certo modo cronológica, partindo por exemplo de como acontecia o acesso à profissão, sem que existissem escolas de jornalismo, e depois saltando para descrições de episódios vividos pelos jornalistas, relacionando a sua vida privada com a profissional e com o clima que preenchia o ambiente de trabalho e o da vida política e económica do país. Por outro lado temos as várias descrições feitas por grandes nomes do jornalismo português como, sem desprimor para os não citados, Acácio Barradas, Edite Soeiro, José Carlos Vasconcelos, Manuela de Azevedo, Mário Ventura Henriques, Pedro Foyos ou Urbano Tavares Rodrigues. As relações com as chefias, a escolha das notícias, o envio delas pelos órgãos estatais, as declarações dos políticos, os castigos, a censura ou as tarefas atribuídas às diversas categorias profissionais e ao modo como se ascendia na carreira, tudo isso reflecte um manancial informativo da forma como era feita a comunicação impressa e radiofónica ou televisiva. Da caneta com aparo à máquina de escrever foi um caminho repleto de curiosidades pois ao mesmo tempo que representava a evolução pareceu-nos a nós, que também o vivemos e agora recordámos, representar igualmente um certo tipo imposto de estagnação que alguns jornalistas tentavam a todo o custo vencer. Mas … e é isso que convidamos na leitura desta obra … há muito mais a descobrir ou recordar.&lt;br /&gt;Não querendo comparar-me, em termos de notoriedade ou de importância no jornalismo, aos colegas entrevistados e que com isso deram o seu valioso contributo a este livro, resolvi deixar aqui um episódio dos muitos que vivi na então Emissora Nacional. Entrei para a Estação Oficial devido a um artifício do meu nome oficial que ao tempo não incluía Montalverne como apelido o que só veio a acontecer tempos depois de já lá estar. Mas isso é outra história que já foi contada em várias ocasiões. Não se trata de o ter adoptado mas precisamente porque é essa a família que me criou desde os 2 meses mas tendo sido registado pelos P. biológicos com outros apelidos que eram de facto os oficiais. Desse modo a Polícia política não detectou na minha entrada para a E.N. que eu era o jovem Montalverne procurado pela PIDE nos tempos do Liceu e da Faculdade (em que o usava em listas da oposição ao regime). Também aí não me detectavam como pouco inteligentes que eram. Um dos dois nomes próprios era igual. Mas não havia computadores. Como já se adivinhou toda a minha família real (não biológica) - e eu desde muito novo - pertencíamos à oposição. E haveria de ir parar à estação oficial pelo gosto que tinha pela Rádio. Lá também tínhamos um grupo que reunia às escondidas, altas horas num estúdio. Mas afastei-me do episódio, apesar de ser necessário, para o entender melhor, explicar as ideias que defendia. Liberdade, defesa dos direitos humanos, Paz e igualdade para todos…e tudo o resto que era a luta contra o ditador e os seus sequazes. E afinal onde eu tinha ido parar! No meu carrito, que tinha conseguido comprar em segunda mão, colocara um dia a meio do vidro traseiro, um autocolante bem visível com o conhecido símbolo criado por Bertrand Russel e as palavras “Fate l’Amore non la Guerra”, que ainda hoje, velhinho, conservo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5Wz3XroUZI/AAAAAAAAAKQ/PTtTc4T-BgQ/s1600-h/FATE+LAMORE+NO+LA+GUERRA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S5Wz3XroUZI/AAAAAAAAAKQ/PTtTc4T-BgQ/s200/FATE+LAMORE+NO+LA+GUERRA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446457088205672850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Poucos dias depois fui chamado pelo Director de Programas, cujo nome não importa revelar, mas que era totalmente afecto ao regime salazarista. Avisou-me então de que aquele autocolante no meu carro não lhe parecia muito indicado para um funcionário da EN e que poderia vir a ter alguns dissabores por isso mesmo. Respondi que não, não era nada do que ele pensava, Eu apenas preferia o amor à guerra, nem sabia quem era Bertrand Russel e achara piada ao autocolante. E resolvi não o retirar. Passadas algumas semanas, fui novamente chamado. Dessa vez, o aviso foi de tal modo insidioso sobre o que me poderia vir a acontecer que, ao voltar a casa e pensando no meu futuro e no da família, arranquei o autocolante que ainda hoje conservo. Este foi apenas um dos muitos sapos que tive de engolir naquela casa até ao dia 25 de Abril. Ainda havia de passar pelo episódio do enterro do Ditador para o qual levava apenas umas palavrinhas escritas muito bem pensadas e simples, quando de repente ao terminar o texto, o assistente me diz que tinha de continuar porque o caixão parara à porta onde eu estava. Havia que dizer mais alguma coisa dali. De improviso, escorreguei nas palavras, lentamente para ganhar tempo, descrevi o que ia vendo e falei nas criancinhas (que tinham sido postas, claro) à volta do caixão e “que ele tanto amava”, etc. etc. Imaginem! Que ele tanto amava. Como se ele amasse alguma coisa que não fosse as suas, tão faladas hoje em dia conquistas amorosas. E assim, por essas exactas palavras, que os militares foram detectar na gravação feita e apesar de toda a comissão de trabalhadores e outros testemunhos apresentados demonstrarem a minha maneira de pensar, ainda fui suspenso 8 dias, para dar o exemplo (foi a razão apresentada) e poder castigar outros que de facto eram afectos ao regime. Coisas da história deste simples jornalista que apenas se conseguia aguentar naquela casa por ser essencialmente escolhido para tratar temas de Ambiente, Natureza, Ciência e pouco mais.&lt;br /&gt;Mas neste livro vão encontrar histórias muito mais interessantes do que esta e que demonstram a verdade de como era feito o Jornalismo nos anos 60, década que os autores escolheram pela importância social, política e económica desse período para o nosso país. E no caso do jornalismo um clima profissional com características únicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler 2 excertos desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/02/memorias-vivas-do-jornalismo-fernando_16.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5973836848330523175?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5973836848330523175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5973836848330523175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/02/memorias-vivas-do-jornalismo-fernando.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S3r9dn1UjzI/AAAAAAAAAJQ/BScG4B1E7XM/s72-c/mem%C3%B3rias+do+jornalismo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5936917595791189016</id><published>2010-02-12T22:22:00.004Z</published><updated>2010-02-12T22:34:25.756Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografias'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S3XXXLOcsgI/AAAAAAAAAJA/105DYmgOiy4/s1600-h/EFEM%C3%89RIDES..jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S3XXXLOcsgI/AAAAAAAAAJA/105DYmgOiy4/s200/EFEM%C3%89RIDES..jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437488918270095874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EFEMÉRIDES ROMÂNTICAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;António Cartaxo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ed. Caminho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Cartaxo é uma voz inconfundível na Radiodifusão Portuguesa. Quando o ouvimos, temos de parar seja o que for que estamos a fazer para escutar a "sua" música, a música que as suas palavras introduzem e nos dão de seguida. No seu livro &lt;em&gt;Efemérides Românticas&lt;/em&gt; ele reúne agora a vida e a obra artística de seis compositores cujas datas de nascimento ou morte são recordadas entre 2009 e 2011. António Cartaxo é um homem do Amor. Tudo o que tem feito e faz na sua vida é feito com Amor. Estivemos com ele durante largos anos enquanto andavavamos os dois na RDP. E por esse tempo e quando eventualmente nos encontramos hoje, a sua expressão envolvida naquela farta cabeleira que sempre usou, não respira senão amizade leal e sincera. O seu mundo é assim. Que outra coisa poderia acontecer senão ter reunido em livro seis histórias românticas ligadas à música? Albéniz, Mendelssohn, Chopin, Schumann, Liszt e Mahler aparecem-nos na escrita excelente do autor como se estivéssemos lado a lado com eles, vivendo os seus momentos de glória ou de sofrimento, as suas aventuras e desventuras e como é natural o lado intensamente romântico da sua obra, no expoente do período romântico, para alguns deles acompanhado igualmente do romantismo na sua vida privada, sobretudo em Chopin mas também Schumann ou Mahler. Ao lermos este livro notável de António Cartaxo e através da forma como nos apresenta a descrição dos momentos mais importantes da vida dos compositores que escolheu – ou não escolheu porque na verdade eles obedecem a um factor comum – é quase possível, para aqueles que já ouviram as suas obras musicais, como que escutá-las em fundo de mistura com as suas palavras de uma textura cuidada mas fácil. A escrita é fluida e harmoniosa como se estivesse inscrita numa pauta musical. As descrições precisas e preciosas encantam o leitor, fazendo-nos esquecer o tempo que passa. Acompanhamos assim o autor, o músico e a maior parte da obra que nos deixou e que ficará para sempre na História da Música. Estamos de facto “Em sintonia com António Cartaxo” tal como no programa que mantém com esse nome na Antena 2. E que o faça por muitos anos são os nossos desejos. Certamente que tem cativado muita gente que sem ele andaria arredada da felicidade que se tem ao ouvir um bom concerto e as grandes músicas que para sempre serão ouvidas enquanto o Homem habitar este planeta. “Efemérides Românticas” merece assim por todas as razões um lugar de destaque no nosso Amor pelos Livros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/02/efemerides-romanticas-antonio-cartaxo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5936917595791189016?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5936917595791189016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5936917595791189016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/02/efemerides-romanticas-antonio-cartaxo.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S3XXXLOcsgI/AAAAAAAAAJA/105DYmgOiy4/s72-c/EFEM%C3%89RIDES..jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6345027540625966282</id><published>2010-02-02T23:46:00.006Z</published><updated>2010-02-03T16:40:06.026Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S2i6NUqvMYI/AAAAAAAAAIw/HZ9nbkwZSH8/s1600-h/O+SOLISTA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S2i6NUqvMYI/AAAAAAAAAIw/HZ9nbkwZSH8/s200/O+SOLISTA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433797688471531906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SOLISTA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Steve Lopez&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.estrelapolar.com.pt/frames.aspx"&gt;Estrela Polar&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na década de sessenta, quando pela primeira vez visitei Nova Iorque, eu ficara espantado por notar que em algumas das ruas não muito afastadas do centro da cidade também existiam pedintes e mesmo alguns dos chamados “sem abrigo”, tal como no nosso país. Tempos depois, o mesmo iria notar em Londres e noutras grandes capitais dos países considerados ricos. Afinal a riqueza por essas bandas também não era bem distribuída. Vi os “sem abrigo” em Munich e em Berlim, aproveitando as entradas de certos edifícios fechados durante a noite, para ali dormitarem envolvidos em cartonagens. Um jornalista do Los Angeles Times começa por encontrar um motivo para as suas crónicas no Jornal ao cruzar-se à entrada de um túnel movimentado com um estranho músico que soltava de um violino apenas com duas cordas algumas melodias de grandes compositores. Uma pergunta e uma resposta algo desconexa levam-no a pouco e pouco a querer saber mais sobre a vida de um músico (que o era mesmo, ele não tinha já dúvidas disso) vivendo nas ruas agarrado ao seu violino tendo junto dele um carrinho atafulhado de uns velhos cobertores, estranhas caixas e outras velharias. Steve Lopez, o jornalista, alimenta as suas crónicas com as conversas com  Nathaniel Ayers. Não era por acaso que ali próximo se erguia uma estátua de Beethoven. Há cerca de 30 anos, Ayers era um aluno de excelência numa das mais prestigiadas academias de Música, um jovem encantador que tocara em pequenos cafés musicais até que fora apanhado por um esgotamento mental. Agora está sozinho e é imensamente desconfiado. Mas Steve Lopez insiste e pergunta após pergunta, em breve começa a nascer entre os dois, apesar da desconfiança de Nathaniel, uma intensa amizade que nos fará compreender o poder redentor da música e a complexidade dos sentimentos quando entram em choque com realidades quase incontornáveis. Desse encontro verdadeiro, na tumultuosa Los Angeles, nasce pela escrita cuidada de Steve Lopez um romance que nos emociona e nos relembra os valores da verdadeira solidariedade que tantas vezes falta no mundo actual. Lopez lutará para que Nathaniel retome o rumo que um dia perdera. Mas será que ele necessita disso? Há momentos dolorosos e de desânimo. A história do sem abrigo que até tinha um curso tirado na célebre Julliard aparece-nos como algo do que não devia acontecer mas que pela força da amizade de quem foi atingido pelos sons de um violino de duas cordas ou talvez, quem sabe, por uns olhos estranhos que contemplavam um vazio, se transforma num hino maravilhoso que consegue enaltecer a verdadeira essência do humanismo. O amor tem as mais diversas facetas e formas de se exprimir. São também histórias de amor como esta que nos são trazidas pelos livros que não podemos nem devemos esquecer. Esta história demonstra-nos que a verdadeira amizade consegue mover montanhas. E por isso ela aqui está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pretender ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/02/o-solista-steve-lopez.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6345027540625966282?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6345027540625966282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6345027540625966282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/02/o-solista-steve-lopez-estrela-polar-ja.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S2i6NUqvMYI/AAAAAAAAAIw/HZ9nbkwZSH8/s72-c/O+SOLISTA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7714260230357183810</id><published>2010-01-28T22:16:00.005Z</published><updated>2010-01-28T23:04:11.104Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S2IOJXROzQI/AAAAAAAAAIo/pVwLouCfy94/s1600-h/sobre+a+origem.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 133px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S2IOJXROzQI/AAAAAAAAAIo/pVwLouCfy94/s200/sobre+a+origem.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431919654590139650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ORIGEM DAS ESPÉCIES de Charles Darwin&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Janet Browne&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=2175"&gt;Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É perfeitamente natural que deixe aqui este livro de Janet Browne, considerada pela crítica a melhor biógrafa de Charles Darwin e que neste seu último livro sobre ele consegue explicar-nos de uma maneira límpida e sugestiva por que razão é que A ORIGEM DAS ESPÉCIES pode ser considerado o livro de ciência mais importante de tudo o que foi escrito até agora. Professora de História da Ciência na Universidade de Harvard publicou a biografia de Darwin em dois volumes que foram distinguidos com vários prémios literários e é considerada uma das principais figuras mundiais na História da Biologia. Darwinista por natureza que estudou até às mais ínfimas particularidades o que foi a vida de Darwin, os seus estudos, as suas viagens, as suas descobertas, a sua luta pelo estabelecimento de uma ordem universal para os problemas da evolução, incluindo a do próprio Homem; conhecedora de todos os aspectos da sua vida particular e familiar, dos contactos havidos com outros biólogos da época que com ele concordavam ou discordavam e de toda a polémica que as suas teorias provocaram em certos meios científicos mais conservadores, Janet Browne estava de facto preparada para ser a pessoa indicada para nos descrever a importância que foi para a Humanidade o lançamento d’A Origem das Espécies. Analisando detalhadamente todo o desenvolvimento das teorias evolucionistas de Darwin, ela consegue de facto explicar-nos as razões pelas quais ainda hoje são negadas por uma parte do mundo científico-cultural. Mas com as pesquisas que efectuou a todas as polémicas que foram acontecendo e confrontando-as com as principais fontes dos trabalhos efectuados por Darwin, Janet Browne não nos deixa lugar para dúvidas. E o que é de salientar ainda é a forma incrivelmente eficiente e clara como ela consegue fazer-nos entender porque é que esta obra de Darwin teve a importância de ter aberto ao mundo explicações simples para o que até aí parecia inexplicável. Com os conhecimentos que hoje existem, muitos dos quais na sequência de algo que Darwin já nos teria dado a conhecer com as suas cuidadosas e quase obsessivas observações no seio da Natureza, ser-nos-ia fácil – ou talvez não – chegar às mesmas conclusões. Mas é incontestável que na época em que Darwin viveu, o seu trabalho e as conclusões que haveriam de revolucionar muito do pensamento científico existente foram um facto importantíssimo para o verdadeiro conhecimento das leis naturais. E Janet Browne consegue explicar-nos como e porquê. Tal como afirmava o crítico Adam Sisman do Daily Telegraph “... é o mais perto que podemos chegar da mente de Darwin”. De facto nenhum livro até hoje contribuiu de modo tão claro e eficiente para a compreensão do seu verdadeiro significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/01/origem-das-especies-de-charles-darwin.html"&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7714260230357183810?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7714260230357183810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7714260230357183810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/01/origem-das-especies-de-charles-darwin.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S2IOJXROzQI/AAAAAAAAAIo/pVwLouCfy94/s72-c/sobre+a+origem.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-8005848935686961606</id><published>2010-01-18T20:43:00.013Z</published><updated>2011-01-07T16:37:49.521Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TIiGNSI9I/AAAAAAAAAII/mmZozh3LN3Q/s1600-h/darwin1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 140px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TIiGNSI9I/AAAAAAAAAII/mmZozh3LN3Q/s200/darwin1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428183938995725266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DARWIN SEMPRE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ORIGEM DAS ESPÉCIES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No ano que recentemente terminou em que se comemoraram os 200 anos do nascimento de Charles Darwin e os 150 anos da publicação da primeira versão do seu livro “A Origem das Espécies”, realizaram-se por todo o mundo exposições, conferências, debates, artigos nas mais prestigiadas revistas, científicas ou não e a edição de novos livros sobre Darwin e a sua importância na história da Evolução e das Origens. Sem dúvida que “A Origem das Espécies” foi a sua obra mais polémica, até porque Darwin nas 6 edições que foram publicadas durante a sua vida estava constantemente a fazer correcções e alterações. Isso significava que a sua mente prodigiosa não se cansava de continuar um estudo que considerava importantíssimo sobre a evolução de todos os seres vivos. Apesar da primeira edição de 3.000 exemplares se ter esgotado no dia da sua publicação em Novembro de 1859, houve quem o louvasse e quem o odiasse de tal modo eram polémicas as suas ideias sobre o modo como evoluíam espécies e nomeadamente sobre a Origem do Homem, outra obra que publicaria depois e que se opunha globalmente às doutrinas divinas da criação, demonstrando que todos os mamíferos descendiam de um antepassado comum, possivelmente um pequeno roedor, dele se originando um ramo de primatas, onde um dos sub-ramos teria dado origem aos nossos antepassados. A nossa ideia em só agora colocar aqui algumas referências às edições mais significativas é precisamente a de afirmar que apesar de algumas novas interpretações, sobretudo no caso das descobertas em genética que vieram dar uma nova luz aos mistérios da evolução, defendemos que “Darwin ... Sempre”.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TI7TatvbI/AAAAAAAAAIQ/1kQ0VCIwD90/s1600-h/aorigem_ea.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TI7TatvbI/AAAAAAAAAIQ/1kQ0VCIwD90/s200/aorigem_ea.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428184372038450610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TJv0ZOY7I/AAAAAAAAAIY/IXLXrH8NstI/s1600-h/aorigem_cl.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TJv0ZOY7I/AAAAAAAAAIY/IXLXrH8NstI/s200/aorigem_cl.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428185274243769266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, foram duas as novas edições d’A Origem das Espécies, a primeira da &lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=353"&gt;Europa-América&lt;/a&gt;, aproveitando a passagem do seu 60º aniversário, numa tradução de Dora Batista e em Novembro a do Círculo de Leitores da responsabilidade de Vítor Guerreiro. De qualquer modo, ambas respeitam a essência fundamental da última edição revista por Darwin.&lt;br /&gt;Trata-se de uma obra que não devemos deixar de ler e sobre ela meditar, embora à luz de modernas descobertas científicas. É que o seu trabalho foi de tal modo importante e resultado de um esforço e investigação nesta matéria, tão raros naquele tempo, que continua a ser uma lição e um rumo para quem pretenda conhecer o caminho que as espécies percorreram até alcançarem o que são hoje e sobretudo longe da ideia cri accionista de terem sido obras de uma qualquer divindade.&lt;br /&gt;Tendo-se formado em Medicina e Teologia, parte com 22 anos a bordo do Beagle, uma pequena embarcação da época, para fazer companhia ao capitão Fitzroy, fugindo de certo modo à vida clerical que seu Pai lhe havia destinado. Durante 5 anos percorreu os cinco continentes e nas diversas expedições em terra não se cansava de anotar observações nos seus papéis e recolher numerosas amostras de animais e plantas que enviava para sua casa ou para biólogos e geólogos que conhecia. Tudo o fascinava e questionava-se sobre a enorme diversidade de espécies vivas que em muitos casos e em locais diferentes apareciam com certo número de variações. Ficou célebre a passagem pelas Ilhas Galápagos onde notou precisamente essa variedade de uma ou outra espécie, entre uma e outra ilha, apesar de apenas separadas por um manto de água. Por que razão aconteceria tal facto? É tudo isso que mais tarde irá resolver no seu regresso à casa de campo transformada em Laboratório. Numa admirável dedicação ao desvendar dos segredos da Natureza e do Homem, é aí que começa a reunir todos os seus apontamentos que viriam a dar origem a todas as suas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TKA9sDocI/AAAAAAAAAIg/fHpiU0eJeoU/s1600-h/A+Origem+das+Esp%C3%A9cies_1913_br.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 126px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TKA9sDocI/AAAAAAAAAIg/fHpiU0eJeoU/s200/A+Origem+das+Esp%C3%A9cies_1913_br.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428185568796451266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Reproduzimos também aqui, como curiosidade, a capa do exemplar raro que possuímos da primeira edição em língua portuguesa d’A ORIGEM DAS ESPÉCIES, datada de 1913, pela Livraria Chardron de Lelo &amp; Irmão.&lt;br /&gt;Janet Browne, principal biógrafa de Charles Darwin, demonstra no seu mais recente livro, já traduzido para português, editado pela Gradiva (A Origem das Espécies de Charles Darwin) porque é que a Origem das Espécies pode ser considerado o maior livro de ciência alguma vez publicado.&lt;br /&gt;“O mais humilde dos organismos é algo de mais elevado que a poeira inorgânica a nossos pés. E não há ninguém com espírito sem preconceitos que consiga estudar qualquer criatura viva, por mais humilde que seja, sem se deixar entusiasmar pela sua maravilhosa estrutura e propriedades”, escreveu Darwin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler excertos desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/01/origem-das-especies-charles-darwin.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-8005848935686961606?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8005848935686961606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8005848935686961606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/01/no-ano-que-recentemente-terminou-em-que.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S1TIiGNSI9I/AAAAAAAAAII/mmZozh3LN3Q/s72-c/darwin1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4343081327042687082</id><published>2010-01-05T16:40:00.004Z</published><updated>2010-01-05T16:59:17.636Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S0NsGFbqeZI/AAAAAAAAAIA/eiqtQ8XUz04/s1600-h/OPARADOXODASABEDORIA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S0NsGFbqeZI/AAAAAAAAAIA/eiqtQ8XUz04/s200/OPARADOXODASABEDORIA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423297228077431186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PARADOXO DA SABEDORIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Elkhonon Goldberg&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5571"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como pode a sua mente ficar mais forte à medida que o seu cérebro envelhece”. É assim que o autor apresenta esta sua obra. Professor de Neurologia da Faculdade de Medicina de Nova Iorque e investigador na área da neurociência cognitiva, ele revela-nos com clareza os seus estudos e os de outras figuras eminentes, onde destaca por exemplo o português António Damásio. Num grande número de pessoas existe a ideia de que o nosso cérebro vai perdendo capacidades à medida que envelhecemos. Os estudos actuais concluem que, exceptuando causas de origem fisiológica relacionadas com as chamadas doenças da terceira idade, não existem razões para que tal aconteça. E que as células responsáveis pelo bom funcionamento do cérebro continuam a reproduzir-se e a dar origem a novas células. Também é comum ouvirmos dizer que as pessoas de idade não possuem mais sabedoria e o que as diferencia dos mais novos é apenas o acumular de muitas experiências vividas. Claro que esta última particularidade é de facto importante mas isso não quer dizer que a sua sabedoria resida unicamente aí. Ao contrário do que é normal na maior parte das pessoas que consideram que ao envelhecer a vida deixou de ser uma batalha como era no passado e se tornou em algo de mais calmo e sossegado, quase digamos uma espécie de estagnação, o autor – e ele próprio vive essa experiência – acha que a vida deve continuar a ser uma festa que se tornará mais intensa à medida que a idade avance. E é este segundo &lt;a href="http://www.newscientist.com/article/mg18725122.300-the-wisdom-paradox-by-elkhonon-goldberg.html"&gt;Elkhonon Goldberg&lt;/a&gt; o paradoxo existencial do envelhecimento. Podemos ficar assombrados com os efeitos do envelhecimento mas ainda assim há que seguir o impulso que nos leve a prolongar a festa. O livro cita é claro vários exemplos de casos de personalidades conhecidas nas quais foram evidentes os declínios neurológicos mas não deixa de nos citar igualmente que a par de certas perdas cognitivas as pessoas idosas podem tomar decisões mais intuitivas e são numerosos os casos de grandes líderes ou de artistas que atingiram precisamente o sucesso numa fase adiantada da sua vida. Sem ser propriamente um manual de instruções para conservar uma mente saudável quando se aproxima o envelhecimento, o livro fornece-nos algumas indicações úteis para travar os seus efeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2010/01/o-paradoxo-da-sabedoria-elkhonon.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4343081327042687082?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4343081327042687082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4343081327042687082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2010/01/o-paradoxo-da-sabedoria-elkhonon.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/S0NsGFbqeZI/AAAAAAAAAIA/eiqtQ8XUz04/s72-c/OPARADOXODASABEDORIA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6060563341330021195</id><published>2009-12-20T23:41:00.010Z</published><updated>2009-12-26T22:35:04.545Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sy63GnGNyQI/AAAAAAAAAGE/i9aVikuuKZc/s1600-h/R%C3%93MULO+DE+CARVALHO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sy63GnGNyQI/AAAAAAAAAGE/i9aVikuuKZc/s200/R%C3%93MULO+DE+CARVALHO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417468725975435522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MEMÓRIA DE LISBOA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rómulo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.relogiodagua.pt/"&gt;Relógio d’Água&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro editado há 9 anos e ao qual fiz referência nessa data, tendo publicado depois um artigo na Revista na revista Lisboa Unforgettable, não podia deixar de figurar neste espaço a que, com total consciência do que tal significa, chamo AMOR PELOS LIVROS. Merece-o o livro e o seu autor, o meu querido Professor Rómulo de Carvalho, que no Liceu Pedro Nunes foi também o director da Estação Emissora que funcionava em Onda Curta e onde nasceu certamente o meu entusiasmo pela Rádio, parcela importante da minha vida profissional. O professor que os seus alunos não mais esquecerão, pela forma esclarecida como ensinava, foi para além do mestre que nos deixou inigualáveis textos pedagógicos e didácticos, uma figura eminente da cultura portuguesa, da ciência e da sua divulgação, da novelística, do ensaio literário e da poesia que todos conhecem neste país. Os poemas que escrevia sob o pseudónimo de &lt;em&gt;&lt;a href="http://cvc.instituto-camoes.pt/ciencia/p24.html"&gt;António Gedeão &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;fizeram história nas inspiradas vozes de muitos intérpretes da canção, sobretudo de intervenção mas não só. Não me cansaria de falar aqui sobre ele, sobre a ternura com que tratava os seus alunos, a forma como passados alguns anos, em resposta a um convite que eu lhe fizera para o lançamento de um dos meus livros, me dirigiu algumas palavras de uma homenagem que eu não merecia mas reveladoras dessa proverbial ternura. Mas vamos então ao seu Livro que aqui quero deixar. O poeta, cantado e amado, conhecia Lisboa e, sem muitos de nós o sabermos, fixava-a pela objectiva da sua máquina fotográfica. Quando partiu – e sempre que um poeta morre (diz-se), nasce no céu uma estrela - deixou-nos, entre os seus trabalhos inéditos, um conjunto de milhares de imagens recolhidas nas décadas de setenta e oitenta, acompanhadas de textos onde, na sua excelente caligrafia, faz uma análise cuidada dos motivos ou lugares, descrevendo também muito da vida urbana e social desses tempos.&lt;br /&gt;Sabemos como a memória das grandes cidades está escrita nos seus monumentos e museus, descrita nos livros dos que sobre ela escreveram ou a ela se referiram, ao longo dos tempos em que por ventura a amaram ou nela simplesmente viveram e em qualquer espaço deram largas à sua imaginação criadora. Está também em gravuras e fotografias dos tempos idos que alguns vão recordando ou sobre elas se debruçam para saber como era ou o que resta ainda da cidade que foi antes deles. E é isso que acontece em Memória de Lisboa. Repare-se nas diversas imagens que são símbolo de Lisboa, figurando nos mais variados locais, aqui e ali, na calçada, nos brasões, nas paredes e candeeiros, os mesmos que fixados pelos olhos do poeta, merecem, com texto manuscrito, honras de primeira página neste livro de cerca de 400.&lt;br /&gt;Se existem aspectos que permanecem, outros transformaram-se e adaptaram-se aos dias de hoje. Mas, mesmo assim, algo permanece. Comparemos as imagens deixadas por Rómulo de Carvalho com as de hoje: R. Augusta, Chiado, Casa dos Bicos, o romântico Jardim das Amoreiras, o Aqueduto ou o Elevador de Santa Justa.  &lt;br /&gt;E esta lista representa apenas um exemplo para poder admirar ao mesmo tempo como foi Lisboa e como é actualmente. Não esquecendo monumentos e estátuas, pátios e casas típicas, em fotografias pormenorizadas que enriquece com os seus textos descritivos, plenos de curiosidades e conhecimentos históricos, o autor deixou-nos de facto a memória de Lisboa. É evidente que a cidade acompanhou a vida moderna e se tornou porventura mais agradável e confortável para o visitante. Mas ele encontra ainda os encantos de outrora, a mesma cor e animação, a mesma beleza e luz, que – essas – permanecem no tempo. Lá em cima, da sua estrela onde o poeta nos contempla, Rómulo de Carvalho sorri. Obrigado querido Professor pela Memória de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ver um extracto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/12/memoria-de-lisboa-romulo-de-carvalho-2.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6060563341330021195?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6060563341330021195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6060563341330021195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/12/memoria-de-lisboa-romulo-de-carvalho.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sy63GnGNyQI/AAAAAAAAAGE/i9aVikuuKZc/s72-c/R%C3%93MULO+DE+CARVALHO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5551097622199526743</id><published>2009-12-18T21:35:00.004Z</published><updated>2009-12-26T23:00:56.918Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SzaCObyCgTI/AAAAAAAAAHw/yUYnovvImZI/s1600-h/SER+PROFESSOR.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 125px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SzaCObyCgTI/AAAAAAAAAHw/yUYnovvImZI/s400/SER+PROFESSOR.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419662386074386738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RÓMULO DE CARVALHO - SER PROFESSOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nuno Crato&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=100270"&gt;Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um livro onde um antigo aluno, tal como eu, do Professor Rómulo de Carvalho, resolve falar dessa grande figura do ensino em Portugal, divulgador da Ciência da pedagogia, autor de manuais escolares, historiador e poeta, teria sempre aqui o seu lugar. E tratando-se de &lt;em&gt;&lt;a href="http://pascal.iseg.utl.pt/~ncrato/"&gt;Nuno Crato&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, insigne matemático e também figura ilustre do actual panorama científico nacional, o destaque é duplamente merecido.&lt;br /&gt;Nuno Crato reúne neste livro uma série de textos pedagógicos dos muitos que Rómulo de Carvalho nos deixou, dispersos em várias publicações de difusão limitada e que mantém uma notável actualidade, nomeadamente focando o que Rómulo de Carvalho pensava sobre a organização das aulas e a forma de ensinar, mas ainda sobre o modo como despertar nos jovens o seu interesse pela ciência. Certamente também pela experiência que com ele viveu como aluno, Nuno Crato soube encontrar o que de mais representativo do pensamento do professor-poeta havia necessidade de tornar acessível ao público leitor que embora reconhecendo o valor de “Rómulo de Carvalho-António Gedeão”, andaria mais afastado das enormes qualidades desse grande pensador e do seu lugar no património cultural português. A data do seu nascimento, 24 de Novembro de 1906, marca o Dia Nacional da Cultura Científica e é festejada em todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/12/romulo-de-carvalho-ser-professor-nuno.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5551097622199526743?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5551097622199526743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5551097622199526743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/12/romulo-de-carvalho-ser-professor-nuno.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SzaCObyCgTI/AAAAAAAAAHw/yUYnovvImZI/s72-c/SER+PROFESSOR.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5363309947250026633</id><published>2009-12-10T23:05:00.007Z</published><updated>2010-01-19T23:44:19.870Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SyF_aqF8riI/AAAAAAAAAF8/o2XZUExGME4/s1600-h/HIST%C3%93RIA+DE+PORTUGAL.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 140px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SyF_aqF8riI/AAAAAAAAAF8/o2XZUExGME4/s200/HIST%C3%93RIA+DE+PORTUGAL.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413748323028610594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA DE PORTUGAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa&lt;br /&gt;Nuno Gonçalo Monteiro&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=173"&gt;&lt;em&gt;A Esfera dos Livros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a idade que tenho (vai muito longe o tempo em que aprendi a História de Portugal sentado uma carteira da Escola Primária de Campo de Ourique e também o tempo da cadeira de História no Liceu Pedro Nunes) certamente que passaram por mim e pela leitura que sempre esteve presente nas minhas horas vagas e de lazer os mais variados volumes sobre a História de Portugal. Relembro até e vejo-as numa das divisões de minha casa, as várias edições em vários volumes, da autoria de personalidades consagradas nesta área e que, compreenda-se, funcionam mais como obras de consulta. Igualmente, como é natural, os consultei, folheando por onde desejava aprofundar qualquer assunto. Não é portanto em relação a estes volumes, que vou fazer qualquer referência de comparação com a obra da responsabilidade de &lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/autores.php?id=%2030"&gt;Rui Ramos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/autores.php?id=%20164"&gt;Bernardo Vasconcelos e Sousa&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/autores.php?id=%20166"&gt;Nuno Monteiro&lt;/a&gt;, professores universitários da nova geração de historiadores, que acaba de ser editada pela Esfera dos Livros. Mas ao lado das restantes – e são várias – que nos apresentaram com certa dignidade o caminho da nossa História ao longo de quase um milénio, esta que acabo de analisar - pois difícil seria ler as 777 páginas no tempo disponível – tenho que afirmar com total convicção que se trata de uma obra ímpar no panorama literário e cultural em língua portuguesa. Pela primeira vez, é possível acompanhar a História de Portugal, desde a Idade Média até aos nossos dias, com toda a sequência de episódios que todos mais ou menos conhecemos, de uma forma que ousaríamos chamar de romanceada. Apesar de os autores terem feito naturalmente um esforço de síntese não pretenderam levá-lo ao extremo de esquecer, como alguns historiadores que os antecederam, o que era primordial e antes pelo contrário quiseram sobretudo torná-lo mais claro para o leitor. Esclarecer de modo a dar o conhecimento preciso. E conseguiram fazê-lo de modo tão eficiente e de certo modo sábio que o leitor fica de facto preso ao que – e mais uma vez o dizemos – ousamos chamar de romance histórico. Em alguns dos capítulos revisitei figuras conhecidas da nossa História e fiquei ao mesmo tempo admirado com as revelações de algo que nunca me tinha sido dado descortinar mas também desejoso de continuar a leitura e saber o que se passou na sequência desses factos. Que me perdoem se a ignorância era minha mas nunca qualquer obra nesta matéria me soube cativar como esta agora ao nosso dispor. E numa última ousadia deixaria aqui um desejo. Claro que nunca uma obra como esta poderia fazer parte dos manuais escolares (e não será o caso dos universitários da respectiva licenciatura) mas talvez fosse possível elaborar o de História de Portugal seguindo idêntico processo de a contar aos alunos de modo a torná-la interessante e cativante. Seria um meio de aumentar o nível de cultura dos nossos jovens que tão afastado anda do que se desejaria para um futuro mais promissor.                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/12/historia-de-portugal-rui-ramos-bernardo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5363309947250026633?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5363309947250026633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5363309947250026633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/12/historia-de-portugal-rui-ramos-bernardo.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SyF_aqF8riI/AAAAAAAAAF8/o2XZUExGME4/s72-c/HIST%C3%93RIA+DE+PORTUGAL.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6749233230114013421</id><published>2009-12-09T21:14:00.007Z</published><updated>2009-12-10T20:18:24.870Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SyAT3zPFoDI/AAAAAAAAAF0/Fu1GCrI6Jeg/s1600-h/o+criador+de+letras.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SyAT3zPFoDI/AAAAAAAAAF0/Fu1GCrI6Jeg/s200/o+criador+de+letras.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413348601466560562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O CRIADOR DE LETRAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pedro Foyos&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.wook.pt/ficha/o-criador-de-letras/a/id/1532830"&gt;Editorial Hespéria&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está mais do que demonstrada a importância da escrita na história da civilização. Considerados pelos historiadores os criadores da nossa escrita num alfabeto baseado em fonogramas, os &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.queirozportela.com/psicologiadaescrita/historia.htm"&gt;fenícios&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; e a sua civilização têm sido objecto do estudo de muitos historiadores que tentam trazer para o presente como eram, como viviam, o que pensavam, quais os seus mitos e lendas. Foi através de um enorme trabalho de investigação que &lt;em&gt;&lt;a href="http://opodaescrita.blogspot.com/2009/04/pedro-foyos.html"&gt;&lt;a href="http://ogalodebarcelosaopoder.blogspot.com/2009/05/o-traco-descontinuo-do-pedro-foyos.html"&gt;Pedro Foyos&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; escreveu o romance &lt;strong&gt;O CRIADOR DE LETRAS&lt;/strong&gt;. Jornalista dos mais conceituados desta classe que desse modo a sabe honrar e a eleva ao que de mais complexo mas completo se pode exigir, ele concebeu uma obra que contém dados históricos do que se conhece acerca dos fenícios, dos mitos e lendas daquelas épocas, das crenças que satisfaziam as ansiedades daqueles tempos, os seus deuses implacáveis ou protectores, as trocas comerciais ou o desejo da descoberta além-mar, tudo enfim que o autor envolve numa ficção fascinante usando uma forma que cativa da primeira à última página. É sem dúvida um daqueles romances que não gostamos de interromper para recomeçar no dia seguinte, sempre ansiosos em conhecer o que Pedro Foyos nos vai revelar em seguida. O certo é que aprendemos muito como era natural que acontecesse num livro que se debruça sobre factos que infelizmente são pouco estudados e difundidos entre nós. E afinal, ali está uma hipótese inteligente de como pode ter sido a origem do alfabeto que usamos, baseado em sons que pronunciamos e com eles construímos as palavras e comunicamos. Assistimos à magia do espírito criador do personagem principal, o escriba a quem o Soberano de Byblos confiou a missão de inventar uma nova escrita, e é do seu raciocínio – ou do raciocínio do autor – que nascem uma a uma as 26 letras do nosso alfabeto. Sem que seja essa a intenção de Pedro Foyos, o leitor sente o fascínio de poder ser ele próprio a desvendar a letra que irá ser criada, de tal modo a construção é perfeita neste romance admirável. É também curiosa e extremamente interessante como algo que terá acontecido há mais de 3.000 anos, numa viagem às civilizações antiquíssimas do Próximo Oriente de que a cidade de Byblos, como aqui é descrita, se torna um símbolo das vivências religiosas e políticas de então, se pode confundir com muito do que hoje acontece à nossa volta. Intrigas e paixões políticas, ouro entregue aos soberanos tal como agora existem os impostos ao estado, dádivas e pagamentos aos sacerdotes dos deuses para destes alcançar os favores desejados (onde será que já ouvimos isto no presente?), tudo o que nos deixa mais uma vez aquela sensação que muitos gostariam de não acreditar: afinal o Homem não muda muito.&lt;br /&gt;Juntemos ainda à forma como Pedro Foyos escreve este romance um certo aroma de escrita poética que nos torna ainda mais agradável a sua leitura. Existem portanto razões mais do que suficientes, embora muito mais ainda se pudesse dizer, para aconselhar a leitura d’O CRIADOR DE LETRAS que manterá um lugar de destaque neste meu AMOR PELOS LIVROS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/12/o-criador-de-letras-pedro-foyos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6749233230114013421?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6749233230114013421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6749233230114013421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/12/o-criados-de-letras-pedro-foyos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SyAT3zPFoDI/AAAAAAAAAF0/Fu1GCrI6Jeg/s72-c/o+criador+de+letras.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-3172030547332376120</id><published>2009-12-03T20:13:00.006Z</published><updated>2009-12-03T20:29:05.009Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SxgeW7hX9ZI/AAAAAAAAAFs/axfCmTSzOZg/s1600-h/s%C3%ADmbolo+descodificado.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SxgeW7hX9ZI/AAAAAAAAAFs/axfCmTSzOZg/s200/s%C3%ADmbolo+descodificado.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411108331569280402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SÍMBOLO &lt;em&gt;PERDIDO&lt;/em&gt; DESCODIFICADO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Simon Cox&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/product_info.php?products_id=5698"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que &lt;em&gt;O Código Da Vinci&lt;/em&gt; apareceu nos escaparates mundiais e se tornou rapidamente um best-seller, passámos a reconhecer no seu autor Dan Brown um enorme poder criativo não só pelo suspense dos enredos criados mas pela quantidade de simbolismos necessariamente enigmáticos que passavam desde aí a encher as suas obras. Apesar de em algumas das situações Dan Brown nos explicar por intermédio do professor Langdom, a personagem que elegeu para figura principal do seu romance, o que significavam  determinados pormenores de conhecimentos científicos que para alguns leitores seriam novidade, muito ficava por explicar nem tal seria possível tal a quantidade de situações recheadas de simbólicas figuras e deduções filosofias ou religiosas. E é para resolver essa natural falha que o próprio Dave Brown não se dispunha naturalmente a fazer que aparece na sua peugada um segundo autor que viria a ganhar celebridade ao desmistificar e descodificar o que Dan Brown escrevera. Sem dúvida que as obras de Simon Cox, um investigador e famoso conferencista por vezes intitulado &lt;em&gt;“o historiador do obscuro”&lt;/em&gt; aparece de facto em auxílio de todos os leitores que desejam saber mais sobre aquilo que Dave Brown apresenta nos seus romances. E achamos de facto, pese embora algumas críticas que nos absteremos de classificar, que muito ficamos a ganhar para conhecer até onde irá a fantasia de Dan Brown nos seus códigos e símbolos e o que existirá de verdade. Sem dúvida que qualquer dos dois autores se rodeou, cada um na sua função, de um número quase inesgotável de fontes históricas e até mesmo científicas para concluir a sua obra. Nós diremos então muito simplesmente que se completam. Ficamos certamente a ganhar ao ler um romance como o que está colocado mesmo antes desta referência, mais abaixo, &lt;em&gt;“O Símbolo Perdido”&lt;/em&gt; de Dan Brown, como ficaremos igualmente a ganhar ao completar os nossos conhecimentos com as explicações que Simon Cox nos fornece em o &lt;strong&gt;“O SÍMBOLO PERDIDO DESCODIFICADO”&lt;/strong&gt;. Tal como já fizera nos anteriores, com O &lt;em&gt;Código Da Vinci&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Anjos e Demónios&lt;/em&gt;, Simon Cox veio desta vez guiar-nos no decifrar dos mistérios da Maçonaria e dos seus símbolos e rituais que Dan Brown nos apresenta envolvidos de certa nebulosidade própria de um romance de ficção. Mas com Simon Cox, o historiador, o leitor de Dan Brown vai descobrir as respostas que este romancista não nos quis dar, nem era essa a sua intenção, no seu empolgante romance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/12/o-simbolo-perdido-descodificado-simon.html"&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-3172030547332376120?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3172030547332376120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/3172030547332376120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/12/o-simbolo-perdido-descodificado-simon.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SxgeW7hX9ZI/AAAAAAAAAFs/axfCmTSzOZg/s72-c/s%C3%ADmbolo+descodificado.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6648708391816489043</id><published>2009-11-26T18:49:00.004Z</published><updated>2009-12-10T22:49:29.865Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw7OVMlDK4I/AAAAAAAAAFc/ipHOBafvgTc/s1600/O+S%C3%8DMBOLO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 130px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw7OVMlDK4I/AAAAAAAAAFc/ipHOBafvgTc/s200/O+S%C3%8DMBOLO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408487066067741570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SÍMBOLO PERDIDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dan Brown&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.bertrand.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=251945"&gt;Bertrand Editora&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando em 2003 Dan Brown apresentou O Código Da Vinci, o público reagiu em todo o mundo com um entusiasmo fora do vulgar. Em pouco tempo o livro tornou-se um best-seller e de facto, recuando um pouco no tempo, em Portugal não se falava de outra coisa. As pessoas eram vistas com o livro nos mais variados locais. Aquelas 540 páginas tinham de ser lidas sem grandes interrupções pois o desenrolar do enredo, recheado de elementos científicos, necessitava que estes estivessem bem presentes na nossa memória para acompanharmos as deduções do conceituado historiador Robert Langdom, personagem criada pelo autor mas que mais parecia existir de facto, algures em Harvard. Confesso que o li durante umas pequenas férias, num recanto calmo, como sempre procuro ter para o efeito, e não peguei em mais nenhum enquanto não terminei. E confesso também que relembrei coisas esquecidas como a célebre sequência &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.malhatlantica.pt/mathis/europa/Medieval/fibocacci/Liberabaci.htm"&gt;Fibonacci&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propor%C3%A7%C3%A3o_%C3%A1urea"&gt;proporção áurea&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, e muitas outras. O filme feito a partir do romance foi de certo modo uma decepção. Era impossível conter toda a riqueza que o livro encerrava. Dan Brown entusiasmou-se naturalmente pela sua personagem e Robert Langdom viria a aparecer nas obras que se seguiram igualmente nos tops das vendas. Eis agora O SÍMBOLO PERDIDO que parece destinado a conquistar igualmente o público. Dan Brown conduz-nos habilmente através de sucessivas descobertas entre simbologias exotéricas e maçónicas. São de novo códigos enigmáticos com os quais nos prende numa maestria a que se habituou, fruto certamente de muito trabalho e muita investigação. Ele tem aliás o cuidado de nos dizer que tudo o que relata tem fundamento e o essencial em que se baseiam os factos descritos é puramente verídico. Desta vez a história passa-se na mais famosa cidade da América e quem conhecer Washington parecer-lhe-á que por vezes acompanha a par e passo Robert Langdom. Dan Brown é mestre do suspense sem dúvida e mais uma vez nos prende nestas perto de 600 páginas disposto a atingir os milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/o-simbolo-perdido-dan-brown.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6648708391816489043?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6648708391816489043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6648708391816489043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/o-simbolo-perdido-dan-brown-bertrand.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw7OVMlDK4I/AAAAAAAAAFc/ipHOBafvgTc/s72-c/O+S%C3%8DMBOLO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-1974406364044806452</id><published>2009-11-26T01:59:00.005Z</published><updated>2009-12-10T22:50:36.350Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw3hqo0tCYI/AAAAAAAAAEs/x0_jE2qoXQI/s1600/YUNUS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw3hqo0tCYI/AAAAAAAAAEs/x0_jE2qoXQI/s200/YUNUS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408226850171062658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRIAR UM MUNDO SEM POBREZA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muhammad Yunus&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.difel.pt/catalog/product_info.php?manufacturers_id=188&amp;products_id=628&amp;osCsid=c9b4a791f5ebc9fc34200f9c3e08401f"&gt;Difel&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao vivermos presentemente mais uma grande crise económica mundial, apeteceu-me relembrar aqui os livros de Muhammad Yunus, o criador do microcrédito, Prémio Nobel da Paz em 2006. Diz-se hoje que já então se adivinhava que o capitalismo tal como estava a ser dirigido pelas grandes multinacionais e os grandes potentados mundiais viria a originar esta crise com a qual o mundo se debate hoje em dia. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw7LRqAbLII/AAAAAAAAAFU/JQ2SAnHUzcQ/s1600/o+banqueiro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw7LRqAbLII/AAAAAAAAAFU/JQ2SAnHUzcQ/s200/o+banqueiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408483706712829058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que com o passar dos anos, desde que fundou o primeiro Banco dos Pobres em Bangladesh, o seu país natal, a que decidiu voltar para iniciar a sua cruzada de combate à pobreza, Yunus foi sendo reconhecido nomeadamente por muitas dessas empresas que se decidiram, numa pequena parcela, a contribuir para o auxílio sem qualquer retorno, aos pobres do seu país. Nem todas infelizmente o fizeram e nem tampouco em larga escala. Mas para além de qualquer intuito publicitário que aliás Yunus não permitia é fácil perguntar porque o fariam. Certo é que o microcrédito alastrou-se a todos os continentes e beneficiou já mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo. Mais de 60% dos que beneficiaram do microcrédito de Yunus já se libertaram da pobreza. Não possuo elementos suficientes nem conhecimentos em economia para afirmar que se o chamado Negócio Social tivesse sido alargado em todos os sectores de uma forma global – mas certamente utópica avaliando o comportamento do género humano – a crise não se teria dado. Não é essa portanto a minha intenção ao colocar aqui e agora as suas obras que sempre estiveram no meu Amor Pelos Livros. Merecem no entanto ser lidas por quem por ventura não o tenha feito para que possam entender melhor o conceito criado pelo Banqueiro dos Pobres. Certamente que os múltiplos jogos que levaram à falência recente de grandes bancos mundiais não seriam permitidos. As grandes fortunas, algumas manifestamente insultuosas perante a gravidade dos problemas actuais, que foram feitas à custa da credibilidade do cidadão comum, não existiriam. Muitas delas, como é sabido, acabaram por ruir. Mas mesmo assim existe um fosso enorme a separar os ultra-ricos dos ultra-pobres. Só existe uma maneira de erradicar a pobreza. É certamente erradicar o capitalismo selvagem. Muhammad Yunus assim pensou e não se enganou. A solução não é utópica. É possível se os homens o quiserem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/criar-um-mundo-sem-pobreza-muhammad.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-1974406364044806452?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1974406364044806452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1974406364044806452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/criar-um-mundo-sem-pobreza-muhammad.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sw3hqo0tCYI/AAAAAAAAAEs/x0_jE2qoXQI/s72-c/YUNUS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2356347862636690053</id><published>2009-11-17T23:26:00.008Z</published><updated>2009-12-10T22:52:02.682Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SwMzEylD_NI/AAAAAAAAAEE/1juDCo0uH_0/s1600/porque+a+mim.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SwMzEylD_NI/AAAAAAAAAEE/1juDCo0uH_0/s200/porque+a+mim.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405220135164443858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PORQUÊ A MIM?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bernardo Teixeira&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=%20166"&gt;A Esfera dos Livros&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana em que se comemoram os 20 anos da Convenção dos Direitos da Criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preferia não ter tido a necessidade de colocar aqui este livro. Melhor do que isso, preferia que ele nunca tivesse sido escrito. E é fácil perceber porquê. Bernardo Teixeira é uma das vítimas no Processo Casa Pia que se arrasta precisamente há sete anos na Justiça Portuguesa. Os arguidos continuam a declarar-se inocentes, à excepção do ex-motorista. Bernardo Teixeira tem agora 22 anos e conta neste livro toda a sua história de vítima neste processo. E apesar de ter plena consciência de que não é o único atingido por tanta infâmia e sofrimento nem de certo o último, não deixa de se interrogar: “Porquê a Mim ?”, título deste livro auto-biográfico. Tinha 11 anos quando foi abandonado pela família e entregue aos cuidados daquela instituição. Foi violentamente abusado e usado quando era suposto que o Estado o devia proteger desde que ultrapassou o portão do Colégio Santa Catarina. Quando o processo estalou resolveu prestar declarações como testemunha e vítima mas depois disso ainda voltou a ser sequestrado eventualmente pela sua atitude. Mesmo depois de ter saído da Casa Pia mas certamente influenciado pelas experiências vividas e sofridas, envolve-se numa teia de droga e prostituição para conseguir sobreviver. É uma espécie de continuação da descida ao inferno, iniciada na Instituição que o devia ter protegido e não o fez. A história contada na primeira pessoa dá-nos o retrato cruel de uma vítima que ainda espera que seja feita justiça tal como a maior parte de todos nós. Narrativa emocionante sobre o que de mais horrendo pode acontecer a um menor e as consequências que daí podem advir, este livro onde Bernardo Teixeira tenta contribuir para que o que lhe aconteceu não se repita e dessa contribuição alcançar ainda um pouco de paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/porque-mim-bernardo-teixeira.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2356347862636690053?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2356347862636690053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2356347862636690053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/porque-mim-bernardo-teixeira-esfera-dos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SwMzEylD_NI/AAAAAAAAAEE/1juDCo0uH_0/s72-c/porque+a+mim.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5831646256377753356</id><published>2009-11-17T23:07:00.007Z</published><updated>2009-12-10T22:52:49.089Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SwMzzxH8f9I/AAAAAAAAAEM/hFXcyq4Gj4M/s1600/bogdanov2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SwMzzxH8f9I/AAAAAAAAAEM/hFXcyq4Gj4M/s200/bogdanov2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405220942227734482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EQUAÇÃO BOGDANOV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lubos Motl&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.esferadocaos.pt/catalogo_detalhe_esfera_ciencias67.html"&gt;Esfera do Caos&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A origem do Universo foi sempre motivo de interesse, mesmo entre aqueles que acreditam na sua religião (quando têm uma) nomeadamente a Católica. As diversas teorias científicas, que não são assim muitas, contrastam naturalmente com a explicação simples de ter sido obra de uma entidade sobrenatural. Algo, em determinado momento, fez nascer este mundo que ao longo da história tem sido sucessivamente alargado até se ter chegado à conclusão que não estamos sós no planeta Terra, que esta faz parte do sistema solar que gira em volta de uma estrela, numa galáxia onde há milhões de estrelas com os seus sistemas e num espaço onde existem outros tantos milhões de galáxias. E tudo isto em expansão desde o famoso &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Bang"&gt;Big Bang&lt;/a&gt;. As religiões rejubilaram, apesar de tudo, pois teria sido isso que a tal entidade originara. Eis senão quando, alguns cientistas começaram a interrogar-se sobre o que existiria afinal antes do Big Bang. O livro de &lt;a href="http://motls.blogspot.com/"&gt;Lubos Motl&lt;/a&gt;, personalidade da física moderna, membro da Sociedade de Investigadores de Harvard, talvez o fórum mais importante sobre as actuais teorias nesse ramo da Ciência, explica-nos com grande simplicidade o que é a Equação Bogdanov. Para os que não sabem trata-se de uma teoria exposta no início deste século pelos Irmãos Bogdanov (e daí o nome) numa série de artigos e conferências que levantaram uma das maiores polémicas da ciência moderna. A comunidade científica dividiu-se. E a grande maioria chamou-lhes mesmo charlatães. A equação Bogdanov responde, segundo os dois físicos Igor e Grichka, à eterna questão sobre se terá existido alguma coisa antes do Big Bang. Apesar de eu próprio ter trocado impressões com um grande amigo, conceituado físico e personalidade de relevo no nosso meio científico, recebendo dele a informação de que os Bogdanov não passam de charlatães, assumi a responsabilidade de colocar esta obra no meu Amor pelos Livros pois concluí que Lubos Motl nos descreve, para além do que significa essa teoria e da verdade que pode ou não encerrar, uma admirável e muito compreensível história do que têm sido ao longo dos tempos os caminhos da ciência e nomeadamente da física. Cruzamo-nos com personagens tão relevantes como Einstein e Plank ou Hawking e Feynman. E até Galileu, Copérnico e mesmo Aristóteles. É uma aventura permanente que nos leva a recordar conceitos desde a relatividade aos buracos negros. E posso garantir que quem ler esta obra ficará mais consciente do que é este Universo, de como algumas coisas provavelmente acontecem, de como é possível pensar, interpretar e ter uma opinião sobre problemas relevantes da nossa relação com o Universo. Não ficaremos com a resposta exacta que os Bogdanov queriam dar-nos nem é essa, segundo cremos, a intenção do autor. Mas aprenderemos decerto a ir mais além do que estávamos antes da sua leitura. E será que aquela teoria não traduz de facto a certeza de que existiu algo antes do Big Bang? E onde estará o segredo da Origem do Universo? Não percam este livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/equacao-bogdanov-lubos-motl.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5831646256377753356?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5831646256377753356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5831646256377753356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/origem-do-universo-foi-sempre-motivo-de.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SwMzzxH8f9I/AAAAAAAAAEM/hFXcyq4Gj4M/s72-c/bogdanov2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-8955819160542550634</id><published>2009-11-12T00:23:00.007Z</published><updated>2009-11-14T21:26:02.311Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvtWLL6OpOI/AAAAAAAAADU/8A8AdB1roj4/s1600-h/O+MUNDO+SEM+N%C3%93S.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvtWLL6OpOI/AAAAAAAAADU/8A8AdB1roj4/s200/O+MUNDO+SEM+N%C3%93S.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403006928136611042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O MUNDO SEM NÓS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Alan Weisman&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.wook.pt/ficha/o-mundo-sem-nos/a/id/197928"&gt;Estrela Polar/Oficina do Livro&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceria se nós – os humanos – desaparecêssemos deste planeta que tão maltratado tem sido desde que nele aparecemos e nos fixámos? Alan Weisman, conceituado jornalista e cronista norte-americano, autor de &lt;em&gt;"&lt;a href="http://www.worldwithoutus.com/index2.html"&gt;O Mundo Sem Nós&lt;/a&gt;”&lt;/em&gt;não deseja que a humanidade desapareça. O que ele pretende nesta sua obra é chamar a atenção das pessoas para o verdadeiro significado do seu lugar entre as restantes espécies de modo a que modifiquem a sua maneira de viver e tratar deste planeta. Não se trata de uma visão pessimista. Tendo-se rodeado dos especialistas das mais variadas áreas das ciências da vida, Weisman relata com muita acuidade os casos mais execráveis das destruições que temos vindo a fazer. E o que simplesmente aconteceria se deixássemos de existir é que, com excepção dos milhares de espécies que para sempre excluímos da face da Terra, a Natureza voltaria a pouco e pouco a ocupar os espaços que lhe roubámos em nome do progresso e do nosso discutível bem-estar e, ao fim de uns muito milhares de anos, se por magia qualquer de nós pudesse regressar ficaria extasiado perante o esplendor que encheria os mais variados locais. As nossas casas teriam desaparecido e em seu lugar estariam árvores frondosas repletas de aves e insectos magníficos. Pouca coisa teria resistido do nosso lixo tecnológico embora se saiba que o plástico das embalagens que usamos levaria pelo menos 100 mil anos para ser devorado pelos micróbios. Mas bastariam perto de 100 anos para que os 500 milhões de automóveis que andam por aí se tornassem escombros irreconhecíveis. Weisman descreve o processo histórico da destruição de espécies entre as quais algumas que todos conhecemos como o Dodo que os marinheiros portugueses matavam à paulada quando chegavam a terras do Oriente ou os Pombos mensageiros caçados em bandos de milhares de indivíduos mortos pelos caçadores e atulhando as carroças que chegavam diariamente a Boston e a Nova York. Mas ele vai mais longe e descreve também o que estamos fazendo hoje em dia e, a continuarmos assim, ao que pode conduzir-nos este desenfrear de desrespeito pelos outros seres vivos, animais ou plantas. Os projectos de protecção implementados destinam-se mais ao nosso gozo particular do que ao simples acto de equilibrar este planeta. Os restantes seres vivos não necessitam de nós. Nós é que necessitamos deles. E esse conceito, levado com tal simplicidade, conduz a erros levianos e parciais. O livro é para ler e meditar sobre o que temos feito e como havemos de modificar os nossos actos se quisermos ser dignos de aqui ficar. Porque, sem sombra de dúvida, se continuarmos este caminho, não há acordos de Kyoto ou o próximo da Dinamarca, parcialmente cumpridos ou pior não cumpridos que resolvem o problema. Andamos a brincar com o nosso destino. E a Terra não se importará nada com a nossa partida. Leia e reflicta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/excerto-de-o-mundo-sem-nos-alan-weisman.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-8955819160542550634?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8955819160542550634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8955819160542550634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/o-mundo-sem-nos-alan-weisman-estrela.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvtWLL6OpOI/AAAAAAAAADU/8A8AdB1roj4/s72-c/O+MUNDO+SEM+N%C3%93S.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6781788969196497634</id><published>2009-11-12T00:15:00.004Z</published><updated>2009-11-14T21:27:19.878Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ensaio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvtULlrp9OI/AAAAAAAAADM/txDLSHUjZi0/s1600-h/CONDI%C3%87%C3%83O+HUMANA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvtULlrp9OI/AAAAAAAAADM/txDLSHUjZi0/s200/CONDI%C3%87%C3%83O+HUMANA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403004736031552738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A CONDIÇÃO HUMANA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.bbde.org/lofiversion/index.php/t7319.html"&gt;Dom Quixote&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro foi publicado na sequência de um Ciclo de Conferências promovido pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. Nele estão incluídas as cerca de quatro dezenas de intervenções feitas pelos mais conceituados especialistas em matérias relacionadas com a Condição Humana: Ética, Saúde e Interesse Público. Debatem-se problemas que são extraordinariamente actuais como é o caso da Biotecnologia, engenharia genética e clonagem humana, o aborto, a eutanásia, a terapia da dor, a identidade ameaçada com o transplante de órgãos, com intervenções paralelas e ou contraditórias. Nomes da nossa classe médica e científica como João Lobo Antunes, Daniel Sampaio, Carlos Caldas, Clara Pinto Correia ou Coimbra de Matos detiveram-se com os seus colegas de além fronteiras a analisar questões que preocupam o vulgar cidadão, a avaliar pelo interesse despertado por tais matérias na nossa comunicação social. Foram muito os casos ou mesmo quase todos os que optaram por colocar questões e não apresentar soluções que agradassem à maioria de todos nós. Mas se na leitura desta colectânea o leitor encontrar o caminho para definir a sua opinião sobre meia dúzia de matérias já é o suficiente para lhe recomendarmos este título no Amor pelos Livros. É fácil contestar determinados actos médicos, por exemplo, mas é conveniente conhecer as implicações que daí podem advir para muitas pessoas que têm o direito de pensar de maneira diferente da nossa. A liberdade é um direito sagrado a que todos têm direito. E por isso ou para isso este livro aqui está. Não se impressiona pelas suas 700 páginas. Escolha o que entender e de certo se entusiasma por algo em que não tinha pensado. As diferentes áreas do saber podem estar ao nosso alcance e os livros ainda são o grande remédio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/condicao-humana-varios-autores.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6781788969196497634?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6781788969196497634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6781788969196497634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/condicao-humana-dom-quixote-este-livro.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvtULlrp9OI/AAAAAAAAADM/txDLSHUjZi0/s72-c/CONDI%C3%87%C3%83O+HUMANA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-8518628573962613302</id><published>2009-11-05T00:50:00.007Z</published><updated>2009-11-14T21:31:11.528Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvIiYbh-_aI/AAAAAAAAAC4/BMRSWDb7DPY/s1600-h/Camus.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvIiYbh-_aI/AAAAAAAAAC4/BMRSWDb7DPY/s200/Camus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400416706273148322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;com Camus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jean Daniel&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.bertrand.pt/pesquisa/pesquisa.php?tipo_pesquisa=titulo&amp;categoria_pesquisa=&amp;chave=Com+camus"&gt;Temas e Debates/Círculo de Leitores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem conheça Camus, o grande escritor e filósofo que adorava ser também jornalista, o autor de obras tão profundas que se tornaram sucessos mundiais como o Estrangeiro ou o Homem Revoltado, vai querer certamente ler o que Jean Daniel, o jornalista que foi seu confidente, seu amigo e admirador, nos oferece neste seu livro precisamente intitulado “&lt;strong&gt;com Camus&lt;/strong&gt;”. Quem não tenha lido alguma vez Camus, o que é uma falta grande para quem deseja ter uma ideia do mundo actual, dos problemas que enfrentamos, das ideologias que se debatem, de tudo enfim que diz respeito ao homem de hoje como o foi já nas décadas anteriores, também se aconselha esta leitura. É que Jean Daniel, escritor e jornalista que várias vezes tem acompanhado as vivências do nosso país, amigo e admirador de algumas figuras do nosso panorama político de esquerda, consegue dar-nos para além da sua análise pessoal de Camus e das suas ideias, amizades e até conflitos, dos seus pensamentos e atitudes mais fervorosos, um retrato mais do que fiel da actualidade. É que Camus - e o sub-título do livro “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como aprender a resistir&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” lhe faz referência – foi o homem da Resistência Francesa durante a Guerra e soube resistir tanto a ideologias de direita como aos totalitarismos de esquerda que igualmente condenava. Hoje como nunca também há necessidade de resistir. E Jean Daniel torna-se ele próprio na imagem de Camus, concluindo que todo o jornalista (e ambos o são) deve “&lt;em&gt;reconhecer o totalitarismo. Não mentir e saber reconhecer o que se ignora. Recusar sempre todo o despotismo mesmo provisório&lt;/em&gt;”. Jornalismo. Literatura e filosofia entrelaçam-se neste jogo de ideias que é mais do que um simples propósito. É uma lição para que o Homem de hoje possa ser digno do Homem de amanhã. Ou será que há dúvidas de que é este o caminho? Livro admirável sem dúvida e por isso aqui fica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/com-camus-jean-daniel.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-8518628573962613302?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8518628573962613302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/8518628573962613302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/com-camus-jean-daniel-temas-e.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvIiYbh-_aI/AAAAAAAAAC4/BMRSWDb7DPY/s72-c/Camus.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-5494191224351349837</id><published>2009-11-04T22:48:00.005Z</published><updated>2009-11-14T21:31:50.652Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvII24AJ2kI/AAAAAAAAACw/ygX2N4KspLA/s1600-h/AS+PALAVRAS+QUE.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 131px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvII24AJ2kI/AAAAAAAAACw/ygX2N4KspLA/s200/AS+PALAVRAS+QUE.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400388642009635394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS PALAVRAS QUE NUNCA TE DIREI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nicholas Sparks&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.presenca.pt/catalogue.ud121?oid=91645&amp;cat0_oid=-188253&amp;cat1_oid=-188264&amp;from_zone=Listagem+Por+Pesquisa"&gt;Editorial Presença&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podia deixar de colocar aqui este livro que, confesso, adquiri e li já depois de ter visto o filme mais do que uma vez. Nicholas Sparks, romancista autor de um best-seller que também tinha a ver com um grande amor (O Diário da Nossa Paixão), lançou este em 1998 (Message in a Bottle, no original em língua inglesa). As Palavras que Nunca te Direi tornou-se rapidamente um êxito entre nós, estando actualmente na 48ª edição. O filme que entretanto foi feito, tendo Kevin Koster e Robin Wright Penn nos protagonistas de uma grande história de Amor passa inúmeras vezes nas televisões, no Canal Hollywood, no AXN, etc. O DVD do filme esgota logo que é reeditado e aparece nos escaparates. No meu Amor pelos Livros este romance não podia faltar. As palavras que nunca te direi são exactamente as palavras que por vezes os amantes não chegam a pronunciar porque se perdem ou porque fugiu a oportunidade. E depois disso, fica apenas uma grande dor de não as termos dito a quem devíamos. Mas acontece. A história é enternecedora, admiravelmente bem contada, prendendo-nos de imediato ao enredo que desejamos saber como vai acabar. Cada um imagina e sonha como se vivesse ele próprio aquele drama que também o é. E já tem um final que desejava como se fosse o seu. O livro é, como em muitos casos, muito melhor do que o filme. Nas últimas páginas, não reproduzidas no filme, encontramos a verdadeira resposta ao que pode conduzir um grande amor. Ele pode de facto, quando é grande, ser uma lição de Amor para o futuro mesmo que por qualquer razão o presente não tenha sido totalmente contemplado. Mas nada devo acrescentar para não tirar o interesse da leitura. E aconselho-a vivamente a quem apenas tenha visto e gostado do filme. Há mais. Muito mais, no livro. Ele revela-nos no final uma surpresa que não conhecíamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/11/as-palavras-que-nunca-te-direi-nicholas.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-5494191224351349837?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5494191224351349837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/5494191224351349837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/as-palavras-que-nunca-te-direi-nicholas.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SvII24AJ2kI/AAAAAAAAACw/ygX2N4KspLA/s72-c/AS+PALAVRAS+QUE.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-1677895162428538416</id><published>2009-11-01T01:11:00.008Z</published><updated>2011-01-07T16:45:08.435Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SuzpWS9O2NI/AAAAAAAAACY/43jwyUqEqgI/s1600-h/furia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SuzpWS9O2NI/AAAAAAAAACY/43jwyUqEqgI/s200/furia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398946622565439698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FÚRIA DIVINA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José Rodrigues dos Santos&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/Promonovas.asp?N=1"&gt;Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente na mesma semana em que era apresentada uma nova edição da Bíblia que segundo os editores levou 32 anos a preparar, incluindo os textos do Antigo e Novo Testamento juntamente com os Deuterocanónicos, e em que José Saramago apresentou o seu último livro dedicado à figura de Caím, lançando a polémica entre cristãos que se sentem ofendidos pelas suas palavras negando a existência de Deus, José Rodrigues dos Santos, apresentou o seu novo romance no qual, misturando ficção e realidade, relata aspectos verídicos da religião islâmica. A sua “Fúria Divina”, como ele próprio escreve numa nota inclusa, é uma história ficcional com personagens ficcionais mas como acontece em todas as suas obras, muitas das coisas que o livro revela não constituem qualquer invenção. E cita o caso de documentos e declarações dos dirigentes da Al-Qaeda sobre a intenção de deflagrar um engenho nuclear. Para esta obra consultou variadíssimos textos de mentores do islamismo radical, obras gerais sobre o islão, o próprio Alcorão e outras reveladas com pseudónimo, para além do facto deste livro ter sido revisto por um dos primeiros operacionais da Al-Qaeda. O livro é portanto um romance, baseado em informações verídicas que nos revelam várias facetas consideradas estranhas e mesmo ignoradas do radicalismo islâmico, na turbulenta época em que vivemos. A avaliar pelo público que encheu a praça central de um conhecido centro comercial de Lisboa para escutar o premiado jornalista José Rodrigues dos Santos e conceituado escritor já traduzido além fronteiras, este seu livro, quer pela forma romanceada como o autor tem sabido impor a sua escrita prendendo os leitores da primeira à última página quer pela actualidade do tema, vai certamente juntar-se aos êxitos das suas obras anteriores e mesmo ultrapassá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;em&gt;&lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/furia-divina-jose-rodrigues-dos-santos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-1677895162428538416?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1677895162428538416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/1677895162428538416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/furia-divina-jose-rodrigues-dos-santos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SuzpWS9O2NI/AAAAAAAAACY/43jwyUqEqgI/s72-c/furia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4092291325104288780</id><published>2009-11-01T00:15:00.009Z</published><updated>2011-01-07T16:46:53.780Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SuzaThvZ4sI/AAAAAAAAACI/FoPFzC2RBVc/s1600-h/CAIM.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 124px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SuzaThvZ4sI/AAAAAAAAACI/FoPFzC2RBVc/s200/CAIM.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398930082319950530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAIM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José Saramago&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorial-caminho.pt/cache/html/default_main__q1area_--_3Dcatalogo__q236__q30__q41__q5.htm"&gt;Editorial Caminho&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um livro de José Saramago para o meu AMOR PELOS LIVROS. Não é de estranhar que assim seja. O consagrado escritor, amado por muitos e odiado por uns tantos – os primeiros por reconhecerem o seu valor na história da Literatura contemporânea e os segundos por discordarem das suas ideias e da liberdade de expor com frontalidade aquilo que pensa – desde há muito que é um dos meus favoritos. E as suas 42 obras que trouxe ao mundo das letras desde 1947 preenchem uma parte da minha humilde biblioteca. Esta história de Caim que cristãos e ateus conhecem da Bíblia mereceu-lhe sempre uma séria preocupação desde muito jovem – confessou na apresentação do livro na Culturgest. De vez em quando aparecia-lhe no espírito como algo a que tinha de se debruçar. E assim aconteceu há quatro meses - que foi quanto durou a gestação. "Porque preferiu Deus Abel a Caim? Porque não os aceitou a ambos como iguais em méritos, visto que o eram, provocando desse modo a morte de um deles e a desgraça do outro?" Eis a questão que preocupa José Saramago. Caim foi escolhido por Deus para matar o irmão e de seguida, também por Deus, foi condenado a errar pelo mundo sujeito às mais incríveis desventuras. Saramago conduz então Caim numa viagem imaginária a alguns dos mais emblemáticos lugares do Velho Testamento - a torre de Babel, Sodoma e Gomorra, Jericó, a Arca de Noé e outros, numa visitação crítica a aspectos em que se baseia a civilização ocidental. Desta história mais do que conhecida da Bíblia, Saramago constrói um romance de onde poderemos naturalmente tirar as nossas ilações, utilizando o seu direito de liberdade de expressão, mas desagradando à Igreja que se sente ofendida pela leitura literal que o autor faz ao livro sagrado. A polémica estalou, com insultos e blasfémias, o que curiosamente fez não só vender o livro como a própria Bíblia. Ainda bem que a compraram – a esta, diz Saramago – para que mais gente a fique a conhecer melhor. Enfim, por mim, li aquelas 180 páginas, quase sem parar. A mais recente edição da &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.abibliaparatodos.pt/"&gt;Bíblia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, com 2400páginas, lançada quase em simultâneo, pelo &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.circuloleitores.pt/"&gt;Círculo de Leitores &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;e Temas e Debates, levou 32 anos a traduzir e aí está para que o público melhor a conheça e se possível a entenda. A história de Caim por José Saramago é apenas um pequeno episódio que a igreja diz ser abstracto e que afinal tanto ataca na visão do nosso prémio Nobel da Literatura. Apetece-nos dizer: “Assim seja”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/caim-jose-saramago.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4092291325104288780?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4092291325104288780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4092291325104288780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/11/caim-jose-saramago-editorial-caminho.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SuzaThvZ4sI/AAAAAAAAACI/FoPFzC2RBVc/s72-c/CAIM.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2068660538399528406</id><published>2009-10-29T03:43:00.006Z</published><updated>2009-11-14T20:20:51.015Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clássico'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SukQIpHT5yI/AAAAAAAAACA/Png-ltx0nlM/s1600-h/Da+Terra+%C3%A0+Lua.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 133px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SukQIpHT5yI/AAAAAAAAACA/Png-ltx0nlM/s200/Da+Terra+%C3%A0+Lua.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397863369041766178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DA TERRA À LUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Julio Verne&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.europa-america.pt/advanced_search_result.php?keywords=da+terra+%C3%A0+Lua&amp;osCsid=sprfkjpogke9uui11ljc9bot42&amp;osCsid=sprfkjpogke9uui11ljc9bot42"&gt;Publicações Europa-América&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos tempos em que não existia a Internet nem eu pensava que viria a existir um espaço onde haveria de escrever sobre Livros já eu viajava pelo espaço à volta da Terra quando lia um dos livros mais extraordinários de um dos meus escritores favoritos. Nesses tempos, Júlio Verne era para muitos de nós quem nos fazia sonhar com viagens extraordinárias que ninguém pensava que viessem mais tarde a ser realidade. Repletas de acção, contava-nos aventuras onde imperavam a coragem que vencia perigos constantes e onde a sua imaginação nos fazia acreditar em engenhos de fantásticas capacidades para alcançar mundos e panoramas até então desconhecidos. Conservo ainda alguns volumes, encadernados a vermelho, gastos de tantas leituras repetidas. Viajávamos com ele, Júlio Verne, ao fundo dos oceanos, ao centro da terra, às gélidas regiões dos pólos, ao nosso satélite que víamos à noite brilhar em pleno céu. Foi considerado e é ainda o grande precursor do género de ficção científica. E o curioso é que muitos dos seus engenhos vieram mais tarde a ser construídos.&lt;br /&gt;Chega-nos agora às mãos através das Publicações Europa América uma edição especial do clássico Da Terra à Lua, sem dúvida um dos mais espectaculares, se é possível destacar algum deles, dos seus livros de então. E isso acontece precisamente porque se assinalam os 40 anos da chegada do Homem à Lua. O Homem que abandonou o seu curso de Direito para abraçar a carreira de escritor de aventuras inigualáveis até então, já nos ajudava a sonhar e a fazer essa viagem cento e quatro anos antes. Saudamos com agrado esta reedição que estamos a ler com entusiasmo relembrando momentos passados que nos faziam ultrapassar a realidade, numa escrita fluente e admirada pelos seus pares e que foi traduzida em cerca de 150 idiomas. Que venham mais nesta colecção dos Clássicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/da-terra-lua-julio-verne.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2068660538399528406?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2068660538399528406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2068660538399528406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/10/da-terra-lua-julio-verne-publicacoes.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SukQIpHT5yI/AAAAAAAAACA/Png-ltx0nlM/s72-c/Da+Terra+%C3%A0+Lua.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-108265407063447542</id><published>2009-10-21T00:52:00.009+01:00</published><updated>2009-11-14T21:37:32.096Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Viagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/St5ObIa3plI/AAAAAAAAAB4/dTdQK7XqYYU/s1600-h/A+OBSESS%C3%83O.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/St5ObIa3plI/AAAAAAAAAB4/dTdQK7XqYYU/s200/A+OBSESS%C3%83O.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394835631660050002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A OBSESSÃO DO FOGO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Umberto Eco&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.difel.pt/catalog/product_info.php?products_id=644&amp;osCsid=6fb48ba5ec3b40ea0b2b3140ee5c7f95"&gt;&lt;em&gt;Difel-Medialivros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Obsessão do Fogo é a prova mais do que evidente do título que escolhemos para este site. Esta obra representa a verdadeira essência do amor pelos livros. Os autores, Umberto Eco na companhia de Jean Claude Carrière, descrevem-nos a sua paixão pelos livros e daí o receio de que, como em muitos casos bem conhecidos, o Fogo os possa destruir. Os que lhes pertencem e os que povoam bibliotecas públicas ou privadas. Mas mais importante ainda é a sua convicção, que nós próprios partilhamos, de que eles nunca desaparecerão e nem as modernas tecnologias, internet, enciclopédias digitais ou ebooks poderão fazer com que isso aconteça. E, à medida que vamos acompanhando os seus fervilhantes diálogos, desfilam nesta páginas que lemos com assinalável interesse histórias admiráveis de personagens reais ou fictícias de tantos autores, momentos da História mundial na história dos livros. Dos hieróglifos, papiros e papel à era digital numa conversa sobre os livros e a evolução da Humanidade. Das referências culturais, ao divertimento, ironia ou dissertação filosófica, assistimos a uma sucessão de conhecimentos descritos com a erudição incontestável de dois autores de reconhecido valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/umberto-eco-em-obsessao-do-fogo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-108265407063447542?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/108265407063447542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/108265407063447542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/10/obsessao-do-fogo-umberto-eco-difel.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/St5ObIa3plI/AAAAAAAAAB4/dTdQK7XqYYU/s72-c/A+OBSESS%C3%83O.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4943041135236541339</id><published>2009-10-12T20:48:00.009+01:00</published><updated>2009-11-14T21:38:14.799Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StOIeF0fzuI/AAAAAAAAABw/LyHLa_89ccs/s1600-h/Bot%C3%A2nica+das+L%C3%A1grimas+-+Capa+Net.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391803229432434402" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StOIeF0fzuI/AAAAAAAAABw/LyHLa_89ccs/s200/Bot%C3%A2nica+das+L%C3%A1grimas+-+Capa+Net.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Botânica das Lágrimas&lt;br /&gt;Pedro Foyos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.editorial-hesperia.pt/"&gt;Editorial Hesperia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um livro que faz plena justiça ao título deste espaço. Amor pelos Livros é uma coisa que ambos temos. Eu e o autor. O jornalista e escritor Pedro Foyos é um amigo de longa data. E não fosse eu conhecer os seus dotes profissionais e humanistas para garantir o seu lugar aqui sem sombra de dúvida. Não só pela amizade portanto. Mas pelo que dele conheço. Assim outros livros de amigos pudessem vir para esta galeria. Não porque não sejam dignos de terem sido publicados mas por não obedecerem inteiramente às regras que defini. E este obedece. Pedro Foyos andou a esmiuçar tudo o que era possível num ambiente que eu frequentei em tempos de universitário e em matéria que me é muito querida: Jardim Botânico de Lisboa. Sei o tempo que por lá andou com um amigo comum, meu colega e professor catedrático (Fernando Catarino, outra jóia e mestre). &lt;strong&gt;Botânica das Lágrimas&lt;/strong&gt; é uma narrativa de ficção que retrata o tema actual do “&lt;a href="http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2231/"&gt;bullying&lt;/a&gt;” e das praxes cruéis cujos resultados são evidentes todos os anos. Até quando não se sabe.&lt;br /&gt;Dados divulgados pela UNICEF demonstram que as crianças portuguesas são das que mais sofrem acções de violência física ou psicológica, pertencendo Portugal ao grupo de três países onde mais de 40 por cento dos inquiridos afirmam ter sido vítimas de "bullying". Mas talvez este livro de Pedro Foyos em que um menino-herói procura combater por meio da imaginação e do sonho tais actos que eu ousaria chamar de vandalismo possa ajudar a encontrar soluções. Todos os episódios estão fundados na realidade. E apenas a maestria de Pedro Foyos nos indica um possível caminho. Razão mais do que suficiente para eu o referir aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/botanica-das-lagrimas-romance-de-pedro.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4943041135236541339?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4943041135236541339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4943041135236541339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/10/botanica-das-lagrimas-pedro-foyos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StOIeF0fzuI/AAAAAAAAABw/LyHLa_89ccs/s72-c/Bot%C3%A2nica+das+L%C3%A1grimas+-+Capa+Net.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4045245912143950370</id><published>2009-10-10T17:59:00.012+01:00</published><updated>2009-11-14T21:39:00.960Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Islamismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StDH7NBSDTI/AAAAAAAAABo/w3-ge5IYK78/s1600-h/a_os+dois.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391028573883731250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StDH7NBSDTI/AAAAAAAAABo/w3-ge5IYK78/s200/a_os+dois.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;NINGUÉM ME TIRA OS MEUS FILHOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.presenca.pt/catalogue.ud121?oid=92970&amp;amp;cat0_oid=-177489&amp;amp;cat1_oid=-177491&amp;amp;from_zone=Listagem+Por+Pesquisa"&gt;Editorial Presença&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A HERO&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ÍNA DO DESERTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.asa.pt/home.php"&gt;ASA Editores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Donya Al-Nahi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma explicação indispensável, segundo julgamos, sobre estes dois livros e porque aparecem em conjunto. Donya Al-Nahi, a autora, escreveu a mesma história, interessante e actual, com dois relatos (mais simplesmente duas versões literárias) diferentes. Porquê? Não o conseguimos saber junto dos editores portugueses que se limitaram a comprar legalmente os direitos a dois editores ingleses que os publicaram em 2003 e 2005. Donya é uma inglesa convertida ao islamismo que dedicou uma parte da sua vida a resgatar os filhos de outras mulheres, casadas com muçulmanos, às quais os maridos tinham raptado os filhos, levando-os para o oriente, após o que vem ela própria a ser a vítima, iniciando uma corajosa aventura, para reaver os seus dois filhos raptados pelo marido, de nacionalidade iraquiana. Cerca de uma dezena de histórias para contar e a dela própria, sofrendo os perigos do deserto e até a prisão para que Ninguém tivesse o direito de separar uma criança da mãe. Histórias actuais de um problema que tem originado fortes debates sobre as relações do mundo ocidental com o islamismo, estes dois livros merecem ser lidos. Melhor dizendo, um destes livros que aqui se encontram juntos mas que são como dissemos baseados na mesma história, com variantes do número de capítulos e modo de a expor. Aos leitores, a escolha do primeiro publicada em 2008 pela &lt;a href="http://www.presenca.pt/catalogue.ud121?oid=92970&amp;amp;cat0_oid=-177489&amp;amp;cat1_oid=-177491&amp;amp;from_zone=Listagem+Por+Pesquisa"&gt;Editorial Presença&lt;/a&gt; ou do segundo mais recentemente, pela &lt;a href="http://www.asa.pt/home.php"&gt;Asa Editores&lt;/a&gt;, em Agosto de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler excertos destas duas obras clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/ninguem-me-tira-os-meus-filhos-donya-al.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4045245912143950370?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4045245912143950370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4045245912143950370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/10/ninguem-me-tira-os-meus-filhos.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StDH7NBSDTI/AAAAAAAAABo/w3-ge5IYK78/s72-c/a_os+dois.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-2817514332373785368</id><published>2009-10-10T17:51:00.004+01:00</published><updated>2009-11-14T21:40:26.580Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StC8P1VDuLI/AAAAAAAAABQ/hd5RwhtHWT4/s1600-h/OPRAZERDADESCOBERTA_N.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 131px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StC8P1VDuLI/AAAAAAAAABQ/hd5RwhtHWT4/s200/OPRAZERDADESCOBERTA_N.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391015734161946802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PRAZER DA DESCOBERTA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Richard Feynman&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.gradiva.pt/livro.asp?L=2151"&gt;Gradiva&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nunca escondi a minha grande admiração por Richard Feynman. Creio que possuo todos os seus livros, quase todos editados pela Gradiva na Ciência Aberta. O Prémio Nobel da Física em 1965, o homem que numa corrida contra o tempo, juntamente com outros cientistas, nos iria dar a bomba atómica antes dos Alemães a conseguirem (do mal o menos, direi eu) é um cientista e escritor multifacetado. Quando lemos as suas obras, aprendemos aquilo que outros não conseguiram explicar-nos, recordamos conceitos esquecidos, projectamo-nos para o futuro, rimo-nos até (Está a brincar, Sr. Feynman). Mas uma das suas obras mais recentes explica-nos muito mais o que ele é ou foi, porque conseguiu saber tanto ou apenas chegar à conclusão de que ainda lhe falta muito para o saber e de como explicar tudo isto, toda esta fome de ir mais além na conquista do conhecimento. E ao descrever-nos como é possível sentir “O Prazer da Descoberta” Feynman revela-se mãos uma vez o conversador admirável que sempre foi e até gostava de ser. O livro reunindo textos de algumas das suas conferências, explica-nos como é a ciência por dentro, como nascem as ideias e como é difícil esse parto e não deixa de abordar o problema da ciência e da religião, sempre tão angustiante para crentes e ateus. Aplausos para Feynman que não gostava deles, na sua simplicidade que é e será sempre a característica dos homens verdadeiramente homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/o-prazer-da-descoberta-por-richard.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-2817514332373785368?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2817514332373785368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/2817514332373785368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/10/o-prazer-da-descoberta-richard-feynman.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/StC8P1VDuLI/AAAAAAAAABQ/hd5RwhtHWT4/s72-c/OPRAZERDADESCOBERTA_N.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-7871482816548322150</id><published>2009-10-08T22:50:00.007+01:00</published><updated>2009-11-14T21:41:13.251Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Actualidade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Ss5gpqJIwcI/AAAAAAAAABI/wXtn-GymYqI/s1600-h/DESAFIOGLOBAL_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 137px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Ss5gpqJIwcI/AAAAAAAAABI/wXtn-GymYqI/s200/DESAFIOGLOBAL_n.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390352072812577218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O DESAFIO GLOBAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nicholas Stern&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Esfera do Caos Editores&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das questões mais debatidas hoje em dia por diversas entidades desde os cientistas a diversos organismos internacionais, relacionadas com o meio ambiente, é sem dúvida a que diz respeito às alterações climáticas. Em Dezembro vai realizar-se a Conferência Mundial para debater o problema e por isso é bom que se esclareçam algumas questões. Se há quem afirme que tais alterações foram devidas à intervenção do homem existem aqueles que defendem que apenas a Natureza tem tido e continuará a ter a possibilidade de levar a cabo tais alterações. Enfim, entre as divagações de um e de outro lado, apresentando gráficos, estatísticas, medidas, etc. uma coisa é certa: estamos a viver um período em que temos de defrontar as alterações climáticas que estão por aí em todo o globo nalguns casos com trágicos resultados. Em 2006 é publicado o célebre Relatório Stern recentemente publicado em Livro pela &lt;a href="http://www.esferadocaos.pt/catalogo_detalhe_Gulbenkian%20Ambiente87.html"&gt;Esfera do Caos&lt;/a&gt; sob o nome de Desafio Global. Nicholas Stern é juntamente com Al Gore uma das personalidades que mais tem estudado o impacto das alterações climáticas na economia e política mundiais. Stern defende teorias que podem transformar em oportunidade o drama das alterações climáticas. Uma mudança radical no modo como agimos diariamente a nível pessoal e empresarial pode constituir afinal, segundo Stern, uma oportunidade de abrir o caminho para a prosperidade. É esse o Desafio Global que temos de enfrentar se queremos merecer o futuro, afirma Viriato Soromenho Marques, professor docente da Universidade de Lisboa e conhecido ambientalista, no prefácio a esta obra. Parecendo não estar totalmente provado, como dissemos, que o Homem tenha sido o causador destas alterações climáticas, pese embora a sua acção destruidora da Natureza a que pertence, não deixa de ser importante, para os que desejem estar elucidados sobre o modo de resolver o problema, ler este livro e avaliar as soluções propostas por Nicholas Stern.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obra clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/desafio-global.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-7871482816548322150?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7871482816548322150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/7871482816548322150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/10/o-desafio-global-nicholas-stern-esfera.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Ss5gpqJIwcI/AAAAAAAAABI/wXtn-GymYqI/s72-c/DESAFIOGLOBAL_n.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-4903246283405094820</id><published>2009-09-25T08:00:00.006+01:00</published><updated>2011-01-07T16:51:49.865Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Viagem'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sru1kNdw0wI/AAAAAAAAAAw/wGqzDBBfl_8/s1600-h/O+HOMEM+QUE.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sru1kNdw0wI/AAAAAAAAAAw/wGqzDBBfl_8/s200/O+HOMEM+QUE.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385097413145973506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O HOMEM QUE PROCURAVA O SENTIDO DA VIDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ramiro Calle&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.esferadoslivros.pt/"&gt; A Esfera dos Livros&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez não seja por acaso que inicio esta actividade com o recente livro de Ramiro Calle. Trata-se de uma obra em que o autor do Livro do Amor, onde defende que “a única força capaz de transformar o ódio, a violência, a angústia e de aproximar as pessoas é o Amor (…) algo de que o mundo necessita urgentemente”, nos transporta numa viagem capaz de transformar as nossas vidas. Professor da Universidade Autónoma de Madrid, tendo estudado os efeitos terapêuticos das psicologias orientais, Ramiro Calle relata neste romance uma viagem ao mesmo tempo física e espiritual onde os profundos diálogos entre as duas principais personagens, em face das aventuras proporcionadas pela busca de uma sabedoria mística que resolva os graves problemas da sociedade actual, constituem valores que talvez nos animem a encontrar as respostas que todos desejamos. Interessante pelo conteúdo e pela actualidade, consegue prender-nos de maneira absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler um excerto desta obre clique &lt;a href="http://excertos-aplg.blogspot.com/2009/10/o-homem-que-procurava-o-sentido-da-vida.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-4903246283405094820?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4903246283405094820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/4903246283405094820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/03/este-blog-enconta-se-em-reestruturacao.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/Sru1kNdw0wI/AAAAAAAAAAw/wGqzDBBfl_8/s72-c/O+HOMEM+QUE.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7728266227458674921.post-6853451495238183546</id><published>2009-09-25T06:00:00.005+01:00</published><updated>2009-11-14T21:43:15.863Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Romance'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SrvQIIjKxlI/AAAAAAAAABA/8dAcWlNDrdU/s1600-h/AUDIOLIVRO+24+H.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385126617604081234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 141px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SrvQIIjKxlI/AAAAAAAAABA/8dAcWlNDrdU/s200/AUDIOLIVRO+24+H.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LIVROS PARA OUVIR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os que desejam voltar aos tempos em que alguém lhes lia histórias de encantar mas também os que anseiam recordar obras que já leram há muito mas que os tempos modernos não lhes permitem voltar a fazê-lo por falta de tempo e ainda para os que possuem dificuldades de visão ou de leitura normal, surgem os áudiolivros com a ajuda das novas tecnologias. Em CD ou MP3, a &lt;a href="http://mhij.pt/audiolivros/"&gt;Ed. MHIJ&lt;/a&gt; lança uma colecção onde reúne obras de clássicos ou modernos escritores, desde Stephan Zweig a Mia Couto, lidas por vozes aprimoradas, que escutaremos em qualquer local e a qualquer hora. Vale a pena experimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“24 Horas da Vida de uma Mulher “ – Stephan Zweig&lt;br /&gt;“O Velho que Lia Romances de Amor” – Luís Sepúlveda&lt;br /&gt;"O Nariz" - Nicolau Gôgol&lt;br /&gt;"Vozes Anoitecidas" - Mia Couto&lt;br /&gt;"O Caderno Vermelho" - Paul Auster&lt;br /&gt;"As Andorinhas não têm Restaurante" - Alexandre O'Neil&lt;br /&gt;“O Principezinho” – Saint-Exupéry&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7728266227458674921-6853451495238183546?l=amorpeloslivros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6853451495238183546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7728266227458674921/posts/default/6853451495238183546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amorpeloslivros.blogspot.com/2009/09/livros-para-ouvir-para-os-que-desejam.html' title=''/><author><name>Gil Montalverne</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11515263589775605962</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_E25J-Hu1hhE/SrvQIIjKxlI/AAAAAAAAABA/8dAcWlNDrdU/s72-c/AUDIOLIVRO+24+H.jpg' height='72' width='72'/></entry></feed>
